Enxergamos apenas 430–790 THz e ouvimos somente 20 Hz–20 kHz. Nossa experiência da realidade é uma fresta minúscula num espectro imenso. O invisível não é inexistente está apenas além dos limites dos nossos sentidos.
Enquanto a IA aprende a criar “emuladores humanos” capazes de nos substituir no mundo digital, cresce outra suspeita: e se o próprio espaço-tempo também for apenas uma interface? Talvez estejamos construindo cópias dentro de uma realidade que já é uma simulação.
O “Universo” é matemático porque se baseia em código digital, por meio de frequências, eletricidade e eletromagnetismo. Ele teria sido criado por uma força não humana para sequestrar a percepção humana.
O drama constante da vida humana, manipulado para capturar nossa atenção, é projetado para nos impedir de perceber que o corpo é uma cela para a consciência.
A consciência não é holográfica: o cérebro funcionaria como um computador biológico, decodificando campos de informação da “Matrix” e convertendo-os na ilusão física que percebemos.