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PALESTRAS DE PREVENÇÃO À PRÁTICA DE ATOS INFRACIONAIS ( ADOLESCENTES/ JOVENS)
LULINHA ARTICULOU AGENDA DE GOVERNADOR NO PLANALTO ANTES DE PAC DE R$ 59 BILHÕES Mensagens apreendidas pela Polícia Federal indicam que Roberta Luchsinger atribuiu a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a articulação de uma reunião do governador do Maranhão, Carlos Brandão, no Palácio do Planalto. Em áudio enviado a Lulinha, a lobista afirmou que o presidente Lula iria “prosseguir com aquela liberação da obra dele” e que o governador seria recebido por Marco Aurélio Santana Ribeiro, o “Marcola”, então chefe de gabinete do presidente.
A mensagem foi enviada em 22 de maio de 2024. A reunião efetivamente ocorreu e consta da agenda oficial de Marcola. Menos de um mês depois, em 21 de junho, Lula esteve em São Luís e anunciou um pacote de obras de mais de R$ 59 bilhões para o Maranhão, incluindo a renovação da concessão do Porto do Itaqui, a construção de um novo berço portuário e obras de mobilidade urbana.
O caso se agrava porque a PF também identificou relações próximas entre Roberta, Lulinha, o deputado estadual Fábio Macedo e sua mulher, Lorena, subsecretária de Representação Institucional do Maranhão. A investigação apura ainda contratos milionários envolvendo empresas privadas e o governo maranhense. O que emerge é a imagem de uma rede de influência que transitava entre empresários, lobistas, políticos e o núcleo familiar do presidente.
Carlos Brandão nega relação com Roberta Luchsinger e afirma que sua agenda “não depende da articulação de terceiros”. A defesa de Lulinha, por sua vez, critica o que chama de vazamentos seletivos. As explicações, entretanto, precisam ser confrontadas com as mensagens, os registros oficiais da reunião e os contratos investigados. Não basta negar: é preciso esclarecer quem pediu a agenda, quem autorizou a negociação e quais interesses estavam por trás da chamada “liberação da obra”.
Se confirmada, a atuação descrita pela PF revelará algo muito mais grave do que tráfico de influência ocasional: uma engrenagem de acesso privilegiado ao governo, usada para aproximar empresários, lobistas e aliados políticos de decisões bilionárias.
O contribuinte tem o direito de saber se o Planalto foi transformado em balcão de negócios para o grupo político do presidente. A investigação deve alcançar todos os envolvidos, sem blindagem familiar, partidária ou institucional.
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👀🤷♂️🤡 Uma hora a máscara cai!
Li nesta semana que o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, que durante muito tempo foi visto como alguém alinhado à direita, fez R$ 135 mil em doações para seus candidatos “favoritos”: Marcelo Freixo, Tabata Amaral e Felipe Rigoni. Eu sempre falei que existem muitas “melancias” na política: verdes por fora e vermelhas por dentro. E situações como essa mostram que, cedo ou tarde, as escolhas revelam muito mais do que os discursos. No fim das contas, ninguém consegue sustentar uma máscara para sempre. E você, o que achou dessa notícia? Me conte nos comentários!
PF ENCONTRA INDÍCIOS DA PARTICIPAÇÃO DE LULA NOS ESQUEMAS DE LULINHA
Em mensagens encontradas no celular da lobista Roberta Luchsinger, a Polícia Federal encontrou um diálogo em que ela a um interlocutor que Lulinha teria sido o responsável por marcar uma reunião no Palácio do Planalto para o governador do Maranhão, Carlos Brandão. Na sequência a lobista afirma que Lula iria "prosseguir com a liberação da obra dele".
De fato, a PF apurou que Roberta mantinha diálogos sobre negócios com o governador maranhense.
Em 22 de maio de 2024, a lobista enviou uma mensagem de áudio a Lulinha informando que seria realizada naquele dia uma reunião do governador do Maranhão com o então chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.
A reunião de Brandão no Planalto, citada por Roberta em mensagem de áudio a Lulinha, efetivamente ocorreu. A agenda de Marco Aurélio Santana Ribeiro registra, às 17h40 daquele dia, um encontro com o governador, com a presença de dois outros assessores presidenciais. O tema da reunião é descrito apenas como "Reunião Executiva".
Em 21 de junho de 2024, um mês depois da reunião citada por Roberta, Lula foi a São Luís (MA) e anunciou um pacote de R$ 59 bilhões em obras para o Maranhão dentro do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Será tudo isso mera coincidência?
Matéria do Jornal da Cidade Online
O rastro é sempre o mesmo: lobista perto do poder, presente milionário e gente do núcleo de Lula no centro da história. Enquanto o povo aperta o cinto, o entorno do presidente trata o Estado como balcão. Não é acaso: é o DNA do PT. O PT não esqueceu nada e não aprendeu nada.
PF DESCOBRE ONDE LULINHA E SEU GRUPO TRAMAVAM GUARDAR O DINHEIRO FORA DO BRASIL
O grupo de Lulinha e Roberta Luchsinger tinha um local escolhido para guardar o dinheiro dos negócios efetuados no Brasil. Liechtenstein, um minúsculo principado espremido entre a Áustria e a Suíça, seria o possível destino para abrigar fora do Brasil o dinheiro do grupo.
Roberta e Lulinha, são investigados em inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de tráfico de influência, corrupção, organização criminosa e venda de prestígio a partir de uma sociedade informal em que supostamente vendiam abrir as portas do governo petista em troca de propina.
A partir do conteúdo dos aparelhos celulares dos investigados armazenado em nuvem, a Polícia Federal descobriu detalhes da ofensiva do grupo contra o Ministério da Saúde, a Dataprev e diferentes órgãos do Executivo. Em um dos casos, houve prospecção sobre os benefícios de, digamos, blindagem patrimonial em Liechtenstein.
Antigo paraíso fiscal, o local era considerado seguro para receber recursos do grupo porque Roberta explicou que seu ex-marido a informara certa vez que era impossível "prender" recursos abrigados em bancos do país. O ex-marido de Roberta Luchsinger é o ex-delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que hoje vive na Suíça.
Conforme mensagens apreendidas pela PF, em 4 de fevereiro de 2024, Roberta orienta Gustavo Gaspar, sócio do notório Careca do INSS e ex-assessor do senador governista Weverton Rocha (PDT-MA), a abrir uma empresa em Liechtenstein e mostra instituições bancárias também na Suíça, por décadas o maior paraíso fiscal do planeta e outro dos destinos cogitados pelo grupo para abrir contas. Poucos dias depois, Roberta e Lulinha viajam para a Europa e a lobista comenta sobre reuniões em bancos.
"Causa estranheza o interesse em abrir conta bancária fora do Brasil, além de abrir empresa em Liechtenstein. É importante observar que ROBERTA busca abrir empresa num local que, segundo ela mesma, 'é impossível prender dinheiro'. Diante dessa afirmação, é possível que estejam tentando blindar valores obtidos de forma ilícita", registra a Polícia Federal ao analisar as mensagens.
Matéria do Jornal da Cidade Online