🚨 Ronaldo Nazario on Ronaldinho coming out of retirement to sign for Italian Serie C side Ravenna:
🗣“Honestly, when Ronaldinho told me about it, I was shocked. I was surprised, everything came at once.
I even asked him, ‘Are you crazy?’ Because it’s not something you expect to hear from Ronaldinho after all these years.
But he told me he had thought about it many times and that he really missed football. He was even joking that if he found his form again, maybe he could play in the next World Cup with Brazil and bring the trophy home. That’s Ronaldinho. He always dreams big.
I asked him what was motivating him, and he told me he wanted to play again because he missed the game. He also mentioned players like Messi, Cristiano Ronaldo and some of the older players who are still playing at a high level.
But what really stayed with me was what he said about the new generation. He wants young players to see how we played football in our time,with freedom, creativity and joy.
He feels football has become too robotic nowadays, and I understand what he means. Football was different when we played.
For me, I’m just happy that he’s doing what makes him happy. If Ronaldinho wants to play again, I’ll always support him.”
"Nunca foi questão de dinheiro. Mas sim amizade. O cara que é amigo deixa voce ir e se você precisar pode voltar...Família é isso, não precisa ser do mesmo sangue."
Não poderiam ter encerrado a temporada de forma mais linda e sensível. #PabloELuisão
@pressaobaixaaa@rodri_ecb não, na verdade é que VOCÊ não tem nem esse direito de nada sobre o outro. nem todo mundo tem o número de vazio dentro de si que vc tem a ponto de achar normal impor sobre a própria subjetividade à característica do outro. mas já que o fez, utilizei tua linguagem falando o óbvio.
Gravei um cover de “Figa de Guiné” da mamãe Alcione e ela simplesmente me mandou um VÍDEO elogiando o que fiz.
Pode parecer loucura, mas eu me sinto acolhida e reconhecida dentro do que faço. Deus e os orixás não falham nas suas palavras. ✨🍀🙏🏾📿
Uma vez sobrou 6 reais depois de pagar uma dívida de 600.
Três meses de aluguel atrasado. Sábado caiu 606 na conta. Qualquer pessoa em pânico pensaria em guardar uma parte pra comer. Mas a vergonha de ser despejado fala mais alto. Paguei os 600. Fiquei com 6.
Fui no mercado e comprei um fardo de arroz. Só isso.
Os 20 dias seguintes foram marmita de arroz puro no trabalho. Comia escondido. Não porque tinha vergonha da comida — tinha vergonha de alguém perguntar “só isso que você vai comer?”. Pegava sachê de catchup de graça na lanchonete só pra ter algum gosto.
Não era força de vontade. Era sobrevivência. Quando o dinheiro acaba, o tempo passa diferente. Cada dia vira uma meta. A cabeça não pensa em futuro. Pensa em quantos grãos ainda tem no pote e quantas horas faltam pro próximo pagamento.
Quando o vale caiu, fui ao mercado, enchi o carrinho e chorei no corredor. Não foi emoção boba. Foi o corpo desligando o modo sobrevivência. Foi a dignidade voltando. A sensação de poder escolher o que comer de novo.
O dinheiro vai e volta. Mas a cicatriz da escassez não some. A gente corre atrás de dinheiro achando que é pra comprar luxo. Na real, é pra comprar paz.
Se você já passou por um arrocho desses… qual foi a sua marmita de arroz?
não tem autora racista enaltecedora de personagem est*prador, dessa vez não tem nada pra tentar ofuscar o irrefutável: TALENTO DE SHERON MENEZZES. #PorVocê