Dada a abismal diferença entre Flávio e Lula, especular sobre quem “ganhou” o debate é exercício de filólogo ocioso: equivale a buscar o fundo comum entre o sânscrito e o guarani. A lógica, embora pareça sofisticada, é de uma brutal simplicidade. O criminoso não muda o voto. O homem de bem, de índole correta, tampouco o altera por causa de um espetáculo que serve apenas para medir a emoção e a competência da equipe de marketing. Cada candidato encontra, na própria história, o apelo que convence ou repugna. Debate, neste caso, não significa nada nem serve para nada. Ou quase nada.
Sim, resta o indeciso que ainda se deixa levar pela performance televisiva. Esse tipo de eleitor existe, mas está minguando — as redes sociais encarregam-se de liquidá-lo. É raro, hoje, encontrar alguém que desconheça as fichas corridas dos adversários da ocasião. Quem é de um é de um. Nem Jesus Cristo mudaria certas escolhas. Minto. Mudaria a minha, mas Jesus jamais me pediria para não votar em Flávio.
Olhe bem para essas duas imagens. Elas resumem o Brasil que precisa mudar.
Ontem, militantes da esquerda quebraram e picharam a Avenida Paulista em nome de uma suposta “revolução”. Que revolução é essa que defende um governo que está no poder há quase 20 anos? Alguém por acaso já viu, em algum lugar da história, uma revolução a favor do governo?
Hoje, uma senhora trabalhadora e seus colegas tiveram que se curvar diante da sujeira deles para limpar o que nunca deveria ter sido destruído.
É sempre assim. Eles fazem o discurso, mas alguém que trabalha paga a conta. Eles voltam para casa satisfeitos com a própria “coragem” de militar e revolucionar, enquanto uma pessoa simples precisa acordar cedo para reparar o estrago.
E tudo isso para quê? Para manter no centro do poder o mesmo grupo que domina a política brasileira há quase 20 anos e que é responsável pelos maiores escândalos de corrupção da nossa história.
No Brasil invertido, eles chamam de “revolução” a defesa de quem governa, controla ministérios, distribui cargos e ocupa o Palácio do Planalto. A rebeldia deles virou militância a favor do poder.
Thomas Sowell chamou esse tipo de gente de “Ungidos”: pessoas tão convencidas da própria superioridade moral que acreditam ter o direito de impor suas ideias aos outros, sem nunca assumir as consequências.
Na bolha deles, destruir é protestar, intimidar é defender a justiça e agredir quem pensa diferente é lutar pela democracia.
Mas o Brasil real não vive nessa bolha. O Brasil real está nessa senhora, que trabalha enquanto eles fazem espetáculo. É justamente essa arrogância, essa agressividade e essa necessidade infantil de escandalizar que afastaram a esquerda das pessoas comuns.
No fim, a imagem diz tudo: a esquerda deixa a sujeira e o trabalhador brasileiro abaixa a cabeça para limpar.
É esse Brasil que precisamos mudar.
Trabalhadores de verdade limpam o resultado do vandalismo perpetrado pela “classe média progressista” (feminazis e feministos, militantes LGTV e afro-racistas) que é o que sobrou de base social do lulo-psolismo.
Não há manifestação dessa gente que não resulte em destruição, sujeira, depredação.
Seu comportamento é de crianças mimadas e birrentas.
Para cada feminazi empoderada, sempre tem uma faxineira para limpar sua privada.
Essa gente disfuncional quer dizer em que os demais devem votar e, se contrariados, tem seu chilique retórico:
“fascistas, machistas, racistas, capitães do mato, pobre de direita, homofóbicos, fundamentalistas religiosos”.
Vamos fazer essa corja ter chiliques pra valer, com a eleição de Flávio Bolsonaro.
E.X.T.R.A.O.R.D.I.N.Á.R.I.O 👊🏽💯2️⃣2️⃣
Sabe aquele vídeo ESPETACULAR q vc vê MILHÕES DE VEZES?Este aki é 1 desses. O Empresário @tallisgomes simplesmente DESENHA c/todos os argumentos para vc votar neste 2.Turno em @FlavioBolsonaro
POR FAVOR, ASSISTAM E COMPARTILHEM C/TODOS 🫡👈🏽
Conversei com o CEO da boca de fumo aqui perto da minha casa... além da escala 5x2 que vai afetar o atendimento aos domingos a alta do preço da cocaína por causa da perseguição ao PCC e ao CV também prejudicou as vendas.
Como é difícil empreender nesse país...
Sobre o aumento do preço da cocaína: falei com uma autoridade que me garantiu que esse acréscimo quem paga é o traficante dono da biqueira, e não o cliente final que cheira a farinha.
PCC e CV não são facções: são terroristas armados contra o povo brasileiro e com atuação além das nossas fronteiras.
Quem domina territórios, impõe toque de recolher, mata inocentes e desafia o Estado pratica terror.
O Brasil não pode mais ser refém de bandido. Terrorista tem que estar atrás das grades, sem relativização.
Parabéns ao senador @FlavioBolsonaro pela articulação firme e necessária.
⚠️ GRAVE: Preço da cocaína dispara com a interferência estadunidense a soberania brasileira. Clima tenso tem tomado conta das bocas de fumo, e empresários do ramo projetam queda nas vendas. Governo promete agir rápido para defender a indústria brasileira.
Ten years ago today, David played a special fundraiser for @TeenageCancer Trust at London's Royal Albert Hall, paying tribute to Prince by including a nod to Purple Rain during his performance of Comfortably Numb.
See the full song on David's official YouTube channel.
(📷 Ian Hicks on YouTube)
O comercial com Chico Anysio que inspirou Hollywood
Essa é uma propaganda da Sharp de 1990, com um texto incrível (e muito similar aos filmes "Click" e "Benjamin Button", que vieram muito depois)
Triste ver como a publicidade brasileira virou um lixo após ser tão brilhante: