No. China’s “beneficial” model is still built on the corpses of tens of millions deliberately starved, purged, and broken under Mao — and the same totalitarian machinery continues today through surveillance, forced labor, organ harvesting, and the systematic crushing of any independent thought, faith, or soul that refuses to kneel. Communism doesn’t get a free pass just because it puts up skyscrapers and censors the body count. Every time it’s tried, it treats human beings as raw material for the Party’s utopia. That is not “protecting the people from oligarchy.” That is the oligarchy — one that owns your labor, your speech, your children, and ultimately your spirit. The record is not propaganda. The graves are. And no amount of varnish changes what the ideology does to the human soul. Discussion over.
@productofsciety@thatsKAIZEN China has a sick communist model built on the graves of more than 60M killed. Make no mistake, communism is communism no matter the varnish of the propaganda.
People routinely treat “communist country” as synonymous with “no capitalism.” In practice the label often refers to one-party rule by a party that still calls itself communist, while the actual economic arrangements include substantial private ownership, market prices, profit-seeking firms, foreign investment, and capital markets.
• China: The Chinese Communist Party retains a monopoly on political power and describes the system as “socialism with Chinese characteristics.” Since the late-1970s reforms, however, private enterprises, stock markets, foreign direct investment, and profit-driven firms have become central. Private businesses generate the majority of urban employment and a large share of GDP; the country has produced numerous billionaires and globally competitive private companies. State-owned enterprises remain important in strategic sectors, but the overall operating system is a hybrid that relies heavily on capitalist mechanisms.
• Vietnam: The Communist Party of Vietnam still rules. After the Đổi Mới reforms of the mid-1980s the country shifted from near-total central planning to a “socialist-oriented market economy.” Private firms, foreign investment, export-oriented manufacturing, and market pricing now drive growth; the private sector is a major employer and source of dynamism.
• Historical cases: Even the Soviet Union and Eastern Bloc countries developed extensive informal and black markets, and in their later years experimented with limited market reforms and enterprise autonomy. Pure, textbook communism (stateless, moneyless, classless) was never realized; the actual systems were authoritarian command economies that sometimes tolerated or later introduced market elements.
The reverse is also true: many conservative or traditionalist societies have operated capitalist economies, and many progressive or social-democratic societies have done the same while adding extensive welfare states and regulation. The economic system (capitalism vs. pure collective ownership) and the political-cultural orientation (conservatism vs. radical egalitarianism) are therefore distinct axes. Treating them as a single binary produces the persistent confusion that “communist countries cannot be capitalist” or that capitalism itself is the opposite of communism.
Capitalism describes how goods and services are produced and exchanged: private ownership of the means of production, voluntary exchange, prices set largely by supply and demand, and profit as a signal.
Communism (in the classical Marxist sense) and many forms of socialism aim at collective or state ownership of the means of production, the eventual elimination of private property in productive assets, and a classless society. Their opposition is not merely to markets; it is to the social order, hierarchies, traditions, and individual economic autonomy that markets tend to reinforce.
Conservatism, by contrast, prioritizes continuity of institutions, social order, inherited norms, private property, and resistance to rapid, ideologically driven restructuring of society. In that political and cultural sense it is a more direct antithesis to the revolutionary and egalitarian project of communism/socialism than capitalism alone is. Capitalism can (and historically has) coexisted with a range of political regimes; conservatism as a disposition is more consistently hostile to the transformative goals of those ideologies.
@hi_disruptivas Que conceito revolucionário: respeitar o limite da receita na hora de definir os gastos.
Será que finalmente acaba o “cheque especial” do governo, cujo crédito acaba sendo contratado em nome dos pagadores de impostos?
Gemini: A queima de um veículo elétrico da BYD — ou de qualquer outro veículo que utilize baterias de alta capacidade — gera um impacto ambiental bastante complexo e severo em termos de toxicidade.
A BYD utiliza predominantemente baterias de Lítio-Ferro-Fosfato (LFP), conhecidas comercialmente como Blade Batteries. Embora a química LFP seja estatisticamente mais estável e menos propensa a incêndios espontâneos (fuga térmica) do que as baterias de íon de lítio tradicionais (como as de Níquel-Manganês-Cobalto - NMC), quando elas queimam, a liberação de toxinas é extremamente perigosa.
Aqui está o detalhamento dos danos ambientais e da toxicidade das emissões:
1. Emissão de Gases Altamente Tóxicos
O maior risco imediato da queima de uma bateria elétrica é a fumaça. A combustão dos eletrólitos e plásticos da bateria libera uma mistura química letal e prejudicial ao meio ambiente atmosférico:
Fluoreto de Hidrogênio (HF): É a emissão mais crítica. As baterias contêm flúor nos seus eletrólitos. Quando queimam, liberam HF na forma de gás. Ao entrar em contato com a umidade do ar ou das mucosas (respiração), transforma-se em ácido fluorídrico, que é corrosivo, tóxico e pode causar danos severos aos pulmões de humanos e animais, além de queimar plantas ao redor.
Cianeto de Hidrogênio (HCN): Um gás extremamente venenoso que afeta a capacidade do corpo de usar oxigênio.
Monóxido de Carbono (CO) e Cloreto de Hidrogênio (HCl): Gases asfixiantes e tóxicos que contribuem para a poluição do ar e riscos locais à saúde.
Compostos Orgânicos Voláteis (COVs): Gases como benzeno e tolueno, que são cancerígenos e contribuem para a formação de ozônio troposférico (smog).
2. Contaminação da Água (Água de Escoamento)
O dano ambiental de um carro elétrico em chamas não vem apenas do fogo, mas do processo de apagá-lo.
Volume massivo de água: Baterias em fuga térmica produzem seu próprio oxigênio ou mantêm reações químicas autossustentáveis. Os bombeiros costumam usar de 10 mil a 30 mil litros de água para resfriar e apagar um único carro elétrico (muito mais do que os 2 mil litros usados em um carro a combustão).
Chorume tóxico: Toda essa água escorre pelas ruas levando consigo metais pesados (lítio, ferro, cobre, alumínio), partículas de carbono e ácido fluorídrico. Se essa água não for contida, ela pode atingir bueiros, lençóis freáticos e rios locais, causando morte de vida aquática e contaminando o solo profundo.
3. Contaminação do Solo e Resíduos Sólidos
Após a queima, a carcaça e a bateria derretida formam uma massa de resíduos perigosos.
As cinzas de uma bateria queimada contêm óxidos metálicos e sais de lítio que não são biodegradáveis.
Se o carro queimar em uma ��rea não pavimentada, esses metais pesados infiltram-se diretamente na terra, tornando a área ao redor tóxica para o crescimento de vegetação por longos períodos até que uma remediação do solo seja feita.
Resumo do Impacto: Combustão vs. Elétrico
Enquanto a queima de um carro a gasolina libera principalmente fuligem grossa, hidrocarbonetos não queimados e CO2, a queima de um carro elétrico é comparável a um incidente químico industrial em pequena escala.
Os incêndios em carros elétricos são mais raros do que em carros a combustão, mas quando ocorrem, o grau de toxicidade aguda para o ar local (devido ao Fluoreto de Hidrogênio) e o risco prolongado para a água e o solo (devido ao escoamento de metais pesados) são consideravelmente maiores.
@ZattarRafael "O Brasil acabou". Isso é preguiça de avaliar o impacto dessas taxas e como seus leitores podem usar essa informação para defender seus interesses?
@WernerSchirmer@SteveStuWill Considering that book’s core premises are grounded in established scientific research within evolutionary psychology and related fields… which are inherently debated and interpretive. Social scientists should theorize with caution.