Um dia após a eleição, quero deixar aqui a minha visão para o Brasil nos próximos anos.
Espero que ajude na formatação dos planos financeiros.
Final de 2026 - após os mercados castigarem bastante o dólar e juros futuro, Lula dirá que respeitará as contas do governo e pode ser que alguns players do mercado acreditem na mentira. Tal movimento pode causar algum alívio de curto prazo, mas os ativos já estarão negociando em novo patamar (dólar acima de R$5,50 e juros futuro acima de ~14%).
2027 - o peso de se realizar ajuste fiscal aumentará e o mercado começa a perceber que o governo não consegue entregar as promessas de ajuste. Aumento dos impostos acontecerão, em especial para investimentos e remessas ao exterior. Controle de capitais aumentam na tentativa de domar o dólar e a inflação. Quem não tirou o $$$ do Brasil até 2026, encontrará dificuldades em 2027. Recessão bate à porta e desemprego começa a aumentar. Dólar a ~R$7 e juros futuro acima de 15%. Lula bota a culpa no avanço da IA pelas tragédias econômicas. Dívida do governo sobre PIB fica perto dos 100%.
2028 - após recessão de 2027, o ano de 2028 aponta para uma das maiores recessões da história do Brasil e Lula dobra a aposta no embate contra IA. Pessoas começam a tomar as ruas pedindo a saída de Lula. Dólar passa dos R$8 e inflação (oficial) bate os 2 dígitos, a inflação real já roda acima dos 2 dígitos há algum tempo. Governo institui inúmeras formas de controle de capitais na tentativa de conter os fluxos. Nada funciona, obviamente. Taxa de desemprego termina o ano perto de 10%.
2029 - Lula alega doença e se afasta da Presidência. Alckmin assume e promete um governo similar ao de Temer, voltando com o Teto de Gastos e derrubando os controles de capitais instituídos nos anos anteriores. Ibovespa que havia voltado aos 100k pontos em 2028 volta a subir fortemente. Capital produtivo volta a olhar para o Brasil. Dólar volta a cair e juros futuro também.
Futuramente tento aprofundar mais. Acho que em linhas gerais está compreensível o que pode vir.
Estaremos juntos. Momento é de se proteger.
Sábado à noite, com banco e B3 fechados, o dólar mais fácil de comprar no Brasil é stablecoin.
O USDT está em R$ 5,63 na OKX.
Sexta o dólar fechou em R$ 5,51. Às 19h de sexta o USDT tinha 0,5% de ágio. Agora tem 2,1%.
Quem vende USDT no fim de semana só repõe o estoque na segunda. Com todo mundo do lado da compra, o ágio sobe até aparecer vendedor.
A porta oficial já vinha avisando. Em 13 de outubro, com o dólar perto de R$ 5, o Banco Central vendeu US$ 1 bilhão em leilão de linha fora da rolagem. No ano, o canal financeiro já mandou US$ 26 bilhões a mais pra fora do que trouxe.
Domingo às 20h a CME reabre o real. Se abrir perto de R$ 5,63, o sábado só chegou antes.
> O ano é 2030
> Lula lança Camilo Santana
> Tarcísio é candidato
> Exército do Janones espalha p/ país inteiro que Tarcísio acabará com BPC e bolsa família e que Tarcísio é fascista
> Lula oferece R$ 50k pra universitários e R$ 20k pra mei
> Camilo é eleito com 50,5% X 49,5%
Para quem realmente busca entender.. 😉
No Cybertruck, a Tesla usou castings frontais e traseiros ainda maiores e mais complexos (prensas de cerca de 6.500 a 9.000 toneladas), consolidando estruturas que antes exigiam dezenas ou centenas de peças.
O princípio é simples: substituir dezenas ou centenas de peças estampadas e soldadas por uma (ou poucas) peça fundida em alumínio de grande porte.
Principais ganhos:
• Redução massiva de peças: No Model Y, o underbody traseiro passou de ~70 peças (ou até 171 em comparações mais amplas) para 1 única peça. No Cybertruck, estruturas que antes tinham cerca de 120 peças foram consolidadas em castings únicos. Isso elimina milhares de soldas (ex.: ~1.600 no Model Y) e centenas de robôs de montagem.
• Menos capital e espaço na fábrica: Munro estima que os gigacastings liberam cerca de 40% do espaço de fabricação em relação a montagens tradicionais de estampagem. Menos ferramentas de estampagem, menos células de solda, menos estoque intermediário e menos logística.
• Ciclo de produção mais rápido: Uma peça grande é fundida em menos de 2 minutos (às vezes em dezenas de segundos), enquanto a montagem tradicional de dezenas de peças leva muito mais tempo.
• Estimativas de economia: A Tesla chegou a citar reduções de até 40% em alguns custos de estrutura; análises independentes apontam algo na faixa de 20-30%. Munro mencionou economias próximas de US$ 200 por veículo em certos aspectos, além de ganhos de precisão dimensional (menos retrabalho).
Momento em que o terrorista polonês, de 25 anos, abre fogo contra civis no centro de Cracóvia.
A polícia polonesa anuncia que 5 pessoas foram mortas e 15 feridas.
Em 10 de março de 2025 a TSLA fechou em cerca de US$ 222,15 (após uma queda forte no dia); hoje (fechamento de 6 de novembro de 2026) está em aproximadamente US$ 358,22.
No período o pico foi de cerca de US$ 489–499 (dezembro de 2025), mais do que o dobro do preço de março de 2025 (alta de aproximadamente 120%).
Mesmo após recuar do topo, o papel está cerca de 61% acima do preço de março de 2025, com mínima no período perto de US$ 297 em julho de 2026.
👊😉
Vi nos últimos dias muitas discussões sobre o G4.
Bom, aqui vai um relato franco de quem investiu mais de R$70K nas formações deles neste último ano.
Conheci o g4 há uns quatro anos, desde que o nome era gestão 4.0. Naquela época não dei muita bola.
Através do Ícaro de Carvalho, comecei a seguir mais de perto o Tallis e, por ele, o Alfredo e o Nardon em 2024.
No ano passado estava em São Paulo a negócios e decidi entrar no funil de vendas dos caras, respondendo um formulário.
Quase na mesma hora os caras me ligaram. Comercial muito agressivo.
Fiz a reunião e, pelo que disse para o SDR, o produto que mais se encaixava era o Traction.
Os caras me ligaram o DIA E A NOITE INTEIRA para eu fechar naquela mesmo dia.
Bem, naquele dia não fechei. Mas, no dia seguinte, avaliei e comprei o Traction.
Voltei a SP meses depois para fazer o Traction. Seriam 03 dias de imersão.
Me lembro como hoje quando cheguei. Como vim direto do voo Recife/Congonhas, peguei direto para a Vila Olimpia (sede dos caras) sem nem tomar café.
Logo de cara o maître deles chegou, me abordou e perguntou: “o senhor quer o quê para o seu café da manhã? Tem alguma restrição: glúten ou lactose?”. Confesso que já fiz várias formações, mas algo tão personalizado nunca tinha recebido em nenhum outro lugar.
Entrei na sala de treinamentos e outra experiência surreal: material totalmente personalizado, garrafa cheia de água (para você não precisar se levantar e encher), energético redbull livre junto com café, etc.
Mas, o melhor veio depois: uma surra de conteúdo técnico, longe do motivacional que os gurus ensinam. Técnico, técnico e técnico.
Foi a primeira vez, inclusive, após a aula do Leandro Fariello, que eu entendi de forma clara a diferença entre DRE, BP e fluxo de caixa - e a importância contábil de cada um deles.
Depois vieram várias pedradas: aula de marketing com conceitos que eu nunca tinha visto, por exemplo: como construir branding de marca com estratégias mistas de conteúdo e formato; aula de growth, processos com um ex-diretor da Unilever…
Com isso, saímos de um faturamento de R$230K por mês para R$380K neste último mês, em um ano desde que fiz minha formação.
A experiência é surreal, o conteúdo é mais ainda. Aulas de gestão para quem quer ser GESTOR.
Não é aula de empreendedorismo, mas gestão na veia.
Quem tira onda com as formações do g4 é porque tem alguma posição política contrária, ou é empregado daqueles de desacreditar do crescimento de quem busca ou é um amargurado invejoso.
G4 foi um dos responsáveis pelo meu sucesso neste ano.
Em 10 de março de 2025 a TSLA fechou em cerca de US$ 222,15 (após uma queda forte no dia); hoje (fechamento de 6 de novembro de 2026) está em aproximadamente US$ 358,22.
No período o pico foi de cerca de US$ 489–499 (dezembro de 2025), mais do que o dobro do preço de março de 2025 (alta de aproximadamente 120%).
Mesmo após recuar do topo, o papel está cerca de 61% acima do preço de março de 2025, com mínima no período perto de US$ 297 em julho de 2026.
Em 10 de março de 2025 a TSLA fechou em cerca de US$ 222,15 (após uma queda forte no dia); hoje (fechamento de 6 de novembro de 2026) está em aproximadamente US$ 358,22.
No período o pico foi de cerca de US$ 489–499 (dezembro de 2025), mais do que o dobro do preço de março de 2025 (alta de aproximadamente 120%).
Mesmo após recuar do topo, o papel está cerca de 61% acima do preço de março de 2025, com mínima no período perto de US$ 297 em julho de 2026.