Marca angolana de roupas. O encontro entre a identidade cultural e a moda. 🇦🇴 Mais do que uma marca, somos a resistência à opressão #somosBantu#estilobantu
Hoje não me sai da cabeça a forma como nós, angolanos, convivemos (muito mal diga-se) com o sucesso do outro angolano.
Há qualquer coisa de doentio em nós. Só pelo facto de você aparecer na TV, na Rádio ou por falarem bem de si, aparece logo alguém (que regra geral nem sequer nos conhece pessoalmente) para insultar, denegrir e tentar diminuir. Há um certo prazer em falar mal dos outros, sem qualquer prova nem outros elementos para além dos rumores e bocas das redes sociais.
Se alguém se atreve a elogiar alguém, aparecem logo pessoas zangadas com o elogio para dizer que os elogiados não valem nada, são da pior especie.
Nem chega a ser inveja. É mesmo só ódio a quem possa eventualmente ser bem sucedido, bem visto ou ser querido. Há até um monte de influencers nas redes sociais cuja especialidade é só insultar e denegrir outros. Não se ouve deles ou delas nada de bom, salvo falar mal hoje de uns e amanha de outros. Os seus seguidores, como as hienas, alimentam-se e se sentem vingados com as "merdices" sobre os outros.
Mesmo institucionalmente o problema existe. Nas empresas, sobretudo publicas, as pessoas odeiam o colega que trabalha muito. Ser um trabalhador é um calvario. Andam pelos cantos a falar mal do gajo que chega a horas e se dedica mais ao trabalho. Fazem de tudo para destrui-lo com intrigas. Os chefes odeiam-no porque pode substitui-los e os colegas odeiam porque mostra que afinal se pode fazer do que esperar o salário.
Como é que vamos progredir se não conseguimos lidar com o sucesso dos outros?
O empresário que tem sucesso é marimbondo. A mulher que singrar, dormiu com o chefe. O técnico que faz o seu trabalho quer ser director...
Com o raio desta mentalidade como é que vamos crescer?
Ismael Mateus
Eyooo, estou no Brasil a fazer um salo pro meu irmão Daniel Major. Acabaram de liberar um vídeo no canal da Marca, é de cair lá com energia positiva a moda Angolana e a nossa bandeira yooooo.
https://t.co/fHD3HgHvaz
Empress Zewditu, first Empress of the Ethiopian Empire and first female head of an internationally recognized African country in the 19th-20th century, 1875-1930.
Born the eldest daughter of Emperor Menelik II, she won his devotion through her gracious personality and ruled as "the Queen of Kings" from 1916-1930. Although she was conservative and religious, her reign was noted for the reforms of her prime minister, the abolition of slavery and work in the League of Nations. Since she had no child, her minister and cousin Haile Selassie I, succeeded her as the next Emperor.
#Africa
Sabias que não "existe" povo "Bantu" ?
O termo Bantu é uma aglutinação das línguas africanas por prefixo 'Ba' que significa Conjunto ou Grupo, Exemplo: Ba-Kongo, Ba-Luba, Ba-Oulé e Ba-Wolof, e sufixo 'Ntu' que é a designação do homem enquanto um ser, Exemplo: Ubu-Ntu e Mu-Ntu...
E nós que estamos aqui pertencemos a grande família Niger Kongolesa e dentro da família Niger Kongolesa encontraremos uma diversidade de grupos socioculturais como Bakongo, como os Ambundu, como os Balubas, como os Twas, como os Tutus, como os Hutus, como os Uvimbundu..
...chamado pelos Ingleses Indepi de Assetewáyo. Em Afrika existe 4 maiores grupos socioculturais que formam a família Afrikana nos 4 canto do continente mãe
Que são: Kongo Niger, Khoisan, Nilo Saariana, Afro-asitico
E não encontrarás nenhuma família chamada Bantu em Afrika..
Hoje eu e minha esposa damos risada disso, eu sempre conto isso na casa da minha sogra pra encher o saco da minha esposa, mas isso serve pra vocês tirar uma lição pra vida: ACEITE A PORRA DA COMIDA NA PRIMEIRA VEZ QUE ALGUEM OFERECER!
@NanizaiawoM Considere uma dívida que pago ao longo do ano. Finamente passaremos a fazer os mandos da @estilobantu “do zero” (fora da banda infeliz ou felizmente). 🙏🏾🙏🏾🙏🏾💙