Todos os dias a vida lembra a minha pequena eu de 5 anos q sonhava em ser famosa que ser famoso é uma merda. Caralho, imagina n poder nem transar em paz, viado
Quinze dias sendo um deleite de fofura, gayzice e amor. Eu amei. Nada de gay sendo sexualizado ou apanhando, morrendo e sofrendo. Realmente um romance clichê de se ver em domingo 🥹❤️🩹
❤️🧡🤍🩷💜 DIA DO ORGULHO LÉSBICO
Hoje, 43 anos após o Levante do Ferro's Bar, celebramos o Dia do Orgulho Lésbico.
E, num país que ataca mulheres lésbicas cotidianamente, a manifestação de pessoas políticas sobre esse dia tem que ir muito além de gritar "viva as lésbicas".
Em 2026, as lésbicas ainda estão sujeitas à lesbofobia, ao lesbocídio, ao estup*o corretivo, à invisibilização e a ataques cotidianos.
No meu primeiro ano de mandato, tive que mobilizar a juventude e toda a comunidade LGBTQIA+ para barrar, na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei que proibiria o casamento homoafetivo no Brasil.
Há menos de um ano atrás eu tive que pedir a PRISÃO de uma conselheira tutelar do Distrito Federal que atacou uma adolescente lésbica que precisava de atendimento, a induziu ao su*cidio e à automutilação e tentou forçá-la a continuar morando com seu pai, que a violentou sexualmente.
Este ano, os casos de violência seguem ocorrendo. Aqui, no estado de São Paulo, duas mulheres que estavam prestes a se casar, Ieda Simplício e Fabiana Nogueira, foram encontradas mortas e enterradas no litoral.
O 19 de agosto, do Levante do Ferro's Bar até hoje, é uma data de luta e de resistência contra uma opressão sistemática de uma sociedade incapaz de respeitar e reconhecer mulheres lésbicas enquanto GENTE.
E, para uma pessoa política, é uma data de reafirmar um compromisso de luta cotidiana por direitos, dignidade, liberdade e cidadania.
É isso que faço, e seguirei fazendo, todos os anos.
Por fim, viva as lésbicas!