É cobrança por shape, sustentar o emprego, dinheiro, saúde mental… tudo isso numa matéria de carne que vai morrer em algumas décadas e virar pó sobre um globo que fica girando no meio do universo. Devíamos simplificar a vida…
Gente, esse papo de falar o que incomoda, de como se sente e tal, só vale a pena se a pessoa realmente se importa com você, viu? Caso contrário, pegue o seu banquinho e saia de fininho, abraço.
O fato de eu precisar pagar para existir e desfrutar de um planeta no qual eu simplesmente apareci aleatoriamente me irrita pelo menos uma vez por dia.
Super em alta ser latino, aí a mona me vem toda europeia: “Ai, vou pedir ao meu barbeiro a barba italiana, não sei o quê… O meu terno de corte italiano, pipi popô.”
Meu anjo, segura esse passaporte que a realidade é outra.
Tenho a impressão de que a vida está tentando me ensinar alguma coisa nos últimos meses, mas, por enquanto, eu só estou colecionando tombos e aprendendo do jeito mais difícil possível.
Fui stalkear o perfil de um oftalmologista e agora o algoritmo só me entrega conteúdo dessa área.
Coitado… jamais conseguirá acompanhar a gay com fogo no rabo e interesses altamente específicos.
O pós-Carnaval me trouxe um luto profundo: a dolorosa consciência de que jamais conseguirei viver o suficiente para pegar todos os homens lindos e gostosos que existem neste mundo.