Um salve pra rapazeada do Ministério Público do Trabalho, que se mexeu em tempo rápido e correto contra o casal milionário que teve a ideia de fazer um "reality show" no qual empregados buscavam moedas no fundo da privada para, com sorte, ganhar uma hora a menos de trabalho. Eu acho que uma hora o limite, o ponto de saturação, contra esse tipo de gente precisa chegar.
O Barcelona de Xavi, Iniesta, Messi e Guardiola foi tão bom, tão bom, que como efeito colateral estragou o futebol mundial por quase uma década por convencer a muitos que era o jeito certo de jogar futebol.
Finalmente a normalidade está voltando.
🇵🇹 “Hoje à tarde eu tive um pressentimento que haveria um pênalti. Eu já estava preparado desde a tarde, porque senti que ia acontecer. Não vou deixar de dizer que é difícil, a pulsação muito acelerada, mas tentei confiar no que sinto e acreditar que eu ia marcar. É isso que eu acredito sempre. Muito feliz!”
🎙️ Cristiano Ronaldo, à CazéTV.
📸 Reprodução/CazéTV
Os jogadores terão de fazer movimentos absolutamente perfeitos para que as suas jogadas e gols não sejam invalidadas. Isso num esporte profundamente humano – o que pressupõe imperfeições. A tecnologia deveria auxiliar nos erros escandalosos.
@04denovembro23 Parece que todos os movimentos têm de ser milimetricamente perfeitos em um esporte demasiadamente humano. Nem sou contra o auxílio da tecnologia, mas existem coisas que fazem parte da dinâmica do jogo. Sei lá. Difícil dirigir o que aconteceu hoje.
Eu nunca vou me conformar com o apagamento do Garrincha. Lá fora ninguém lembra dele. No Brasil, a sua figura está num processo de esquecimento também. É nojento o apagamento histórico que diversos jogadores do passado vêm sofrendo.
O ÚNICO JOGADOR NA HISTÓRIA a ser coroado campeão, eleito o melhor jogador da Copa e terminar como artilheiro na mesma edição do torneio
Monstro sagrado do futebol, do Botafogo e do país!
Garrincha, vulgo “Alegria do Povo”! 🤴🏾
@Central_Modric@AndrPaixao4@bacelarzis Faço isso o tempo todo – o que me permite ter bom senso e não falar besteiras acerca de mulheres e homens na internet. Você deveria seguir o seu próprio conselho, mas com um adendo: seja crítico com o que lê e reproduz. Abs.
- Espanha e Áustria vão jogar hoje.
- Contra quem?
Essa piadinha, que já está rolando há alguns dias, faz referência à Casa de Habsburgo, uma das mais influentes famílias nobres da história do Ocidente.
No auge, ela chegou a ter o controle da Espanha e de todo seu império colonial, bem como do Sacro Império Romano-Germânico.
Originados no que hoje é a Suíça, os Habsburgos expandiram seus domínios ao longo dos séculos por meio de casamentos e uniões dinásticas.
No fim do século XV, Filipe, herdeiro dos Habsburgos, se casou com Joana de Castela, herdeira da Espanha. O filho deles, Carlos V, foi quem unificou os títulos de Sacro Imperador Romano e Rei da Espanha.
Em 1556, reconhecendo a dificuldade de governar todo esse imenso território, ele tomou uma série de ações que resultaram na divisão das posses entre os Habsburgos Espanhóis, comandados por seu filho, e os Habsburgos Austríacos, comandados por seu irmão.
Na Espanha, eles governaram até 1700, quando o rei Carlos II não deixou herdeiros, e a família real que assumiu foram os Bourbon. Estão no trono até hoje.
O lado austríaco continuou no poder por muitos séculos (por meio de um ramo secundário, os Habsburgo-Lorena), mesmo com o fim do Sacro Império Romano, e ajudou a moldar a história da Áustria e da Europa Central.
E não só deles: em 1817, Maria Leopoldina da Áustria, uma Habsburgo, se casou com Dom Pedro, herdeiro do trono de Portugal, que declarou a independência do Brasil e se tornou o 1º imperador do país.
Quando o Brasil se tornou independente, foi criada a bandeira imperial, com o retângulo verde simbolizando a Casa de Bragança, de Portugal, e um losango amarelo representando a cor dos Habsburgo, em homenagem ao casal.
A bandeira foi alterada após a proclamação da república, mas essas partes permaneceram.
A seleção brasileira, que iniciou sua trajetória no futebol jogando de branco, adotou o amarelo da bandeira após a trágica derrota pro Uruguai na Copa do Mundo de 1950.
E foi assim que, sem querer, a influência dos Habsburgos se espalhou tanto que ajudou a moldar a camisa de futebol mais famosa e vitoriosa da história.
Obviamente porque não queria esse desfecho. Inadmissível Senegal derreter faltando poucos minutos para o término da partida também. Nunca confiei num 2 x 0. Para mim tem o mesmo peso de um empate enquanto o jogo não terminar.