@sepultou@rockwetman quando seus professores/preceptores colocarem caso clínico pra discussão e apresentarem um exame deles, vc chora então e fala q é antietico
@sepultou@rockwetman deboche onde? deixa de ser maluca, esse tipo de exame é um negocio raro q assusta, alívio cômico e deboche sao coisas totalmente diferentes
@studyarym “não causem contaminação” diva se vc n entrou no quarto do paciente em isolamento de contato sem EPI e depois saiu desfilando na rua com as mesmas roupas, vc não tá contaminando ninguém kkkkkkkkkk os mesmos germes que você carrega já tão no onibus, na rua, no mercado
o cara deixou os pensamentos intrusivos vencerem no dia q a equipe de segurança tava de mau humor e pensaram “quer fazer graça é????? então fica ai imbecil”
Isso é muito triste. Meu pai não foi violento fisicamente comigo hoje, mas ele me magoou e me ofendeu de diversas formas com poucas mensagens, tudo por causa desse fanatismo… não fiquei surpresa mas dói muito saber o que meu pai pensa de mim só porque voto no Lula kkk
uma diva postou no instagram que “o voto no pt reflete uma vida de fracasso” perguntei uai então vc prosperou no governo Lula???
me removeu do instagram kkkkkkkkkkk
No terceiro aniversário da morte de um amigo que era podre de rico, meu telefone tocou.
Era o número dele.
Fiquei olhando para a tela até a ligação cair. Depois, chegou uma mensagem:
“Pode atender. Sou eu.”
Achei que fosse golpe. Alguém tinha conseguido o número antigo e encontrado minhas fotos com ele.
Respondi:
“Vai procurar outra pessoa pra atormentar.”
Os dois risquinhos ficaram azuis.
“Você ainda guarda o relógio que pegou de mim?”
Senti o rosto esquentar.
Eu tinha pegado aquele relógio numa viagem, vinte anos antes, ao invés de pegar o meu. Ele me viu usando no dia seguinte e caiu na gargalhada. Disse que eu podia ficar com ele, mas que ia me chamar de ladrão pelo resto da vida.
Nunca contamos isso a ninguém.
O telefone tocou outra vez.
Atendi.
Antes de qualquer palavra, ouvi aquela risada curta, meio sem ar.
— Demorou, ladrão.
Sentei no chão da cozinha.
Eu tinha carregado o caixão dele.
— Isso não é possível.
— Eu sei. Preciso que você me escute até o fim.
A voz falhava um pouco. Havia um chiado no fundo.
— Amanhã vão te procurar para vender minha casa. Não assina nada antes de ir até lá.
Fazia três anos que eu tentava vender aquela casa. Ele tinha deixado o imóvel para mim, junto com uma conta suficiente para pagar as despesas. Era a única parte da herança que não tinha ficado com a família.
— Quem está falando?
— Vai até a casa. Abre a gaveta de baixo da minha mesa. A chave está dentro do relógio.
Olhei para o meu pulso.
— Como assim, dentro?
Mas a ligação caiu.
Passei a madrugada tentando retornar.
Número inexistente.
Às oito e quinze da manhã, o advogado dele me ligou.
Havia um comprador para a casa.
Disse que pagaria o dobro do valor, à vista, desde que eu assinasse naquele dia.
Falei que precisava pensar.
Depois peguei uma faca de ponta fina e abri a tampa traseira do relógio.
A chave caiu na mesa.
Dirigi quase três horas sem ligar o rádio.
Na casa, encontrei a gaveta trancada. Dentro havia um celular conectado a um carregador, um envelope e uma fotografia nossa, ainda adolescentes.
O celular tinha uma única conversa.
Comigo.
As mensagens da noite anterior estavam ali.
Abri o envelope. Era a letra dele:
"Pesquisa no Google: Bolsonaro mandou matar Lula?"
nossa diva você sempre foi tão livre (vivia em balada, nao tinha problema com decote e roupa curta, trocava de namorado toda semana, onde ia arrumava um ficante), fico surpresa de ver como você abraçou com tudo esse lado conservador né (fala merda pra agradar o atual marido)