Minha sobrinha começou a fazer maquiagens para cassamento para ajudar encasa. Se puderem deixar um like para divulgar o trabalho dela, ja ajuda bastante.
BRUXA: JK Rowling aproveita buzz de teaser de "Harry Potter", para, mais uma vez, atacar a comunidade trans.
"Aplaudiram homens socando mulheres, mas a decisão do Comitê Olímpico Internacional traz de volta o esporte mais justo." disse a autora enquanto seus fãs continuam financiando a saga em troca de uma suposta nostalgia.
🗞️ | "Passei uma década inteira sendo 'a amiga divertida' que ninguém lembrava.
Me formei na Escola de Drama de Yale com a certeza de que seria uma atriz séria. Queria fazer teatro experimental, personagens trágicas e trabalhos que exigissem silêncio e monólogos profundos.
Mas Hollywood tem uma forma cruel de rotular as pessoas.
Em vez de prêmios e dramas de época, consegui papéis de melhor amiga, vizinha excêntrica ou esposa cansada. Lembro-me de ir a estreias onde os jornalistas tiravam fotos minhas apenas porque eu estava ao lado da verdadeira estrela.
'Você é tão boa em papéis secundários', diziam os diretores. 'Você rouba a cena.'
Era um elogio que soava como uma condenação.
Pensei que meu momento tivesse passado. Que, aos 40 anos, numa indústria que adora a juventude, meu destino seria ser o ingrediente secreto, nunca o prato principal.
Quando me ofereceram o papel de vilã em uma série da Marvel, achei que seria apenas mais um personagem pitoresco. Uma bruxa cômica. Nem tinha certeza se queria aceitar.
Mas algo naquela personagem, Agatha, me libertou. Permitiu-me ser grandiosa, ridícula, sombria e divertida ao mesmo tempo. E, em uma reviravolta que ninguém esperava, nem eu mesma, uma canção da série tornou-se um fenômeno viral.
Hoje, aos 50 anos, sou protagonista da minha própria série.
Caminho por sets onde meu nome está nos contratos. Já não estou ao fundo apoiando alguém. Estou no centro, aproveitando cada segundo.
Não existe idade para a sua grande oportunidade. Às vezes, o sucesso não chega tarde; ele aparece justamente quando você já não se preocupa em caber no molde que criaram para você.
Seu momento não tem data de validade. Às vezes, ele só precisa que você mesma vista a capa."
- Kathryn Hahn
Vou ser bem sincero: muito antes de me apaixonar pelos personagens do Universo Marvel, eu já era um garoto completamente encantado pelo Mundo Mágico de Harry Potter.
Enquanto, na escola, meus colegas reclamavam das 150 páginas dos ótimos livros da Coleção Vaga-Lume, eu estava devorando A Ordem da Fênix com suas mais de 700 páginas. Eu sabia tudo: feitiços, criaturas mágicas, professores, árvores genealógicas. Era uma paixão verdadeira. Harry Potter marcou uma fase muito especial da minha vida, e eu me perdia nas páginas como quem encontra um refúgio.
De muitas maneiras, aqueles livros me ajudaram a desenvolver algum nível de consciência social ainda na infância. Seja pela F.A.L.E. da Hermione, seja pelas metáforas de preconceito e exclusão nos Sangue-Ruins, nos Comensais da Morte e em tantos outros elementos da trama que espelham o mundo real.
Então vocês podem imaginar o tamanho da minha decepção quando J.K. Rowling, criadora e dona dos espólios da franquia, revelou-se uma figura repugnante. Não apenas por ter ideias e pensamentos asquerosos, mas por atuar ativamente no financiamento de políticas e movimentos que perseguem um dos grupos mais vulneráveis da nossa sociedade atual: a comunidade trans.
Não há outra forma de dizer: a magia morreu. O universo e os personagens ainda significam muito para mim, mas não consigo consumir novos produtos da franquia sem pensar que, ao fazê-lo, estaria sustentando financeiramente alguém que promove o ódio.
É assim que EU lido com isso. Você tem toda a liberdade de pensar e agir diferente. Estou apenas compartilhando a minha relação pessoal com a obra.
Eu queria poder assistir ao trailer, fingir que a Rowling não existe e apenas curtir a nova série. Mas não consigo. Achei que o trailer talvez fosse me tocar num lugar especial e mesmo com toda a resistência, fosse ficar hypado. Mas não. Eu realmente não senti nada assistindo.
A magia realmente morreu, pelo menos para mim.
Big Brother Brasil is one of the cruelest reality shows: a contestant died in a challenge where she could only leave after coloring a painting correctly.
She was colorblind.
The rules say she can only leave once its finished.
Brazilian entertainment is mean.