mermão, se baste!
sair sozinho não é uó.
amigo não chamar pra sair, não é uó!
paquera desmarcar (ou dar desculpa) não é uó.
seja seu rolê, seu esquema, seu parceiro!
Cê vai ver como é daora!
Se baste, se goste!
não tem nada errado com vc!
@willmourds Entendi que esse “quase” não é seu caminho, é um “ajuste na rota” logo eu falaria: gato vamo de ajudinha pq gasolina tá caro né? Em tom de piadinha pra vê se ele se toca! Já que se for amigo mesmo, tem intimidade e se tem intimidade, não precisa pisar em ovos!
A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 era, infelizmente, mais do que previsível. Tudo caminhava para esse desfecho. Não apenas pelo desempenho medíocre da equipe, muito distante da seleção que povoa a memória afetiva rodriguiana de tantos brasileiros, mas também por todas as evidências que estavam escancaradas desde o início desse ciclo.
Falta talento a esta geração, e a culpa nem é dela. O futebol brasileiro alijou e sabotou jovens sistematicamente, tentando espelhar um modus operandi europeu porque, claro, somos vira-latas. O Vini Jr., coitado, é a andorinha que não faz verão.
O treinador, apesar do currículo vitorioso, parecia muito mais preocupado em fazer publicidade e agradar patrocinadores do que em formar uma equipe de verdade. E, acima de tudo, havia a insistência em convocar um ex-atleta em atividade, hoje muito mais reconhecido por sua carreira no Instagram.
Neymar é uma das piores coisas que aconteceu para o futebol brasileiro nos últimos vinte anos. E olha que passamos por crises bem severas nesse período. Não consigo imaginar um norte pior para tantos jovens. Neymar é o símbolo de uma era que transformou dinheiro e ostentação em virtude. O talento que o popularizou ficou em último plano. “Exxxquece!”
Quem desfila há tempos é o homem de 34 anos que age como um menino (menino!) de 14, que provoca, humilha ou menospreza adversários, que agride companheiros de equipe, que xinga árbitros e que se acha maior do que as instituições que representa. Até porque, para alguns bajuladores, que medem grandeza por seguidores no TikTok, ele é.
Sonhávamos com um hexa e faturamos um diferente: seis Copas do Mundo consecutivas sem conquistar o título. Quando esta Copa acabar, estaremos atrás não só da Noruega (um país com oito meses de inverno e do tamanho do Maranhão), mas também de argentinos, mexicanos, colombianos e, em certa média, até de cabo-verdianos.
Sim, meus amigos. No futebol, o Brasil regrediu. O Brasil se apequenou. Encolheu-se diante de indivíduos, de marketing, do dinheiro e, por fim, diante de um influencer.
Mais um.
Aliás, já jogaram no Tigrinho hoje? O pai tá on!
(Som de risada idiota de pai de família que sofre de síndrome de Peter Pan…)
Essa conta não foi feita pra elogiar (de verdade), mas para ela eu sempre abrirei uma exceção: Thelminha. Gastou uma pequena fortuna nessa condenação. Sozinha, sem panelinha, sem fofoqueiro, sem campanha de famoso “militando”. Apenas por acreditar na importância do q fazia. ❤️
OLHA ELAAA, CAMPEÃ! 10 anos depois, o grito finalmente saiu. Protagonista do início ao fim, ela voltou pra buscar o que SEMPRE FOI DELA. A gente esperou, acreditou e nunca soltou a mão. Hoje, sem pausa e sem medo: ANA PAULA É CAMPEÃ DO #BBB26! 👑💛 #AnaCampeã