fico imaginando se os 3 primeiros filmes do tom holland tivessem essa qualidade... foram 10 anos jogados fora por preguiça dos produtores e a pessima escolha de direitor
no way home se sustentou pelo fanservice mas imagina se tivesse a qualidade do ultimo junto
Plata traz um poder de associação e velocidade no contra ataque. Cruzeiro tende a dar mais campo nesse primeiro jogo.
BH e Arrascaeta trazem um bom poder ofensivo porém não sou fã do BH em início de jogo. Porém BH traz uma boa qualidade que é a bola aérea ofensiva, que tem dois bons zagueiros como FB e Jonathan Jesus (e altos).
Flamengo tende abrir bem o campo com amplitude dos laterais também. Acredito que essa escolha traz uma possibilidade de um bloco mais alto.
Esse foi o time contra o Bahia no maracanã. A única ressalva q tenho em relação ao encaixe do modelo é o Alex Sandro. De resto, na minha cabeça esse seria o time titular da temporada. Evertton segurando as transições, paquetá vendo o jogo de frente e o quarteto de frente titular
o futebol brasileiro segue formando os ditos meio-campistas “modernos.”
e toda a semana eles estão na sua TV- diante dos seus olhos.
o Brasileirão 2026, apesar dos debates sobre arbitragem, favorecimento ou desfavorecimento, clubismo etc etc...
tem um talento essencialmente criativo, exposto aos torcedores, bombardeados por debates improdutivos.
aqueles, os poucos, que ainda não foram contaminados enxergam a nova safra que não precisa de validação europeia para existir todas as semanas na sua televisão.
Zé Lucas, do Cruzeiro, sendo titular aos 18 anos em jogo do Brasileirão.
João Cruz, o meio-campista do Athletico Paranaense, faz silenciosamente um torneio estrondoso e com potencial/teto enorme de evolução.
Marcos Antônio, o regista do São Paulo.
Martinelli e sua elegância no meio-campo do Fluminense.
Gabriel Bontempo, o creator da Baixada Santista.
Bidon e o modernismo comandado por Fernando Diniz.
Huguinho, grata revelação do Botafogo
assim como Gabriel MEC, um dos maiores talentos da próxima geração brasileira.
o Brasil segue formando meio-campistas talentosos e modernos
e o olhar sobre o talento brasileiro precisa ser ressignificado pelos brasileiros- e não por olhares estrangeiros.
num futebol brasileiro de calendário odioso, gritos e arbitragens, quase não sobra tempo para a pausa.
sim, a Pausa. seja como estilo de jogo, mas também para nos olharmos no espelho e nos encararmos.
o talento está aqui, toda a semana, mesmo que tentem destruir a beleza do futebol brasileiro.
abram a janela, vejam o sol.
ele sempre há de brilhar nos gramados do nosso país.
e eu me recuso a desacreditar na beleza da nossa criatividade.
10 da noite de uma segunda feira
meu amigo de infância irmão de coração me manda a seguinte mensagem: “quando der me liga.”
eu respondo na hora preocupado: “qual foi mano? tá tudo bem? fala comigo”
ele insiste: “quando der me liga.”
eu ligo
ele atende e diz: “haaam, já deu?”
Yáser Asprilla é um meia que pode jogar pelos dois lados e também por dentro. O drible é uma parte muito importante do seu jogo, principalmente em espaços curtos, usando muito do engano para criar vantagem. Algo que gosto bastante nele é o drible no primeiro toque. Gira e conduz.
🚨Brabox respondeu as pessoas que estão tentando acabar com o campeonato dos streamers de Proclubs
"Tão dizendo que o stagiario é pro" 😓
#brabox@loud_braboxp