Perfil e opiniões pessoais. Jornalista, planejamento de mkt e comunicação, Mestre pela UFSCar e pesquisador do NEPeTeCS. Digital, mídia, fotografia e livros.
E, pior, nós damos conta de que envelhecemos bastante. Que ainda tem muito ídolo, referência, pessoas históricas - para o bem e para o mal - que estão à beira da morte.
Um tempo (o meu, de uma geração) dá sinais de aceleração. Um mundo já sem Pelé, Jô, Chico Anísio, Hebe, Gal, agora SS. A cada um que vai, quem ainda está e fala sobre a morte de quem partiu reaparece com idade avançada. Gente que também se prepara (se é possivel) para o fim.
Ceis Dslcpm. O maluco lá meteu a crítica sobre world campeonato dos EUA. Mas não consigo gostar dele. Primeiro pelo tipo insuportável, segundo pq é americano.
@FabioXimenez sim. na minha visão, até mesmo as marcas grandes, renomadas e que mantinham boas políticas de comunicação estão pesando demais a mão com isso.
Trabalho com marketing há uns bons anos e até entendo algumas estratégias. Mas qual é o limite entre realmente converter e aumentar o famoso "share of wallet" ou cansar, desgastar a relação e fazer o cliente ou potencial consumidor criar uma certa repugnância pela sua marca?