Depois de uma certa idade, meu amigo, a gente não pode mais colocar a culpa na infância, no pai ausente, na mãe tóxica, na escola que não nos entendeu. Isso até explica muita coisa, mas não justifica tudo. Chega um ponto em que não somos mais produto do ambiente, somos produto das nossas escolhas. E aí é duro encarar o espelho. Porque se a vida não anda, a responsabilidade não é mais de quem te criou. É sua. Eu sei, dá vontade de encontrar culpados. É fácil culpar o passado, mas culpar o passado é uma distração do futuro. A vida pede coragem de assumir a própria história. Coragem de se curar, de se reconstruir, de ser a pessoa que nunca te ensinaram a ser. Curar-se não é luxo, é sobrevivência. Crescer não é opção, é necessidade. Você ou pega as rédeas, ou passa a vida inteira preso nas desculpas que inventa para não se mover. E sabe qual é a verdade que ninguém gosta de ouvir? Ninguém vai vir te salvar. Não existe príncipe, fada madrinha, nem coach com manual de felicidade garantida. Cabe a você ser a pessoa que faltou na sua vida. Cabe a você se tratar com o cuidado que não recebeu, com o carinho que não teve, com o respeito que tanto procurou nos outros. Ou você escolhe se continua sendo refém daquilo que te feriu ou decide escrever uma história nova. A dor não tem como evitar. Mas o destino, ah… o destino você pode reinventar todo santo dia.
Gente, o instagram criou a ilusão de que um relacionamento se resume a viagens, jantares em restaurantes e experiências incríveis... mas um relacionamento se constrói no dia a dia, na vida doméstica, no cansaço, no tédio
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Quando Clarice Lispector disse:
“Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras pessoas. E outras coisas.”
Ela estava certíssima.
#PodeCravar 🤝
Dorival Júnior está de volta ao São Paulo Futebol Clube. O técnico aceitou a contraproposta enviada pelo clube e assinou termo digital há pouco.
Contrato até o fim de 2026.