Supongo que no había mejor momento para la caída de PlayStation Network después de esto, de momento el servicio lleva caído 4 horas
Que pensabas descargarte un juego de tu biblioteca digital y no puedes? Que pena no tenerlo en físico, no? 🥲
#NoDiscNoBuy
If you’re a Roman Catholic & you support Jaden Ivey being fired because he called your religion false, shame on you.
If you’re a member of the LGBTQ community & you support Jaden Ivey being fired because he doesn’t support Pride or gay marriage, shame on you.
If you’re a sports media member & you say Jaden Ivey is mentally ill, shame on you.
Jaden Ivey was fired for simply holding to historical, foundational, Biblical Christian beliefs. No one should be fired for that in the NBA or any other sports league.
If you support Ivey’s firing, the problem is actually with you, not him.
Brazil’s Supreme Circus: Where Justice Goes to Die and Democracy Goes to Hide
If you wanted to design a judicial system that looks legitimate on the outside while rotting from the inside, you would not need a think tank.
You would just study Brazil’s Supremo Tribunal Federal.
At the centre of this national telenovela masquerading as a democracy stands Dias Toffoli — the man affectionately nicknamed “the friend of my father’s friend,” as if that were an actual qualification for overseeing a nation of 203 million people. Spoiler: it is not.
Toffoli’s legend began when Crusoé magazine exposed the kind of financial creativity normally found in offshore spreadsheets and crime dramas. Instead of resigning in disgrace like any self-respecting official in a functioning republic, he doubled down and chose his perfect partner: Alexandre de Moraes, a man whose understanding of constitutional law appears to begin and end with the phrase “because I said so.”
Brazil used to fear organised crime.
Now it fears organised courts.
Let us revisit a charming footnote from 2021: former Rio governor Sérgio Cabral — a man who would know corruption because he practically invented half of it — stated that Toffoli allegedly received millions to “modify a vote” and sprinkle precautionary measures like confetti over the political elite. Conveniently, Cabral’s own convictions were later annulled by the very same Toffoli.
Imagine that.
In any other country, this would be satire.
In Brazil, it is Tuesday.
This is not a judiciary.
It is an immunity vending machine.
And every time the Brazilian public demands accountability, transparency, or even basic legality, the response from the temple of the toga is predictable: censorship orders, investigations with no victim, and rulings that treat the constitution like a suggestion rather than the highest law of the land.
The public is told to trust institutions that have long since stopped trusting the public.
Asking Dias Toffoli to voluntarily step aside is like asking a fox to leave the henhouse because it has eaten enough chickens. It will not happen. But let us be clear: democracies do not collapse because people criticise the courts. Democracies collapse when courts behave like monarchies.
Brazil deserves a judiciary that respects its constitution, not one that rewrites it on a whim.
Brazil deserves separation of powers, not a Supreme Court that confiscates them.
And Brazil deserves justice, not a cartel with gavels.
Until the political class confronts the rot head-on — legally, transparently, constitutionally — Brazil will continue to sink into this surreal blend of authoritarianism and farce.
The question is no longer whether Brazil is in crisis.
The question is how much more the country will tolerate before reclaiming the republic it was promised.
O povo iraniano está em peso nas ruas se manifestando contra o regime e se não fosse o X ninguém ficaria sabendo disso, já que a grande mídia está fingindo não saber.
O que essa entrevista expõe não é opinião. É a anatomia de um país que prefere fingir virtude a lidar com a realidade.
A narrativa nunca nasce onde o problema explode. Ela nasce longe do caos, longe do chão, longe da dor. Quem vive o colapso quer solução. Quem está protegido quer discurso. É por isso que as vozes mais barulhentas contra qualquer ação concreta quase sempre vêm de quem não pisa no território dominado pelo crime, não vê criança perdida, não sente o medo diário, não enterra os seus.
Ali não existe teoria. Existe logística humana em estado bruto. Pessoas chegando sem nada. Sem documento, sem comida, sem remédio, sem noção de onde estão. Quando a vulnerabilidade é total, o crime entra primeiro. Tráfico, exploração, sequestro, abuso. Isso não é ideologia. É padrão histórico. E quem finge não entender isso está sendo desonesto ou cúmplice.
Acolhimento não é slogan. Não é hashtag. É operação de Estado. Triagem, abrigo, interiorização, emprego, controle sanitário, proteção de mulheres e crianças. Isso não rende aplauso em rede social, mas impede tragédia real. O problema é que, no Brasil, fazer o que funciona virou crime moral. Planejar virou suspeito. Organizar virou “autoritarismo”.
E aí surge a perversão central do debate. Quem vive sob o domínio do narcoterrorismo pede contenção. Quem vive longe, com conforto e opinião pronta, condena a contenção. O mapa da hipocrisia coincide perfeitamente com o mapa do ar-condicionado. A narrativa é sempre escrita por quem tem tempo de narrar, nunca por quem está tentando sobreviver.
Isso se conecta com algo muito maior. O Brasil hoje não é governado apenas por quem recebe voto. Existe uma engrenagem paralela que revisa decisões políticas, redefine limites, impõe medo e paralisa o Estado. Uma estrutura que age como poder moderador informal, sem freio, sem responsabilidade e sem voto. Isso não é equilíbrio institucional. É tutela.
Quando essa tutela se soma à indústria da narrativa, o país entra em coma estratégico. Não se discute soberania, defesa, infraestrutura, energia, desenvolvimento. Tudo vira rótulo, tudo vira torcida, tudo vira caça moral. O Brasil não avança porque foi treinado a odiar planejamento e desconfiar de qualquer ideia que exija disciplina.
A fala expõe um realismo que fere o orgulho, mas salva países. Não existe soberania simbólica. Soberania exige logística, capacidade, indústria, prontidão, cadeia produtiva, comando. Um Estado que terceiriza sua própria sobrevivência vira refém. Um povo que zomba de quem planeja acaba governado por quem improvisa.
No fim, o recado é simples e brutal. Instituições não são torcida. Técnica não é ideologia. Planejamento não é autoritarismo. E um país que transforma a realidade em tabu acaba sendo governado por fantasias.
Esse vídeo não conforta. Ele incomoda.
E hoje, incomodar é o primeiro passo para acordar.
Venezuelan opposition leader Enrique Márquez has been freed from prison as part of an initiative announced by the authorities to release political prisoners.
Márquez was a candidate in the 2024 presidential election. He and Edmundo González were the only candidates who refused to sign an agreement with the Maduro government.
Márquez was arrested on January 7, 2025, just days before Maduro’s inauguration.
Ser de esquerda em 2026 virou:
— Defender anistia pro Marcelo Odebrecht e Joesley Batista, mas cadeia para Débora do Batom;
— Ficar triste porque os prisioneiros políticos da Venezuela estão sendo soltos;
— Entre o povo iraniano e a ditadura iraniana, escolher a ditadura;
— Ficar caladinho sobre o contrato de R$ 129 milhões da esposa de um ministro do STF;
— Jamais comentar ou protestar contra a morte de qualquer trabalhador nas mãos de criminosos;
— Mas fazer um escárceu quando criminosos morrem de fuzil na mão.
Estou errado?
- Quem precisou fugir do país?
Os venezuelanos.
- Quem teve que comer cachorro?
Os venezuelanos.
- Quem teve parentes e amigos presos ou mortos por Maduro?
Os venezuelanos.
- Quem é contra a queda de Maduro?
O esquerdista vagabundo que mora bem longe da Venezuela!
Um VENEZUELANO confrontou um bando de canalhas comunistas que protestavam em defesa de NICOLÁS MADURO na SUÍÇA!
Sim, na SUÍÇA! Gente que nunca pisou na Venezuela defendendo o ditador sanguinário!
Só esquerdista canalha que nunca viveu esse horror está defendendo MADURO!
A Venezuela não tinha mais soberania a ser preservada. Não há soberania em regimes tirânicos com instituições falidas. Soberania que não é do povo não existe. Tirar Maduro é devolver a soberania à Venezuela. O resto é propaganda ideológica
Quem diria. Quem poderia imaginar. Aquele ar teatral de espanto, sobrancelha arqueada, voz modulada, gráfico colorido no telão. Déficit explodindo nas estatais e a grande imprensa fingindo surpresa, como se tivesse acabado de descobrir fogo.
O roteiro é velho. Primeiro vendem a ideia de que tudo está sob controle. Depois tratam o rombo como fenômeno climático. Uma fatalidade. Algo que simplesmente acontece quando o Estado cresce, quando o “social” avança, quando o dinheiro público vira massa de manobra política. Ninguém roubou. Ninguém errou. Foi o vento.
O mesmo grupo que passou anos normalizando aparelhamento agora apresenta números como se fossem meteorologia. Correios, estatais, fundos, empresas públicas sugadas até o osso. O contribuinte pagando a conta enquanto o discurso oficial pede calma, paciência e confiança. Confiança em quem já provou não merecer.
O mais curioso não é o déficit. Déficit é consequência. O curioso é a encenação. O espanto ensaiado. A tentativa de vender a ideia de que isso não era previsível. Era. Sempre foi. Está no DNA de um modelo que confunde Estado com partido e cofres públicos com projeto de poder.
E aí surge o detalhe que ninguém enfatiza. O rombo cresce exatamente onde a gestão deveria ser técnica. Onde eficiência deveria ser regra. Mas eficiência não dá voto. Cabide dá. Aliança dá. Silêncio cúmplice dá.
O Jornalismo que hoje aponta o gráfico é o mesmo que ontem aplaudiu o discurso. O mesmo que chamou alerta de terrorismo fiscal. O mesmo que ridicularizou quem avisou que a conta chegaria. Agora a conta chegou. E fazem cara de paisagem.
Não é surpresa. É método. Não é acidente. É projeto. E enquanto o teatro continua, o cidadão aprende mais uma vez que, no Brasil, o espanto costuma ser apenas mais uma forma de mentira.🤡
Barroso chorou ao falar da ajuda a refugiados que fogem da ditadura de Maduro. Mas cadê essa emoção quando julga pessoas por posicionamento político no Brasil? Lágrimas para venezuelanos enquanto os brasileiros sofrem. Sensibilidade "conveniente" do Supremo!