A crise de credibilidade do STF é gravíssima. As suspeitas envolvendo o Banco Master precisam ser investigadas com rigor, transparência e independência. O Senado não pode servir de escudo para ministros do Supremo. Ninguém está acima da lei! Blindagem institucional é incompatível com democracia.
Quando nada mais parecer fazer sentido, lembre-se de que, mesmo diante das maiores injustiças, ele jamais perdeu esse sorriso.
Porque nunca foi apenas sobre ele.
Sempre foi por nós. Sempre foi pelo Brasil. Sempre foi pela liberdade.
Sempre foi pela fé inabalável de quem acredita que, acima das injustiças dos homens, existe a justiça de Deus.
E essa justiça jamais falha.
@jairbolsonaro
Rogério Marinho ganha importantes apoios e se credencia para derrotar Alcolumbre
A reeleição de Davi Alcolumbre vai ficando cada vez mais complicada, quase impossível. É o que se deduz pelas mais recentes movimentações de bastidores.
Parlamentares do PL, do Novo e do PP devem se reunir na próxima terça-feira (3), em Brasília, para manifestar apoio ao senador Rogério Marinho (PL) como próximo presidente do Senado Federal. A ideia é reunir os senadores que o apoiam para demonstrar força política.
A expectativa é que o encontro funcione como um lançamento da candidatura de Marinho, após a definição de apoio ao nome do senador pelo grupo.
A partir de 2027, o PL terá 28 senadores com direito a participar da votação, enquanto o Novo contará com três integrantes na Casa. No PP, mais da metade da bancada deve declarar apoio a Marinho.
Oficialmente, porém, o PP divulgou uma nota conjunta com o União Brasil em apoio à reeleição de Davi Alcolumbre (PP) para a presidência do Senado. Há, no entanto, uma ala do partido ligada ao senador Flávio Bolsonaro (PL) que é contrária à decisão. Quatro dos seis senadores do PP — Guilherme Derrite, Tereza Cristina, Laércio Oliveira e Hiran Gonçalves — apoiam Marinho.
A articulação para levar Marinho ao comando da Casa Alta começou durante a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Entre os objetivos do grupo está ampliar a capacidade de atuação da oposição no Senado, especialmente em pautas relacionadas a pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e à análise de futuras indicações de Lula (PT) para a Corte.
Matéria do Jornal da Cidade Online