🚨🚨🚨 BOMBA ATÔMICA!
O VÍDEO QUE VAI EXPLODIR O BRASIL!
Alexandre Ramagem acaba de denunciar os nomes dos três delegados da PF que, segundo ele, participaram da FRAUDE MAIS SUJA DA HISTÓRIA contra Filipe Martins:
🔥 FÁBIO SHOR
🔥 MARCELO IVO DE CARVALHO, o que foi corrido dos EUA
🔥 ADRIANO CAMARGO
Eles teriam usado um REGISTRO FALSO nos Estados Unidos para manter um inocente preso por seis meses e tentar forçar uma delação que NUNCA EXISTIU!
Polícia Federal transformada em MILÍCIA POLÍTICA de Moraes e Lula!
Assista ao vídeo antes que tentem apagar! Compartilhe até o último canto do Brasil!
A VERDADE não pode ser censurada! 🇧🇷🔥
#FilipeMartinsInocente #FraudePF #RamagemDenuncia
Opa, essa é fácil.
- Porque desigualdade é um tema relevante para intelectuais, não para o povo.
- As pessoas comuns se incomodam com a pequena desigualdade (o cunhado que ganha mais, o vizinho com carro melhor). Não veem problema e até admiram milionários fora de sua convivência (o jogador de futebol, a celebridade).
- O que de fato as incomoda é o dinheiro conquistado sem merecimento - por exemplo, o parente encostado que passa o dia sem fazer nada mas ganha uma pensão do governo.
Próxima pergunta!
Para quem acha que a imprensa vai fazer meia-culpa por ter transformado Antony Faucci em grande fonte de autoridade, sinto dizer, mas você está enganado. Há décadas, grandes veículos usam as mesmas fontes de autoridade para anunciar previsões alarmistas que se provaram falsas. Os cortes deste vídeo👇 mostram exatamente isso: previsões sobre o fim da água potável já no início do século 21 e problemas de superpopulação no mundo. Em uma delas, o repórter da Globo cita um documento da ONU afirmando que “todos os dias, 300 espécies de animais e vegetais desaparecem do planeta”. Se isso fosse verdade, em um único ano desapareceriam 109.500 espécies. Dados recentes e científicos mostram que esse número está absurdamente inflado.
Nesta semana eu publiquei um artigo no Poder 360 falando sobre o que a imprensa faz questão de apagar dos registros. Demorei muito tempo para encontrar esses cortes👇.Precisou de muita pesquisa. E isso é proposital. Afinal, a memória e as narrativas também são construídas pelas ausências.
Leia o artigo👉: https://t.co/Us0jIV8iyC
#MaisVocê
Elon Musk broke the media's most powerful weapon on live television.
With a speech from Barack Obama.
Take a speech from Obama or Hillary. Read it to someone on the left. Tell them it's Trump.
Musk: "What do you think of this speech by Trump? Oh wow, he's the worst person ever. Actually, that was a speech by Obama. Actually, that was a speech by Hillary."
Same words. Same positions. Opposite reaction.
The ideas were never the problem. The name attached to them was.
If the audience can't tell Obama's position from the one they're calling "far right," the label was never about policy.
It was about control.
The interviewer pressed him on his support for what she called the far right.
Musk: "No, I support the normal people. What you call the far right, falsely."
She kept pushing.
Musk: "I would like to just admonish you and the media for the absurd characterization of the far right, which is false and misleading and nonsense."
Then this.
Musk: "Please keep this part in."
Five words that say more about modern media than four years of journalism school.
He's not asking for fairness. He's preempting a cut he knows is coming.
That's how the machine works. The parts that expose the framing get cut to protect the frame.
Musk: "You could go back 10 or 15 years and these policies were completely normal."
The positions never moved. The window around them did.
The establishment didn't defeat these ideas. It reclassified the people who held them.
Took mainstream positions. Shifted the acceptable center. Then called everyone who didn't move extreme.
The most effective censorship isn't silencing a position. It's renaming it until it sounds dangerous.
Then the interviewer abandoned policy entirely.
Zanny Minton Beddoes: "It's why people loathe you."
That was the kill shot. On camera. Designed to make him flinch. Soften. Walk it back.
Musk: "Maybe some people do loathe me. I don't care."
Then he buried her.
Musk: "A quarter billion people follow me. I think a lot more people actually like me than don't. And I think a lot more people hate you and the media more than you realize."
She came with a label. She left with a mirror.
The spectrum didn't move right. The establishment moved left and relabeled everyone who stood still.
You don't need to win an argument if you control what the positions are called. You don't need to be right if you decide who gets called wrong.
The public was never asked to evaluate the idea. It was told who said it. That was enough.
That's not journalism. That's power wearing a press badge.
Elon Musk just showed a quarter billion people the mechanism.
And a mechanism that depends on nobody seeing it can't survive exposure.
En 1979, un presentador de TV le preguntó a Milton Friedman si no le daba vergüenza defender un sistema basado en la codicia.
La respuesta se estudia hasta hoy:
«—Cuando ves la mala distribución de la riqueza, tan pocos que tienen tanto y tantos que no tienen nada… ¿nunca has dudado del capitalismo, de si la codicia es una buena idea?
—Primero dime: ¿conoces alguna sociedad que NO funcione con codicia? ¿Crees que Rusia no funciona con codicia? ¿Que China no?
¿Y qué es la codicia? Ninguno de nosotros es codicioso, claro. El codicioso siempre es el otro.
Los grandes logros de la civilización no salieron de despachos del gobierno. Einstein no construyó su teoría por orden de un burócrata. Ford no revolucionó el automóvil así.
Los únicos casos en la historia en los que las masas escaparon de la pobreza son aquellos donde hubo capitalismo y libre comercio.
—Pero parece premiar la habilidad de manipular el sistema, no la virtud.
—¿Y qué premia la virtud? ¿Crees que un comisario comunista premia la virtud? ¿Un Hitler? ¿Crees que los presidentes americanos eligen sus cargos por virtud… o por peso político?
Dime: ¿dónde están esos ángeles que van a organizar la sociedad por nosotros?
Yo ni siquiera confío en ti para hacerlo.»
Esses vídeos de supermercado vão eleger o Flávio Bolsonaro.
Esse é um dos melhores que vi. Recomendo assistirem e enviarem sem dó para amigos, vizinhos e familiares.