@lsantanna@CNNBrasil@MarcioGreporter Fizessem leis antes das eleições para essa situação e nao anular. Quem mora no exterior nao pode querer ter um país melhor para voltar? Anulando esses votam apenas ratifica que essas pessoas devem permanecer fora mesmo!
É uma responsabilidade e uma honra estrear em uma Copa do Mundo comandando o Brasil. Vamos viver esse momento com alegria e entusiasmo, porque é um capítulo muito especial da minha história. Vamos, Brasil! #BateNoPeito
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ
Esse apoio ao nome do filhote do Valdemar é vergonhoso. O próprio Eduardo sempre verbalizou sua ojeriza ao centrão. Uma turma corrupta por natureza, fisiológica, patrimonialista. O padrinho foi apoiador do PT, do Lula, da Dilma, fizeram esquema em todos os lugares por onde passaram. Foi preso por corrupção e até hoje seu partido ainda tem cargos e estreita ligação com Lula e o PT. A criatura foi criada à imagem e semelhança do seu criador, Valdemar. É seu pupilo, seu protegido, seu preferido. Porque será? Saíram derrotados os pre-candidatos do Jair Bolsonaro, que era o Mello Araújo e o próprio candidato do Eduardo, que era o Mário Frias. Tudo isso a troco de que ? Não importa que tipo de negociação houve, o que importa é que o pupilo do Valdemar é parceiro do PT. Assim como Alcolumbre e Motta, se elegeu na Alesp junto com o PT. É centrão na veia. Nunca foi e jamais será direita. Centrão é o câncer do Brasil. Pior que a esquerda, porque se finge de direita quando convém para poder obter espaço, poder, dinheiro, verbas, cargos, emendas e tantos outros esquemas que saqueiam nosso país há décadas. Por tudo isso, vejo com muita tristeza essa capitulação de um pragmatismo vergonhoso e contraditório com todo o discurso feito até hoje.
Por que tanta gente, no Brasil, e um pedaço da própria máquina do Estado, insistiu durante tempo em um evidente equívoco? Em que momento perdemos o bom-senso, no País? E o que podemos aprender, com isso tudo? Meu artigo no @estadao: https://t.co/MoRINoKG3G
Mais um artigo preciso e irretocável do Fernando Schüler! 👏👇
“500 reais, via Pix. Foi a ajuda do Alcides Hahn para a vaquinha do ônibus que levou um grupo de manifestantes para Brasília, dias antes do 8 de janeiro.
Hahn tem 71 anos e é um desses pequenos empresários “colonos”, que fizeram a força comunitária do interior de Santa Catarina. Alguém pode sugerir que ele “sabia de tudo”. Sabia que aquelas pessoas iriam ocupar a Esplanada, invadir os prédios, pintar aquela estátua com o batom vermelho e tudo mais. Mas dizer isso não passa de um patético cinismo.
O fato é que ele foi condenado a 14 anos de prisão. E só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso.
Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília e nem tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de enquadramento objetivo. Apenas de “entendimento” bem-amarrado.
“Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o crime “multitudinário”.
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A gordura escorre de cada uma dessas palavras e me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma tese absurda.
Alcides não tem foro, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve a conduta individualizada? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas.
Tudo me fez lembrar do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”.
Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se decria, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”.
O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia.
Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”
A primeira vítima do fanatismo e da guerra política é o bom-senso. Ou o que Weber um dia chamou de "senso de proporção". Não sei se um dia vamos recuperar isto, no Brasil. Espero que sim. Meu artigo no @estadao: https://t.co/GSdQWjfmVe
Estes são os famosos “financiadores do golpe”, segundo a (in)justiça tupiniquim.
Três pequenos empresários que ajudaram a pagar ônibus para as manifestações em Brasília, mas sequer estiveram na capital federal. Contribuições de $500 e $1000 reais produziram penas de 14 anos por golpe de estado e abolição violenta da democracia.
Enquanto isso, seu algoz e respectiva esposa ficavam ricos através de um contrato milionário inexplicável com um banqueiro enrolado até o pescoço em fraudes e outros crimes financeiros. 🤮
O Brasil será um lugar mais seguro e mais feliz sem Lula na cadeira de presidente. Já deu para ele. Chega de produto vencido e de tanto imposto. Os brasileiros não aguentam mais!
Fernando Schüler, certeiro como sempre.
Foi tudo pela democracia, não é mesmo?
"“Ilação mentirosa”, respondeu o ministro a Malu Gaspar, na revelação de seu papo, com direito ao “conseguiu bloquear?”, com Daniel Vorcaro. O ministro diz que não recebeu mensagem nenhuma. E que, pasmem, estão querendo “atacar o STF”. Quando li isto me deu um certo cansaço. Mas fui em frente. Malu Gaspar contra-atacou: mostrou os prints. O ministro não apenas aparece recebendo, como respondendo as mensagens. De forma que temos um problema: ou os prints da Malu são falsos, ou é falsa a explicação do ministro.
Cada um pode achar o que quiser. Meu ponto é apenas dizer o seguinte: se isto não for investigado com rigor, e não com o truque de uma “nota explicativa”, podemos concluir - definitivamente – que não somos um País sério.
A frase que mais intriga é meio longa, mas vale ser lida: “apagar dados do celular também indica uma consciência sobre a ilegalidade dos atos praticados pelo agente, na medida em que, se o indivíduo tivesse plena convicção de sua inocência, não teria motivo para eliminar registros que poderiam confirmar sua versão dos fatos”. Entenderam bem? Quem escreveu isso foi o ministro Moraes. Escreveu sobre as mensagens apagadas pela Débora dos Santos, a moça que cometeu o crime hediondo de escrever “perdeu mané”, com um batom vermelho, e condenada a 14 anos de prisão. O fato de que ela tenha apagado as mensagens era um ato de “desprezo pela Justiça e pela ordem pública”.
Vejam só. Agora consta que o ministro usava mensagens de visualização única em suas mensagens para Vorcaro. Exatamente para “eliminar registros”. Mas ok, é possível que as tais mensagens não existam. E que tudo de fato seja uma orquestração da mídia para “atacar o STF”. E logo a “democracia”. E sendo assim, é nosso jornalismo investigativo que precisa se reinventar. Só saberemos disso com uma investigação rigorosa. Coisa que também deveria ter sido feita a partir das denúncias de Eduardo Tagliaferro. O que, como todos sabemos, nunca aconteceu.
O fato é que um padrão se repete. Primeiro, nosso clássico “dois pesos e duas medidas”. O que vale para a Débora não vale para quem detém o poder. A perfeita cara do Brasil. Outro aspecto é retórico: o “querem atacar o STF”.
Ano após ano, depois de 2019, aceitamos a ideia de que os “excessos” do Supremo eram necessários à defesa da democracia. Por este raciocínio, era necessário censurar e bloquear as contas bancárias daqueles empresários do grupo de WhatsApp. Alguns deles por um “joinha”, em um papo-furado digital. Outros por coisa nenhuma. Tudo isso foi justificado, e continua sendo, à base de notas explicativas, como vimos esta semana, e sob a retórica oficial do “ataque” às instituições. O ponto é que talvez agora tenhamos ultrapassado um certo limite. E por aí, quem sabe, as coisas podem avançar um pouco.
O pecado original de todo este processo é a aceitação do poder fora da regra. A criação dos inquéritos, em 2019, é por óbvio um ponto de partida de todo este processo. Criou-se não apenas uma investigação sem prazo, sem fim e sem objeto definido. Criou-se um tipo de poder inovador em nosso edifício republicano. Um poder que opera à margem do sistema de freios e contrapesos.
O ponto aqui, para ser claro, é o seguinte: em uma democracia, não importa que a regra seja quebrada para censurar um humorista ou o presidente de uma associação, como a Unafisco, ou para ajudar um banqueiro prestes a ser preso.
A permissividade democrática é prima-irmã da permissividade ética. O que assistimos confirma uma antiga sabedoria republicana: os homens não são anjos (a expressão é de James Madison). E o poder sem limites leva à corrupção da democracia, e não à sua salvação.
A pergunta que interessa ao País: o poder sairá mais uma vez impune disso tudo? Alguém será responsabilizado por todo o abuso de poder praticado por aqui nos anos recentes? Sendo mais prático: haverá alguma denúncia, por parte da PGR, relativamente a algum ministro? O senador Davi Alcolumbre irá se mover para instalar a CPMI do Master no Congresso?
Em 2022, a presidência do Senado não instalava a CPI da Pandemia e o Supremo entrou em campo: mandou instalar, pois era um “direito da minoria”. Agora teria deixado de ser? O Supremo entrará em campo para mandar instalar a CPMI? Isso e coisas mais prosaicas: na próxima semana, quando a prisão de Vorcaro for julgada no Supremo, algum ministro que tem negócios conhecidos com o banqueiro irá se declarar suspeito para votar? Ou nem isso?
A pergunta, no fundo, é mais ampla: nos tornamos mesmo o País em que um poder simplesmente se encontra fora de qualquer hipótese de controle republicano? Confesso não saber responder a estas questões. Há certa indignação na sociedade. Isto é importante, mas não basta. Chegou a hora das instituições. Se nada acontecer, quem sabe a resposta seja dada nas eleições. Pensando com um certo realismo, a maior probabilidade é que seja exatamente isto que aconteça."
Notícias como essa ajudam a explicar, com clareza, por que o Judiciário se recusa a enfrentar uma reforma estrutural profunda. Quando relações pessoais, interesses e bastidores se sobrepõem à impessoalidade institucional, fica evidente por que a autorreforma nunca acontece. E é exatamente por isso que tenho enfrentado uma campanha tão pesada de ataques , vinda da esquerda e de setores do próprio Judiciário, contra a PEC da Reforma do Judiciário. Quem se beneficia do sistema atual teme perder poder, privilégios e proteção. Cada novo episódio só reforça a mesma conclusão: a reforma não é apenas necessária, ela é urgente.
O discurso dele é o mesmo dos militares durante a ditadura:
“Estamos suspendendo direitos para salvar a democracia e vai durar enquanto houver ameaça”
Só muda a ameaça: antes era o comunismo, agora é um suposto extremismo de direita
OPINIÃO ✍️ FERNANDO SCHÜLER: Nenhuma democracia liberal deveria aceitar como legítimo flexibilizar direitos por uma ‘boa causa’ > https://t.co/J8G2WwOaqh
Em sua análise, @fernandoschuler questiona a ideia de que é justificável a quebra na ordem democrática para salvar a própria democracia.