Vi esse corte do André Esteves e achei muito bom.
Era um cliente que ficou com receio de investir 20% do patrimônio em ações, sendo que antes tinha 100% do patrimônio concentrado na própria empresa.
Vi muita gente comentando que ele conhecia o negócio e tinha controle, o que faz sentido à primeira vista.
Mas conhecer não elimina risco, principalmente quando estamos falando de um ativo único, com risco específico alto e baixa diversificação.
Mesmo na empresa própria, existem diversos fatores fora de controle, como cenário macroeconômico, concorrência, mudanças regulatórias e ciclos de mercado.
Ou seja, o que ele tinha antes era um risco extremamente concentrado.
Ao migrar para uma carteira com apenas 20% em renda variável, distribuída entre várias empresas, ele reduz significativamente o risco específico e melhora a relação risco-retorno do patrimônio como um todo.
O ponto é que, na bolsa, o risco fica visível no dia a dia, o que gera desconforto.
Já na empresa própria, esse mesmo risco existe, mas não é precificado diariamente, o que cria uma falsa sensação de estabilidade.
Pra mim é simples: concentração pode até te deixar rico, mas diversificação é o que te mantém rico.
E aí, concordam com a visão de risco do André Esteves?
Inclusive, ele mesmo segue a risca essa filosofia.
Além das ações do BTG Pactual, o banqueiro tem participação em outros negócios, como a rede de estacionamentos Estapar, como trouxemos anteriormente.
Ah, conta pra gente nos comentários: você investiria R$ 1 bilhão assim?
Créditos: Atom Educacional
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Vi esse corte do André Esteves e achei muito bom.
Era um cliente que ficou com receio de investir 20% do patrimônio em ações, sendo que antes tinha 100% do patrimônio concentrado na própria empresa.
Vi muita gente comentando que ele conhecia o negócio e tinha controle, o que faz sentido à primeira vista.
Mas conhecer não elimina risco, principalmente quando estamos falando de um ativo único, com risco específico alto e baixa diversificação.
Mesmo na empresa própria, existem diversos fatores fora de controle, como cenário macroeconômico, concorrência, mudanças regulatórias e ciclos de mercado.
Ou seja, o que ele tinha antes era um risco extremamente concentrado.
Ao migrar para uma carteira com apenas 20% em renda variável, distribuída entre várias empresas, ele reduz significativamente o risco específico e melhora a relação risco-retorno do patrimônio como um todo.
O ponto é que, na bolsa, o risco fica visível no dia a dia, o que gera desconforto.
Já na empresa própria, esse mesmo risco existe, mas não é precificado diariamente, o que cria uma falsa sensação de estabilidade.
Pra mim é simples: concentração pode até te deixar rico, mas diversificação é o que te mantém rico.
Queridos amigos e clientes, o BTG Pactual informou que identificou atividades atípicas envolvendo o PIX neste domingo (22/03). Como medida preventiva, as operações via PIX foram temporariamente suspensas enquanto o caso é investigado (+)
Segundo o banco, não houve acesso a contas nem vazamento de dados.
A instituição reforça que a segurança segue como prioridade e está à disposição nos canais de atendimento.