É bom ver o Benfica a valorizar finalmente o jogo interior e a ter um ataque posicional eficaz. Não acontecia há várias épocas.
Ótimo trabalho do Marco.
A primeira meia hora do Benfica é de excelente nível. Quase sempre a partir da esquerda, à boleia das trocas e combinações entre Prestianni e Schjelderup, e a ativar o jogo interior com Palhinha e Dahl.
Depois faltou critério para repetir, mas o Vitória continuou sem ameaçar.
Dahl assinou com golo outra boa prestação. É parte importante do triângulo da esquerda, e apesar de não ser um indiscutível, está longe de ser o cepo que muitos diziam.
Echeverri voltou a entrar bem e está a pedir uma titularidade — contra o Celtic talvez.
Boa exibição do Benfica, sobretudo na primeira parte. Controlo total do jogo e qualidade mais do que o suficiente para golear um Guimarães impotente (no campo e na bancada),
Parceria Prestianni x Schjelderup é para manter. Circati segurou a linha defensiva.
Ganhar ao Celtic.
Boa primeira parte do Benfica, e a vantagem sabe a pouco. Voltou a pecar-se na finalização (Schjelderup desperdiçou 2 golos).
A ala esquerda do Benfica está a carburar, com as trocas entre dois os criativos. Do outro lado, Rafa confirma a trajetória descendente.
Está a funcionar muito bem o corredor esquerdo do Benfica. Prestianni e Schjelderup em constantes permutas (só falta o Norueguês finalizar) e Dahl a vir de trás como terceiro homem — excelente combinação com Pavlidis para o golo.
Do outro lado a história é outra, infelizmente.
Tem sido sempre Prestianni o eleito para terrenos interiores, mas o rendimento do Argentino à esquerda e as características de Schjelderup ‘pedem’ uma troca de ideias.
O Rafa ou inverte a fase descendente ou merece banco. Circati tem oportunidade para agarrar o lugar.
Não é a paragem a ‘dar’ a titularidade a Trubin e Lukebakio (em bom plano nas Seleções) ou a El Karouani e Echeverri (tempo de trabalho com o treinador). MS segura a base.
Palhinha-Barreiro no meio-campo é a habitual faca de 2 gumes, resta saber quem compensa com bola.
Ganhar.
1 centímetro ‘em jogo’. Hilariante. É impossível olhar para estas linhas e decidir com certeza. O lógico seria manter a decisão do fiscal, porque não há dados para a reverter. Enfim.
Schjelderup à direita é opção para Marco Silva considerar, sobretudo face ao rendimento de Prestianni à esquerda e à queda de forma de Rafa na direita.
Pode ser a forma de compatibilizar Prestianni, Sudakov e Schjelderup.
Criminoso é cobrar um valor absurdo por um serviço fraco. A indústria da música tinha o mesmo problema — Spotify e outros adaptaram-se. Adaptem-se também.
A entrada de Gabri Veiga é bem mais tornozelo do que pé. Vermelho por mostrar. Tudo o resto é estupidez, disfarçada de raça, que só o Porto pode fazer — ao contrário saem logo cartões.
Arbitragem com impacto direto no resultado, mas não é com posts destes que isto se resolve.