PEC da Responsabilidade. Propus uma regra simples: se o governo não cuidar das contas públicas, quem paga primeiro é a própria política, não o cidadão.
A proposta cria um mecanismo de ajuste fiscal que começa pela própria máquina pública: corta gastos não essenciais e reduz progressivamente os subsídios de Presidente, Vice, ministros, deputados e senadores.
A inspiração veio das medidas adotadas por Milei na Argentina. Sim, copiamos aquilo que é bom. Antes de apertar o povo, a política precisa apertar o próprio cinto.
ACORDA HOMENS!!!! A PL DA MISOGINIA NÃO TEM IDEOLOGIA!
Renata Vieira, pré-candidata a deputada estadual pelo PL em Minas, virou o exemplo mais limpo que a gente podia ter do estrago que a lei da misoginia causa na vida de homem trabalhador.
A assessoria dela soltou nota oficial ontem e o texto diz que o entregador do ifood soube da candidatura pelo Partido Liberal e começou com ofensas e insinuações políticas.
Daí ela recusou a entrega e que quando tentou impedir que a mercadoria voltasse pro veículo, foi agredida fisicamente por ele, que usou superioridade física.
Ela se defendeu. Sofreu lesões. Foi pro médico, fez exame de corpo de delito no IML. Polícia registrou BO. Investigação em andamento. A nota enquadra como agressão contra mulher + intolerância política e repudia violência de gênero.
Tudo muito bem montado.
O que a nota não menciona é que já circulava vídeo mostrando ela dando tapa e arremessando pedra no cara.
Mesmo assim o protocolo rodou inteiro: IML, nota oficial, narrativa de vítima de agressão física e de posicionamento político que vira “violência contra mulher”. O mecanismo está aí, pronto.
É exatamente isso que a lei da misoginia faz! Não precisa provar ódio de gênero de verdade. Basta a mulher ser mulher, o homem ser homem e existir um atrito físico. O resto o sistema completa sozinho. Corpo de delito, nota de assessoria, enquadramento como vítima. O homem vira réu em potencial com risco de processo agravado. Vida profissional, família, conta bancária... tudo em jogo.
E o detalhe que não some: Renata não é de esquerda. Não é militante feminista. Disputa cargo pelo PL. Mesmo assim, quando a história esquentou, ela acionou o mesmo script que qualquer outra usaria. Eu sou a mulher agredida. Olhem pra mim.
Sem a filmagem que alguém fez, o entregador estaria preso ou com processo rolando agora. Porque o sistema não costuma esperar o contraditório quando a história que chega primeiro é “homem agrediu mulher”. O vídeo salvou ele. A maioria dos caras não tem câmera filmando quando discute com mulher na rua, no trabalho ou em qualquer lugar.
Esse é o tamanho do mal. A lei não protege ninguém de verdade. Ela cria uma blindagem automática pra um lado e uma espada permanente sobre a cabeça do outro. E não escolhe time. Come homem de direita, de esquerda, entregador, pedreiro, taxista, marido, irmão. Qualquer um.
O trabalhador de BH é só o caso do dia. Amanhã pode ser qualquer um de nós. E quando a lei da misoginia passar de vez, o vídeo nem sempre vai existir. Aí o estrago fica ainda maior.
Eu trabalhei durante 15 anos para o Grupo Globo: na CBN (Sistema Globo de Rádio) e GloboNews. Não posso negar que aprendi muito na companhia de grandes nomes do jornalismo.
Mas eu entendo perfeitamente a sensação da jornalista Edna Gomes, que deixou a GloboNews e vem a público dar nomes aos bois: ela descreve perfeitamente cada um dos analistas/comentaristas e suas falhas e contradições na realização de uma militância ideológica travestida de jornalismo.
É muito ruim para a emissora, mas ainda pior para a audiência!
Via ℹ️IaraGB 🐒💨L🌻👉🇧🇷
@iaragb
@folha Porra, esses mané querem fazer revolução mas faz puta de um mimimi por causa de um corredor polonês??? Corredor polonês era brincadeira do primário nos anos 80!
@byoulceta O maior problema não é você ser chata pra kct, mas essa sanha de querer criminalizar o outro, de ver alguém preso ou na merda só porque uma piada ofendeu sua mente infantilizada, ou sua visão de mundo cor de rosa, seu problema é mal caratismo! Vá ser feliz sem piadas...
Estudar é difícil.
Viver sem conhecimento é difícil.
Escolha o seu difícil.
Cuidar de uma família é difícil.
Viver sozinho é difícil.
Escolha o seu difícil.
Educar um filho é difícil.
Ter um filho perdido na vida é difícil.
Escolha o seu difícil.
Alimentar-se bem é difícil.
Viver doente é difícil.
Escolha o seu difícil.
Ganhar a vida com o próprio trabalho é difícil.
Depender de políticos para sobreviver é difícil.
Escolha o seu difícil.
Assumir o controle da própria vida é difícil.
Ser vítima das circunstâncias é difícil.
Escolha o seu difícil.
É difícil ser consciente em um mundo anestesiado.
Mas também é difícil viver uma vida sem significado.
Não é difícil escolher.
2019
"Isso STF, coloca no cu deles"
2020
"Vai lá STF, bota pra quebrar, acaba com eles"
2021
"Eu autorizo STF, mostra quem é que manda"
2022
"Vigiar e punir, gostoso demais"
2023
"Isso STF, goza em mim STF"
2024
"STF herói nacional"
2025
"Prende todos eles STF"
2026
"Eita, o STF saiu do controle, putz, alguém tem que parar eles né, tão indo longe demais pô"
@ColetivoSalaPT VTNC, a polícia mata mais porque é uma guerra kct, porque se fosse pela lógica os números seriam o oposto. Uma coisa óbvia, que um jornalista finge ser um problema social. O Brasil é um país violento, porque muitos ESCOLHEM o caminho do crime!
@EduardoLeite_ Respeitar a soberania de uma ditadura? A verdade é que você não tem coragem de assumir uma posição e quer ficar de bonzinho para os dois lados.