Nunca recebi qualquer pedido do Presidente @CostaNetoPL para indicar emendas e, justamente por isso, sinto-me à vontade para esclarecer algo que nem todos conhecem: a indicação de emendas parlamentares é uma prática do ofício de todos os deputados e senadores, independentemente de partido ou espectro ideológico.
Não é incomum, inclusive, que parlamentares de diferentes correntes políticas combinem entre si a destinação desses recursos para as mesmas instituições. Não é motivo de espanto, portanto, ver hospitais recebendo emendas de deputados tanto de direita quanto de esquerda. Trata-se do funcionamento normal do processo orçamentário.
Transformar a mera indicação de emendas em algo criminoso é uma interpretação que só encontra respaldo em uma leitura visivelmente enviesada e política do direito, incompatível com a isenção que se espera do Judiciário - mas completamente esperado de um comunista totalitário, que foi colocado na corte para perseguir os adversários políticos do Lula.
DIREITA - Vamos acabar com o IPVA!
ESQUERDA - IPVA é um imposto justo, princípio constitucional, salva a democracia, protege a soberania nacional e o estado democrático de direito.
Durante anos, artistas da esquerda fizeram campanhas, deram entrevistas, gravaram vídeos e posaram como os grandes defensores da Amazônia.
Agora que o crime organizado avança, migra de estado e deixa um rastro de destruição, o silêncio tomou conta.
Cadê a turma do "Salve a Amazônia"?
A indignação seletiva nunca protegeu uma única árvore. Enquanto alguns preferem o ativismo de palco e os holofotes, criminosos seguem devastando a floresta e lucrando com a ilegalidade.
A Amazônia precisa de ações concretas contra o crime, não de militância que aparece apenas quando convém.
Quando é tarifa dos EUA, Lula faz discurso, grita soberania e tenta posar de vítima.
Quando é a China impondo 55% sobre a carne brasileira, o silêncio é ensurdecedor.
Frigoríficos parando, empregos em risco e o agro pagando a conta da diplomacia ideológica.
Com ditadura amiga, o PT baixa a cabeça. Com o produtor brasileiro, vira as costas.
Enquanto o debate político brasileiro se concentra quase exclusivamente nas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos de Trump, uma decisão tomada pela China de Xi Jinping - principal parceiro comercial do Brasil - avança praticamente sem contestação.
Desde 1º de janeiro de 2026, Pequim passou a aplicar uma tarifa adicional de 55% sobre as importações de carne bovina que ultrapassarem a cota anual definida pelo governo chinês. A medida integra um regime de salvaguarda que permanecerá em vigor por três anos e foi justificada pela China como forma de proteger seus produtores locais.
Embora não atinja toda a carne brasileira, a medida afeta diretamente um dos setores mais importantes da economia nacional. O Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas de carne bovina para a China em 2025, mas a nova cota para 2026 foi fixada em aproximadamente 1,1 milhão de toneladas. Todo o volume que exceder esse limite passa a enfrentar a sobretaxa de 55%, reduzindo drasticamente a competitividade do produto brasileiro.
Os efeitos já começaram a atingir o agronegócio brasileiro. A indústria projeta queda de cerca de 10% nas exportações de carne em 2026. Frigoríficos reduzem a produção, concedem férias coletivas e buscam novos mercados. Substituir um comprador do porte da China não será simples.
Quando a tarifa vem dos Estados Unidos, o governo fala em “ataque à soberania”; quando parte da China, finge demência. Enquanto frigoríficos reduzem a produção e o agronegócio calcula prejuízos, Brasília se cala - e grande parte da imprensa também. A indignação, ao que parece, depende da bandeira de quem taxa o Brasil.
A questão não é defender EUA ou China, mas o Brasil. Se uma tarifa americana merece indignação por afetar produtores brasileiros, uma tarifa chinesa de magnitude semelhante também deveria provocar reação proporcional. O que importa é o impacto sobre quem produz, investe e gera empregos no Brasil.
Quando a tarifa vem de Trump, Lula fala em ataque à soberania. Quando parte de Xi Jinping, prevalece o silêncio. No fim, quem paga a conta continua sendo o produtor e o povo brasileiro.
🚨A partir desta sexta-feira, 10 de julho, até a próxima quarta-feira, 15, os Estados Unidos podem anunciar, a qualquer momento, a decisão sobre a aplicação - ou não - de tarifas contra o Brasil no âmbito da investigação da Seção 301.
O desfecho poderá impactar o comércio bilateral, exportações brasileiras e a relação diplomática entre Washington e Brasília. A expectativa agora é total…
Brasil 🇧🇷 / EUA 🇺🇸
O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA acusou o Brasil de "ir atrás" de cidadãos americanos e empresas para censurar a liberdade de expressão.
"O Brasil vem tentando censurar o discurso de americanos em plataformas americanas há anos.
Agora, está indo atrás de empresas e consumidores americanos também.
Seja em território americano ou no exterior, o Comitê não permitirá que esses ataques fiquem sem resposta." diz a publicação.
A luz aumentou.
A gasolina aumentou.
Os impostos aumentaram.
Os juros estão nas alturas.
Os alimentos estão mais caros.
A inflação come o nosso salário.
Mas a culpa do endividamento é porque o brasileiro gasta demais com as BETS (reguladas em lei que o próprio LULA sancionou) 🤡
Flávio Bolsonaro nos EUA cobrando ação contra tarifaço enquanto Lula faz gesto de dedo pro povo. Realidade: governo gasta 40%+ do PIB em ineficiência e ainda culpa o mercado. Empresário decente não aguenta mais. Solução? Reduzir Estado, meritocracia e pressão real por competitividade. Quem produz paga a conta.