São as algemas. 😂😂 Não acredito que B. fale diretamente mal de A. pra ela, viu? Ele tem um modus operandi diferente, a gente via isso no programa. E também não acredito que M. permita isso.
Na minha opinião, é o entorno (B., Mar., S., C.). Além do mais, a pessoa não precisa explicitamente falar mal do outro. Basta ir deixando pontas soltas pra criar caraminholas.
Geralmente, dizem que temos dois lobos dentro da gente: o bem e o mal. Qual vence?
O que a gente alimenta. 😂🤦🏼🎭
Embora muita gente fale que M. votou no candidato de direita (ninguém sabe se é verdade), dentro da casa, em conversas com a própria A., ela sempre demonstrou defender ideias de esquerda.
Enfim, às vezes a pessoa acaba votando em um candidato apenas por influência do meio em que vive e, muitas vezes, não tem muita consciência das pautas de cada lado.
Esse é o problema dos extremos dos dois lados: sempre vão achar pelo em ovo pra defender um lado.
A galera parece que usa antolhos e vive procurando coisas. No final, ambas ERRAM, e tá tudo certo.
O que tá feito, tá feito. Ambas se ajudaram, cada uma dava o que tinha.
Sosseguem! Elas seguem sendo protagonistas, cada uma a seu modo.🎭
@uaimaycon Nesse dia, NegaJô, Marci e Gabi ficaram depressivas quando perceberam o favoritismo de A. e M.
Na hora, fiquei até com dó delas conversando. 😂😂
Acho que foi a vida acontecendo: influência de terceiros (digo de ambos os lados), guerra de torcida, mágoas mal resolvidas de dentro da casa, expectativas mal alinhadas e um EGO gigante.
As duas têm personalidade forte e são reativas também.
No podcast, foi possível perceber que M. fala com carinho de A. E vale lembrar que, no dia do anúncio da VIU, M. desejou boas-vindas (acabou apagando). No final, deve ter lembrado da entrevista. 😂
Enfim, talvez o tempo e o destino consigam ressignificar as coisas entre elas.