“No pares nunca de soñar” Simplesmente o melhor show da minha vida, pqp. Foi lindo, mágico. O Fábio de 2006 está feliz pra crlh ❤️❤️ #RBd#SoyRebeldeTour#SoyRebeldeTourBrasil
As pessoas pode não gostar de Blogueirinha, mas é inegável a capacidade dela conduzir uma entrevista, indo da fala mais idiota à falas sérias, sensíveis e se ela gostar da pessoa, temos isso:
a primeira vez que eu a vi, eu impliquei com a cor do cabelo. era vermelho. depois eu entortei o nariz, como toda cantora entorta o nariz pra outra cantora. mas vocês não sabem.. depois, depois eu me apaixonei até anel de ouro eu dei!! ela me fez canções e hoje ela está aqui
Esse vídeo é para você que tá defendendo o tal do Rodrigo Godoy. Nunca tinha visto, talvez você também não, mas olha como ele foi escroto com a Preta Gil.
Pra quem não compreendeu, são duas produções diferentes.
O que acabou de passar na Globo foi o Doc. “Preta: eu não ando só”
-Focado no tratamento.
O que estreou no Globoplay foi outro, o “Meu Nome é Preta” com 1 episódio por semana. (Total de 4 episódios).
-Focado na carreira.
ach que nada foi tão traumatizante quanto esse dia! eu deixei ela na clínica pra químio com a marina, enquanto eu ia arrumar airbnb pra gente voltar pra ny como fazíamos toda vez. pois era uma semana de tratamento e outra não. marina me ligou
🎥 Bastidores exclusivos - Um ano após a morte de Preta Gil, um documentário reúne imagens inéditas gravadas pela própria cantora, por amigos e por familiares durante mais de dois anos e revela os bastidores da luta contra o câncer de intestino, diagnosticado em janeiro de 2023.
"Preta – Eu Não Ando Só", produção original do Globoplay, será exibida nesta segunda, depois de Quem Ama Cuida.
A ideia do documentário partiu da própria artista. Segundo a diretora artística Mônica Almeida, Preta ligou dizendo que queria registrar tudo o que estava vivendo. Ao longo do tratamento, ela passou a gravar a própria rotina, incentivou amigos e familiares a fazerem o mesmo e transformou o processo em um registro íntimo sobre a doença, a amizade e a rede de apoio que a acompanhou até o fim.
Para a diretora Sandra Kogut, as imagens feitas por celulares têm um valor especial justamente por terem sido produzidas por pessoas próximas. Segundo ela, cada gravação se tornou também um gesto de amizade e de amor, capaz de levar o público para uma intimidade que só foi possível porque a própria Preta abriu as portas de sua vida.
➡️ O documentário mostra momentos dentro do hospital, exames, cirurgias, conversas com amigos e encontros marcados pelo bom humor da cantora. Amigos lembram que o quarto de internação chegou a ser chamado de "camarote da Preta Gil" pela quantidade de visitantes.
A produção também reúne depoimentos de familiares e revela lembranças da trajetória da cantora.
Saiba mais no #g1.
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