desculpa falar mas tem que ser muito corajosa pra tirar esse som aqui das boates e matar no peito sozinha no mainstream brasileiro… tipo, a Wanessa levou isso aqui até pra Hebe meus amores aceitem
🏆🧬 BEST OLD ALBUM: há 15 anos, Wanessa lançava “DNA” com estratégias inovadoras e ótimas produções; um produto de sua época.
Quando Faustão perguntou a Wanessa se esse era um álbum para o “público gay”, como se chamava na época, ela não hesitou em defender os direitos da comunidade LGBTQIA+ ao vivo. Kamikaze, ela passou do teen pop para momentos grandiosos, como o reggaeton inovador de “Amor Amor” e baladas marcantes, mas foi após “Fly” com Ja Rule em 2009 que tudo mudou. A artista achou seu verdadeiro “DNA” na pista no ano seguinte, na recém-avançada internet e entendeu, como ninguém com um nome tão grande na época, que o futuro já havia começado.
Os padrões da The Week que o digam! Brincadeiras à parte, este álbum encapsula o amor pela pista e o escapismo do electropop. Wanessa foi inserida naturalmente nas casas noturnas, reverberando um novo modelo de show. Lançou “Falling For U” como single em 2010, algo tão incomum que fez Hebe questioná-la na TV se viria um CD completo após uma única música de trabalho. Ela respondeu que testava novas formas de comunicação. Aliás, pouco se fale sobre como essa era abriu precedentes para o pop atual.
A artista lançou um EP digital via ticket com código para site, onde você fazia downloads, trazendo uma demo recusada por Britney Spears: “Stuck on Repeat”, que repaginada logo pegou os gays, além de sucessos como “Worth It”, divulgados para além da noite. A mulher trabalhou! Então o disco completo foi gravado. Wanessa descobriu a gravidez no processo e não parou: lançou em 2011 com o single “Sticky Dough”. Alguém viu a rapper Bambam por aí? Misturando funk e estrelismo internacional, ideia da própria aos produtores: “Se ninguém entender, paciência. Quero fazer algo que acredito.” E fez!
Concebeu um disco impecável, produto de sua época, mas que ressoa até hoje. Tem highlights como “High”, que te faz transcender no fone, e “Rescue Mission”, com linda melodia. Além de “Get Loud!”, que sempre tocava no Acesso MTV e “Murder”, com outra faceta pop que até mesmo Madonna lançaria um ano depois. Wanessa não inventou a roda, mas aqui pavimentou um caminho muito mais aceito atualmente. Se você nunca ouviu, deveria.
Absolutamente hiperfocado em A árvore mais sozinha do mundo da Carrara. Não quero que o livro acabe, não quero esquecer as personagens, não posso seguir a vida sem elas. Queria abraçar aquela família toda e dizer pra Maria que, sim, ela tá certa, ela não merece aquela vida 🥺
Estou com FOMO por não ter ido. Ano que vem irei! > Flip encerra edição histórica com recordes de público e de casas parceiras | @PublishNews https://t.co/559xgtMf3n
tô assim depois de ouvir 2x vezes o álbum de nossa mother @Madonna
que delícia que ela manteve a identidade, mas trouxe um frescor, uma vontade de dançar, de malhar, de viver!