Essa pode ser a última imagem do Neymar na história das Copas.
É uma vergonha que o camisa 10 da maior seleção do mundo tenha ESSA postura aqui ao marcar um gol de desconto praticamente ao fecharem-se as cortinas. Tinha que sacudir a cabeça, ir no fundo do gol, pegar a bola e colocá-la no centro. Optou por dar risada e provocar o goleiro por o ter vencido naquele mini momento.
Vergonha pra ele; e vergonha de todo o Brasil. Uma das imagens da eliminação.
acabei de perceber que eu meio que ligo muito pro brasil sim pq pela mera possibilidade de nao ter mais jogo do brasil eu ja senti um frio na barriga uma tristeza profunda uma ansiedade inquietante isso nao pode acontece
PRIMEIRO BEIJO PEDRIANA PRIMEIRO BEIJO PEDRIANA PRIMEIRO BEIJO PEDRIANA PRIMEIRO BEIJO PEDRIANA PRIMEIRO BEIJO PEDRIANA PRIMEIRO BEIJO PEDRIANA PRIMEIRO BEIJO PEDRIANA #QuemAmaCuida#TVGlobo
Existem dias em que o esporte nos lembra da sua grandeza.
E existem dias em que ele nos lembra da nossa fragilidade.
Nesta semana, o basquete brasileiro perdeu seis jovens atletas de Juazeiro do Norte, além de um integrante da comissão técnica do ADEJU.
Pessoas que compartilhavam algo que todos nós conhecemos bem: a vontade de jogar, de competir, de evoluir e de fazer parte de algo maior.
Quando falamos sobre o desenvolvimento do esporte, costumamos falar sobre campeonatos, projetos, formação, resultados e conquistas. Mas, antes de tudo, existem pessoas. Existem famílias. Existem atletas que dedicam horas dos seus dias a uma paixão que os conecta a amigos, treinadores, clubes e sonhos.
Alguns desses jovens estiveram recentemente em uma edição do Campeonato Brasileiro Interclubes, uma parceria da CBB com o CBC. Outros acompanhavam de perto o basquete nacional.
Diante de uma perda tão difícil, é natural que as palavras pareçam insuficientes. Porque há momentos em que não existem explicações capazes de trazer conforto. Há apenas a necessidade de lembrar quem eles foram e reconhecer o impacto que deixaram nas pessoas ao seu redor.
O esporte tem o poder de criar comunidades. E, quando uma comunidade sofre, todos sofrem juntos.
Hoje, o basquete brasileiro se une em respeito à memória dessas sete almas. Não apenas pelos jogos que disputaram ou pelos sonhos que perseguiam, mas pela marca que deixaram em seus companheiros de equipe, em seus treinadores, em suas famílias e em todos aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar uma quadra com eles.
Que a lembrança de suas trajetórias continue viva. E que, em meio à tristeza, possamos encontrar inspiração na alegria com que viveram o esporte que tanto amavam.
Há vitorias que ficam guardadas para sempre na memória das pessoas. É nesse lugar que eles permanecerão.
Em memória de:
🏀 Marcos Miguel da Silva, 22 anos.
🏀 Henrique Ferreira Bezerra, 17 anos.
🏀 João Paulo Sampaio de Alencar, 18 anos.
🏀 Luiz José de Morais Neto, 18 anos.
🏀 Cauã Rodrigues Fratta, 16 anos.
🏀 Jonatas Samuel do Santos Lopes, 15 anos.
🏀 Matheus Henrique Ferreira Martins, 15 anos.