Eu não paro de sonhar q eu ainda to no ensino médio e puto porque to com quase trinta anos e ainda to na escola, crl acordo mais no susto que aqueles sonhos que tu tá caindo
Simplesmente chocada e decepcionada.
Pra mim, vocês sabem, a política real se faz nas ruas, nas redes, com transparência, papo reto e propósito. Não se faz escondendo os problemas debaixo do tapete ou com tentativas de sabotagem.
Eu e muitas lideranças decidimos ficar no @PSOL50 para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e garantir uma bancada de esquerda mais forte, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade. Mas, para isso, o PSOL precisa cumprir os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.
Tenho um orgulho imenso de ter ajudado a levar a luta pelo fim da escala 6x1 para o Brasil inteiro. As ruas estão do nosso lado. Mas fazer campanha no nosso país não é igual para todos. Sou uma deputada negra e travesti. Para viajar São Paulo, maior estado do país, puxando votos, preciso de uma logística imensa e de um esquema de segurança fortíssimo. Nossos corpos correm riscos que a burocracia do partido não pode simplesmente ignorar, com o risco de inviabilizar nossa pré candidatura à reeleição, rebaixar o máximo potencial dos nossos votos… e colocar em risco nossa integridade física.
É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros @julianopsol, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. @ManuelaDavila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A inteligência política passou longe. É uma tentativa de asfixiar quem está na linha de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas bem específico, de grupos que só pensam em si mesmos e estão, mais uma vez, arriscando a viabilidade do PSOL.
Tanto é assim que, comandado por @PaulaCoradi, presidenta nacional, o PSOL simplesmente desmontou a sua política nacional de inclusão que garantia repasses nacionais justos com ajustes por gênero, raça e para pessoas com deficiência (PCD), exatamente no momento em que o próprio Tribunal Eleitoral reconhece a importância histórica e a necessidade dessa política. É um retrocesso inaceitável.
E não é só comigo. No Rio de Janeiro, lideranças gigantes e populares como @RenataSouzaRii e @RickAzzevedo sofrem do mesmo mal. Igualmente @CarlosGiannazi em SP. O partido ignorou e subestimou o Rick na última eleição, ele foi para a rua, foi o mais votado, enquanto o PSOL encolheu, em grande parte pela má distribuição dos seus recursos sob critério que são políticos. E agora o PSOL está prestes a repetir exatamente o mesmo erro com ele!
Ninguém quer tirar o básico ou negar importância de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos aceitar é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para garantir a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e eleger bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua palavra.
Kkkkkkkkkkkkkjkkkkkkkkkk ah mano, enquanto houver homem q fica úmido com farda, Brasil vai ter estresse com as forcas armadas, esses escondem sua vontade de piupiu por uma farda e armas
Isso aqui é de uma burrice sem tamanha um MINISTRO equiparar carreira cívil x Militar
Militar literalmente vive para o Estado, abdica da vida para servir o Estado, a carga horária do militar é 24h/7(Disponibilidade permanente), corre mais risco físico/psicológico, etc.
Fora que o regime jurídico é totalmente diferente, um cívil tem literalmente mais direitos básicos que um militar.
É inacreditável um MINISTRO DE ESTADO, que não teoria é uma pessoa capacitada, ter uma opinião tão BURRA dessa.
Problema familiar de Raphinha envolve troca de pai para sogro como empresário
O pai de Raphinha, seu Rafael, ficou absolutamente decepcionado quando deixou de representar o jogador. O atacante do Barcelona e da Seleção Brasileira passou, mais recentemente, a contar com a ajuda de seu sogro, Alexandre Madeira, em sua representação.
Na partida contra o Haiti, na Filadélfia, o pai, a esposa e o sogro de Raphinha assistiram ao jogo no mesmo setor, mas em cadeiras distantes. O pai de um lado, a esposa, o filho e o sogro algumas cadeiras distante.
Apesar de ter recebido diversas propostas de alguns dos maiores agentes do mundo, o atacante preferiu ficar como agente livre. E o sogro, que foi reconhecido como agente Fifa recentemente, o ajuda nas decisões em família.
Via: @r7esportes / @jorgenicola
📷AFP
realmente algumas pessoas presumem que você nunca passou por situações difíceis na vida só porque você não se comporta como uma perdedora fracassada & coitadinha.