Conheço há mais de 15 anos a @mcfernandes. Ela é a jornalista que mais manda no @valoreconomico e é membro do conselho editorial da @GloboNews.
Talvez seja uma das jornalistas mais petistas e esquerdistas que existem na mídia. Eu lembro que, no tempo do impeachment da Dilma, eu sabia se a coisa estava indo bem ou mal para o Brasil vendo se essa velha desgraçada estava feliz ou triste. Quanto mais triste ela fica, melhores estão as coisas para o Brasil.
É uma militante que está fantasiada de jornalista a vida toda e conseguiu que a levassem a sério.
Charuto bom e caro é ritual exclusivo de rico. Acende, conversa sobre negócios, realizações, prosperidade. Por isto RITUAL.
Isso não é coisa de funça.
Imagino que conversa BOSTA rolou nessa mesa. Um empresário que comprou todo o sistema brasileiro para operar e um funça cuja maior realização foi passar numa prova.
Algo precisa mudar.
Quem recebe dinheiro público precisa ter a vida acompanhada igual Big Brother - e obviamente não deve ser melhor do que a de qualquer classe média brasileiro.
A desgraça de uma nação é funça (toma 0 risco) com sonho de rico (toma muito risco).
São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra a maldade e as ciladas do demônio!
Ordene-lhe Deus, instantemente o suplicamos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai ao inferno satanás e todos os espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas.
Amém.
Todos os patriotas parando uns minutinhos do seu dia para orar a São Miguel, de hoje até o dia da eleição, que tal? Bora?
“São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e as ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno a satanás e a todos os espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém."
"Vede, ó Jesus, que são as lágrimas d'Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu."
✝️
"Meu Jesus, ouvi os nossos rogos, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima".
Quem vota em Lula vota em Alexandre de Moraes
Quem vota em Leila do Volei vota em Alexandre de Moraes
Quem vota em Manuela d'Avila vota em Alexandre de Moraes
Replique esse post em seu estado e mostre que votar em senadores ligados ao PT é votar em Alexandre de Moraes
Tiba pulou num rio pra salvar o filho e ficou tetraplégico, e hoje ele só consegue mexer a cabeça.
Existe um tratamento 100% brasileiro que já devolveu movimento a pacientes com a mesma lesão, mas os critérios de acesso deixam o caso dele de fora. Tiba está prestes a passar por uma cirurgia que pode ser a única janela para mudar isso, e a decisão precisa vir antes.
Precisamos da sua ajuda! Vá até o perfil @tibacamargos e comente no último vídeo dele marcando @minsaude e @csaudecamara:
“Anvisa, comece o estudo da polilaminina e analise o caso do Tiba.”
É possível também registrar na Ouvidoria da Anvisa, e você encontra o passo a passo no primeiro comentário do vídeo fixado no perfil dele.
Três jogadas à frente: o xadrez da política econômica brasileira
Dizem que os grandes mestres do xadrez conseguem antecipar várias jogadas antes de mover uma única peça. Façamos o mesmo exercício com a economia brasileira: olhar além da eleição e imaginar aonde diferentes escolhas poderão nos levar.
Cenário 1: vitória de Flávio Bolsonaro
Primeira jogada: credibilidade, responsabilidade fiscal e reformas
O governo começa pela formação de uma equipe técnica qualificada nos ministérios e nas principais empresas estatais. Paralelamente, constrói uma ampla coalizão política em torno de uma regra fiscal robusta, capaz de estabilizar o gasto público e colocar a relação dívida/PIB em trajetória decrescente já a partir de 2027.
Ao ajuste fiscal somam-se reformas microeconômicas destinadas a elevar a produtividade, estimular os investimentos e gerar emprego e renda. Também é implantado um programa de inclusão social produtiva, para que todo brasileiro tenha condições de empreender, abrir sua primeira empresa e iniciar a trajetória profissional amparado por uma verdadeira rampa de ascensão social.
O programa é complementado por uma ampla agenda de desburocratização, desregulamentação e redução de tributos: retorno do IOF aos níveis de 2022, fim do imposto de exportação sobre o petróleo e limitação do imposto seletivo a bebidas alcoólicas, cigarros e apostas.
Segunda jogada: a confiança retorna
A reação dos agentes econômicos tende a ser rápida. Uma regra fiscal crível ajuda a ancorar as expectativas, reduzir o risco-país e as taxas de juros de longo prazo, além de fortalecer a moeda brasileira.
Combinadas às reformas microeconômicas, essas medidas ampliam a produtividade e a capacidade de oferta da economia. O resultado esperado é mais investimento, emprego e renda, com crescimento econômico e inflação convergindo para o centro da meta mantida em 3% ao ano.
A redução da necessidade de financiamento do governo libera recursos para o setor privado. Ao mesmo tempo, a retirada de barreiras burocráticas desnecessárias permite que investimentos hoje paralisados comecem a sair do papel.
Terceira jogada: o crescimento sustentável
Em 2027, a economia atravessará dois movimentos simultâneos: de um lado, o governo reduzirá sua participação na absorção dos recursos nacionais; de outro, o investimento e a atividade do setor privado ganharão espaço.
Os primeiros 18 meses serão de ajuste, reconstrução da confiança e preparação das bases para o crescimento. A partir do segundo semestre de 2028, com as contas públicas consolidadas e as reformas começando a produzir resultados, o Brasil poderá ingressar em um ciclo vigoroso e sustentável de expansão econômica.
Cenário 2: vitória de Lula
Primeira jogada: o ajuste que não chega
O governo começa ensaiando um discurso de responsabilidade fiscal e reformas modernizantes. O mercado reage positivamente e surge um sopro de esperança. Contudo, o ajuste fiscal permanece apenas no PowerPoint e as contas públicas seguem em deterioração, sendo apoiadas em expedientes contábeis mais preocupados em esconder o gasto público do que reduzi-lo, a realidade se impõe ainda no segundo semestre de 2027. A deterioração das estatais e eventuais socorros do Tesouro ampliariam as pressões sobre as contas públicas já pressionadas por taxas de juros cada vez mais elevadas para rolar a dívida pública.
A relação dívida/PIB continua crescendo. O risco-país aumenta, o real perde valor e o mercado exige juros cada vez mais elevados para financiar o governo. A combinação de inflação, aumento do custo de vida e enfraquecimento da atividade econômica alimenta uma rápida perda de apoio popular.
Segunda jogada: a tentação heterodoxa
Entre o segundo semestre de 2027 e o primeiro semestre de 2028, o custo de rolagem da dívida alcança níveis extremamente elevados. Diante da falta de empenho em realizar um ajuste fiscal efetivo, ressurge a tentação das soluções heterodoxas.
Entre elas, a recompra de títulos públicos para injetar liquidez na economia e tentar reduzir os juros; o aumento da meta de inflação — ou até a substituição do índice utilizado —; e a imposição de controles tanto sobre a taxa de câmbio como sobre a movimentação de capitais para conter a desvalorização do real.
Essas medidas já foram tentadas no passado e resultaram em mais inflação, menor credibilidade, fuga de capitais, maior desorganização da atividade econômica, aumento do desemprego e recessão.
Terceira jogada: a crise econômica torna-se institucional
No segundo semestre de 2028, o Brasil está em recessão. As contas públicas desorganizadas, os investimentos privados atingem mínimas históricas, a inadimplência das famílias e a falência das empresas batem recordes, e a inflação e o desemprego afetam duramente a população.
Com a perda de apoio no Congresso Nacional, o governo se torna cada vez mais dependente do STF para preservar sua sustentação política. Surgem as discussões sobre um “hair-cut” da dívida pública. O fantasma do impeachment assusta o governo; o risco de um calote preocupa o mercado; e a inflação e o desemprego apavoram a população.
A crise econômica passa a alimentar uma crise institucional. Crescem as preocupações com inquéritos ilegais, garantias constitucionais desrespeitadas e a expansão do poder do STF sobre matérias que deveriam pertencer ao Congresso Nacional.
Nesse momento, muitos daqueles que permaneceram neutros entre Lula e Flávio Bolsonaro, acreditando que seria possível corrigir os rumos do país em 2030, talvez descubram uma verdade amarga: 2030 pode ser uma ponte longe demais.
Deixa eu traduzir para vocês: o coordenador da campanha do PT defende aumentar artificialmente a liquidez da economia, pressionando a inflação e o custo de vida. E, para “equilibrar” os efeitos dessa política, propõe — quem poderia imaginar? — aumentar impostos.
É uma combinação assustadoramente perigosa: mais dinheiro pressionando os preços, mais inflação corroendo a renda das famílias, juros maiores pressionando as empresas e mais impostos sufocando quem trabalha e produz.
Essa receita não é solução. É o caminho para um novo choque inflacionário, perda de poder de compra e uma crise econômica ainda mais profunda.
No calendário universal da Igreja, no dia 15 de agosto, celebramos a solenidade da Assunção de Nossa Senhora, que, no Brasil, é celebrada no domingo seguinte, no caso, amanhã.
São John Henry Newman, Doutor da Igreja e ex-protestante, quando o dogma da Assunção ainda não havia sido proclamado, já argumentava em favor deste grande mistério da vida de Nossa Senhora:
“Uma razão para acreditar na Assunção de Nossa Senhora é que seu divino Filho a amava demais para permitir que seu corpo permanecesse na sepultura. Uma segunda razão — que temos agora diante de nós — é que ela não era somente amada pelo Senhor como uma mãe é amada por um filho, mas também que ela era transcendentalmente santa, repleta e transbordante de graça. Adão e Eva foram criados justos e sem pecado, e receberam uma larga medida da graça de Deus; e, como consequência, seus corpos jamais teriam se transformado em pó se eles não tivessem pecado; após o que lhes foi dito: “Tu és pó, e em pó te hás de tornar” (Gn 3, 19).
Ora, se Eva, a bela filha de Deus, nunca teria se tornado pó e cinzas se não houvesse pecado, não deveríamos dizer que, não havendo pecado jamais, Maria reteve o dom perdido por Eva ao pecar? O que teria feito Maria para perder o privilégio concedido no princípio aos nossos primeiros pais? Acaso devia sua beleza transformar-se em corrupção, e ofuscar-se o brilho de seu ouro fino sem motivo algum? Impossível!”
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Governo hoje paga ~1.2 TRILHÃO em juros da dívida por ano.
Alguém acredita mesmo que a elite que financia o Governo - e também recebe essa grana - está preocupada com forte ajuste fiscal, queda de SELIC e etc?
Agora a surpresa. Essa elite TAMBÉM financia o jornal que você lê e o influenciador que você se espelha e declarará voto no Painho em Outubro.
Pergunta honesta: a @GloboNews e a @CNNBrasil transmitem notícias 24 horas por dia. Eles já encontraram 5 minutos para falar dos diários do Dr. Fauci?
Chega um momento em que o silêncio passa a ser mais eloquente do que qualquer editorial.
Leia e medite sobre este trecho da obra “Imitação de Cristo”, que certamente irá ajudar você a abraçar as cruzes cotidianas.
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Em sua obra “Elevai os vossos corações”, o Venerável Fulton Sheen — que será beatificado em 24 de setembro de 2026 — explica que a constante insatisfação que o pecado nos traz é uma manifestação do próprio amor de Deus por nós: “Deus ama-nos demais para nos deixar em paz com os nossos pecados”.
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A Copa do Mundo de 2026 teve 48 países. O Brasil já está entre as 16 melhores seleções. Se ganhar da Noruega, fica entre as 8 melhores.
Mas... e se o critério fosse indicadores econômicos. Também estaríamos entre os 16 melhores países? Vamos ver:
- PIB Per capita: nesse critério, estaríamos em 29º lugar, atrás de países como Argentina, México e Croácia.
- IDH: aqui estamos no 31º lugar, perdendo para países como Equador, Bósnia, Irã e Turquia.
- Educação (medido pelo PISA): 25ª posição
- Segurança (em homicídios per capita): 44ª posição. Aqui ganhamos apenas do Haiti, Equador, África do Sul e Colômbia.
- Desigualdade social (medido pelo GINI): 46ª posição. Nessa Copa, somos menos desiguais apenas do que a África do Sul e Colômbia.
- Corrupção (CPI 2025 da Transparência Internacional): 33ª posição. Aqui temos índices de corrupção piores do que países como Marrocos, Senegal, Gana e Costa do Marfim.
Infelizmente, se o critério fosse socioeconomia e não futebol, nessa Copa o Brasil seria eliminado ainda na fase de grupos!
O pessoal do mercado com quem tenho falado está em modo pessimismo total, convencido de que o Descondenado "já levou", citando impactos dos áudios de Vorcaro, e agora pela briga famililar dos Bolsonaro.
Dupla miopia.
Primeiro: como venho lembrando, num ambiente de censura e perseguição política sistemática, não é o eleitorado que define o jogo, é o próprio establishment. Qualquer candidato de oposição está a uma canetada de ser barrado.
Só que há um contrapeso: a pressão americana, que eleva o preço de manter o Descondenado no poder. Ele já cumpriu sua função, que era blindar a velha oligarquia. Agora, a cada dia, o custo de sustentá-lo sobe, sobretudo pelo desastre econômico que ele está gestando.
Segundo: mesmo numa disputa normal, no voto há uma chance gigantesca de derrotar o Descondenado. Veja a pesquisa que saiu hoje: empate técnico, 47% a 44%, dentro da margem de erro de 2 pontos.
E todos sabemos do viés à esquerda de quase todas as pesquisas. Corrigido esse viés, Flávio já deve estar à frente.