Antes do Maracanã. Antes do VAR. Antes da criação do impedimento. Antes do gramado sintético. Antes do Pelé. Antes do Maradona. Ele já estava lá.
Estádio das Laranjeiras
Escuto muitas pessoas dizendo que chegou a hora de eu me aposentar. Respeito isso, porque o futebol sempre gera opiniões. Mas quero dizer algo: ainda tenho a mesma paixão, o mesmo desejo de competir e o mesmo compromisso de sempre.
O futebol me ensinou que os limites muitas vezes estão na minha mente. Passei por momentos difíceis, lesões e desafios, e sempre encontrei forças para voltar. Hoje não é diferente.
No entanto, sinto que tenho muito mais a oferecer dentro do campo. Enquanto eu tiver sonhos, algo para crescer e o desejo de ajudar meu time, continuarei lutando para fazer o que mais amo.
Obrigado a todos que me apoiam a cada passo do caminho. E àqueles que duvidam, eu entendo. O tempo e o trabalho duro serão minha recompensa.
Minha história ainda não acabou. FAZ O LL ❤️💚
“Jogar na Seleção e representar meu povo é um sonho que eu tinha desde criança. Quando você marca um gol na frente do teu povo, a emoção vem lá de dentro. É genuíno. Eu só quero expressar isso para as pessoas.”
🎙️ Igor Thiago.
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Quem é o jogador com mais partidas de Copa Libertadores na história do Fluminense? Fred? Cano? Paulo Henrique Ganso? Não. É Matheus Martinelli.
Um moleque de Xerém; diretamente da base do Fluminense para o profissional desde 2020. Estamos em 2026. Não é normal um moleque da base ficar tanto no clube. Mas ele ficou. E ele conquistou a Libertadores.
Ele também ajudou o clube a escapar do rebaixamento em 2024. Em 2025 ele foi junto com o Fluminense para semifinal da Copa do Mundo de Clubes.
E agora em 2026, machucado, ele retorna antes da previsão e joga a última rodada da fase de grupos, e ajuda a classificar o fluminense.
Matheus Martinelli. Ídolo do Flu.