Nossa Senhora de La Salette
19 de Setembro
"Maria, Mãe cheia de amor, manifestou neste lugar (Os Alpes Franceses) a sua tristeza diante do mal moral da humanidade. Através das suas lágrimas, ela ajuda-nos a compreender melhor a dolorosa gravidade do pecado, da rejeição de Deus, mas também a fidelidade apaixonada que Deus mantém para com os seus filhos, Ele, o Redentor cujo amor é ferido pelo esquecimento e pela recusa.
A mensagem de La Salette foi entregue a dois jovens pastores num momento de grande sofrimento entre o povo, afetado pela fome e enfrentando muitas injustiças. Além disso, aumentou a indiferença ou a hostilidade para com a mensagem do evangelho. Nossa Senhora, ao ser contemplada carregando a imagem de seu Filho crucificado, mostra que, associada à obra de salvação, simpatiza com as provações de seus filhos e sofre ao vê-los se afastarem da Igreja de Cristo a ponto de se esquecerem. Ou rejeitando a presença de Deus em suas vidas e a santidade do seu Nome.
A influência do acontecimento de La Salette atesta claramente que a mensagem de Maria não está inteiramente no sofrimento expresso através das lágrimas; a Virgem chama-nos a recompor-nos: convida à penitência, à perseverança na oração e sobretudo à fidelidade à prática dominical; ela pede que sua mensagem “passe para todo o seu povo” pelo testemunho de duas crianças. E, de fato, as suas vozes serão rapidamente ouvidas.
Os peregrinos virão; muitas conversões acontecerão, Maria apareceu numa luz que evoca o esplendor da humanidade transfigurada pela Ressurreição de Cristo: La Salette é uma mensagem de esperança, porque a nossa esperança é sustentada pela intercessão daquela que é a Mãe dos homens. As rupturas não são irremediáveis. A noite do pecado cede diante da luz da Misericórdia Divina.
Trecho da carta do Papa João Paulo II a Louis Dufaux, bispo de Grenoble, por ocasião do 150º aniversário da aparição da Santa virgem Maria de la Salette.
A Igreja celebra hoje, 19 de setembro, Nossa Senhora de La Salette, título mariano que recorda a aparição da Virgem Maria, chorando, a dois pastorinhos na França, no século XIX. Os motivos de suas lágrimas foram revelados por Ela às crianças: o descuido do domingo, dia do Senhor, e a blasfêmia.
Era 19 de setembro de 1846. Melânia Calvat, de 15 anos, e Maximino Giraud, de 11, cuidavam de rebanhos nos Alpes franceses, na cidade de La Salette. De repente, Mélanie viu uma luz muito forte. Ao se aproximarem, os dois encontraram uma “bela senhora”, sentada sobre uma pedra e chorando, com o rosto escondido entre as mãos.
A Virgem estava vestida como uma camponesa da região e carregava sobre os ombros uma pesada corrente. Sobre o peito havia outra corrente, mais leve, com um crucifixo que tinha um martelo de um lado e uma torquês do outro.
“Vinde meus filhos, não temais, aqui estou para vos comunicar uma grande notícia”, disse Nossa Senhora aos pastorinhos. Depois, explicou o motivo de suas lágrimas e pediu que o povo respeitasse o domingo e deixasse de blasfemar.
A Virgem também chamou os dois à conversão e à oração. Perguntou se rezavam bem e, diante da resposta negativa, ensinou: “É preciso fazê-la bem, à noite e de manhã, dizendo ao menos um Pai Nosso e uma Ave Maria quando não puderdes rezar mais. Quando puderdes rezar mais, dizei mais”.
Por fim, Nossa Senhora pediu que as crianças transmitissem sua mensagem a todos. Depois, subiu o monte, elevou-se e desapareceu.
A aparição foi reconhecida pelo bispo de Grenoble, dom Philibert de Bruillard, em 19 de setembro de 1851. O bispo afirmou que a aparição “traz em si mesma todas as características da verdade” e deu início ao santuário de La Salette.
Nossa Senhora de La Salette, rogai por nós! 🙏
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Nossa Senhora das Dores, rogai por nós! 🙏
A Igreja Católica celebra hoje (15) a festa de Nossa Senhora das Dores, que ensina a ser forte diante dos sofrimentos da vida e ter Maria e seu Filho como companheiros de caminho.
Entre as sete dores de Nossa Senhora se encontram: a profecia de Simeão no templo, a fuga para o Egito, os três dias que Jesus esteve perdido, o encontro com Jesus levando a Cruz, sua Morte no Calvário, a lança que atravessa o coração de Jesus e quando é colocado no sepulcro.
Apesar de tudo, Ela se manteve firme na oração e na confiança na vontade de Deus. Agora a Virgem quer nos ajudar a levar as nossas cruzes diárias porque foi no calvário onde Jesus Cristo nos deixou Maria como nossa mãe.
Por duas vezes no ano, a Igreja comemora as dores da Santíssima Virgem: na Semana da Paixão e também hoje, 15 de setembro.
A primeira destas comemorações é a mais antiga, posto que se instituiu em Colônia, na Alemanha, e em outras partes da Europa no século XV. Quando a festividade se estendeu por toda a Igreja, em 1727, com o nome das Sete Dores, manteve-se a referência original da Missa e do ofício da Crucificação do Senhor.
Na Idade Média, havia uma devoção popular pelos cinco gozos da Virgem Mãe, e pela mesma época se complementou essa devoção com outra festa em honra a suas cinco dores durante a Paixão. Mais adiante, as penas da Virgem Maria aumentaram para sete e não só compreenderam sua marcha para o Calvário, mas também sua vida inteira.
Aos frades Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa –, que desde sua fundação tiveram particular devoção pelos sofrimentos de Maria, foi autorizado que celebrassem uma festividade em memória das Sete Dores, no terceiro domingo de setembro de todos os anos.
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ORACIÓN A SAN JOSÉ,
TERROR DE LOS DEMONIOS
«San José, terror de los demonios, lanza tu solemne mirada sobre el demonio y todos sus secuaces, y protégenos con tu poderosa vara. Huiste de noche para evitar los malvados planes del maligno; ahora, con el poder de Dios, ¡aniquila a los demonios que huyen de ti! Te suplicamos que protejas especialmente a los niños, a los padres, a las familias y a los moribundos. Por la gracia de Dios, ningún demonio se atreve a acercarse cuando tú estás cerca, y por eso te pedimos que ¡siempre estés junto a nosotros!»
Amén.
Santa Clara de Assis
11 de agosto
Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza italiana, muito rica. Mas sua vida mudou radicalmente: Clara foi a primeira mulher da Igreja a se entusiasmar com o ideal franciscano.
Desde jovem adquiriu o hábito de rezar diariamente e se mortificar. Também exercitava com frequência a piedade cristã, distribuindo esmolas e atendendo com disponibilidade as pessoas necessitadas que a procuravam.
Fazia isto espontaneamente, como demonstração de seu sincero e fervoroso amor a Deus.
Aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e se apresentou na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades. Nesta noite fez uma oração de renúncia ao mundo “por amor ao Sagrado e Santíssimo Menino Jesus”. Entregou aos frades sua veste luxuosa e vestiu uma túnica de lã, semelhante à deles, ajustada ao corpo por um cinto de corda.
Clara viveu num mosteiro beneditino para conhecer o ritmo de uma vida comunitária.
Depois, conduzida por Francisco, foi para o mosteiro de São Damião, formando com outras mulheres a ordem segunda Franciscana, depois chamada de “Clarissas”.
Em 1216 Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa, mas manteve o carisma franciscano.
A partir de 1224, Clara adoeceu e aos poucos foi definhando. De sua cela, através de visões, acompanhou o funeral de Francisco. Por essas visões que pareciam filmes projetados numa tela, Santa Clara é considerada padroeira da televisão e de todos os seus profissionais.
Clara morreu no ano de 1253 e foi proclamada santa dois anos após sua morte.
Reflexão:
Nos diz a tradição que antes de morrer Clara assim rezou: “Vai em paz minha alma, pois você tem um guia seguro que lhe mostrará o caminho, Aquele que lhe criou, santificou, amou e não cessou de vigiá-la com a ternura de uma mãe que zela pelo filho único de seu amor. Dou graças e bendigo ao Senhor porque Ele criou a minha vida”. Assim rezando, partiu para o Pai.
Oração:
Creio firmemente que sabeis que o reino dos céus não é prometido e dado pelo Senhor senão aos pobres, porque, quando se ama uma coisa temporal, perde-se o fruto da caridade.
Não se pode servir a Deus e às riquezas, porque ou se ama a um e se odeia às outras, ou serve-se a Deus e desprezam-se as riquezas. Não dá para ser glorioso no mundo e lá reinar com Cristo. Ajudai-nos a escolher o melhor caminho. Amém.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza.
Los Reyes, la Princesa de Asturias y la Infanta Sofía han deseado mucha suerte y acierto a la @SEFutbol a su llegada al Estadio Nueva York–Nueva Jersey, donde asisten a la final de la #CopaMundialFIFA#VamosEspaña | #FIFAWorldCup
Naquele abraço, não era apenas um homem acolhendo outro homem. Era Cristo que se aproximava, que interrompia o rito para segurar quem já não conseguia ficar de pé. Ali, o amor falou mais alto que qualquer palavra.
5 motivos pra você assistir a série "law e order true crime: the menendez murders" que é a melhor série que conta o caso dos irmãos lyle e erik menendez. a thread <3
A lã dos cordeiros apresentados ao #PapaLeãoXIV será usada para confeccionar os pálios dos novos Arcebispos Metropolitanos. O pálio é constituído por uma estreita faixa de tecido, tecida em lã branca, decorada com seis cruzes em seda preta.
Esta manhã, na Capela de Urbano VIII, foram apresentados ao #PapaLeãoXIV dois cordeiros que serão abençoados por ocasião da memória litúrgica de Santa Inês, Virgem e Mártir, na Basílica homônima na Via Nomentana.
Hoje (21) é celebrada a festa de santa Inês, padroeira das jovens, das noivas, das prometidas em matrimônio, da pureza e dos jardineiros. Em relação à santa, surgiu o costume dos cordeiros brancos, cuja lã se utiliza para fazer os pálios dos arcebispos.
Seu nome em latim é “Agnes”, associado a “agnus”, que significa cordeiro. Segundo a história mais conhecida, santa Inês era uma jovem formosa, rica e pretendida por muitos nobres romanos. Não aceitou nenhum, expondo que já estava comprometida com Cristo. Então, acusaram-na de ser cristã.
Foi levada a um prostíbulo, mas anjos e sinais celestes a protegeram. Então, puseram-na em uma fogueira que não a queimou. Finalmente, foi decapitada no ano 304.
Constantina, a filha do imperador Constantino, edificou uma basílica dedicada a ela na Via Nomentana e sua festa começou a ser celebrada em meados do século IV.
No tratado de santo Ambrósio sobre as virgens, lê-se que por tradição sabe-se que santa Inês morreu aos doze anos. Antes de seu martírio, manteve-se “inalterável ao ser arrastada por pesadas e estridente correntes”.
“Não tinha ainda idade para ser condenada, mas estava já madura para a vitória… Assim, foi capaz de dar fé das coisas de Deus uma menina que era incapaz legalmente de dar fé das coisas humanas, porque o Autor da natureza pode fazer que sejam superadas as leis naturais”, disse santo Ambrósio.
Diz-se que o carrasco fez o possível para assustá-la e atrai-la com adulações porque muitos desejaram se casar com ela, mas Santa Inês respondeu: “Seria uma injúria para meu Esposo esperar a ver se eu gosto de outro; Ele me escolheu primeiro, Ele me terá. O que esperas, verdugo, para lançar o golpe? Pereça o corpo que pode ser amado com uns olhos aos quais não quero”.
A santa rezou e dobrou a nuca ante o verdugo que tremia a mão direita para dar o golpe, mas ela permanecia serena. “Em uma só vítima teve lugar um duplo martírio: o da castidade e o da fé. Permaneceu virgem e obteve a glória do martírio”, concluiu santo Ambrósio.
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Los Reyes, junto a la Princesa de Asturias y la Infanta Sofía, y la Reina Sofía han asistido al responso por la Princesa Irene de Grecia, celebrado en la Catedral Ortodoxa Griega de San Andrés y San Demetrio (Madrid), tras su fallecimiento el pasado 15 de enero.
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