@RadarSerieD Treta no futebol é bom demais, hahaha, temos que manter o incentivo a essa violência tão pura. Xingamentos, socos, chutes, empurrões, copo voando, isso é bom demais, é quase filosófico.
Parabéns aos que publicaram mais vídeos.
@CifutBR Só vi o cara caindo em campo, vtc, quando for jogar uma Copa do Mundo não vai render nada, porque lá fora os árbitros não apitam qualquer coisinha.
@geglobo Nem sou santista, mas pra mim isso é vermelho direto e sem discussão, o cara já era o último homem, ia para confronto direto com o goleiro e ainda poderia dar uma assistência caso quisesse.
@liberta___depre Eu nunca fui fã desse técnico, mas acho que papo de vencer Copa do Mundo, precisa de MUITO tempo, quem achou que o Brasil levaria essa, se iludiu demais ou não assistiu as eliminatórias. Mesmo que Anceloti fique, não sei se leva nem em 2030.
@CBF_Futebol Já pode começar cortando essa porra de Joga Sinistro e Canarinho Pistola ô caralho.
Também não precisa colocar uma retardada da Nike vestida de Che Guevara pra explicar a merda de uma camisa mal feita.
Fora essas MERDAS em campo que só CHORAM e ficam batendo boca com torcedor.
@Dougllasfernan@especiariasZs@centraldoarabao Mas aí não dá pra levar em conta, nesse teu raciocínio o Messi também seria um lixo até antes da copa do Catar. Porque ele nunca tinha jogado nada pela Argentina.
@jockyb74@marsbbqenjoyer@nexta_tv Grande merda, isso que elas fazem é mais vergonhoso do que informativo, a pessoa não tem brio para fazer essa palhaçada.
@ESPNBrasil O cara tem uns 10 mil fãs ali no estádio, mas ele prefere ir discutir com uns 5 que estão ali criticando o trampo dele. Mais de 30 anos nas costas e não amadureceu ainda.
@eixopolitico e detalhe, os juízes criminais ainda fazem um trabalho bem porco, principalmente no RJ, onde se vê com frequência gente com 3 passagens ou mais andando pelas ruas e não tem nem 30 anos nas costas.
O manual é velho. O roteiro também.
Quando a realidade ameaça desmontar a narrativa, entra em cena a palavra-chave. Neste caso: petróleo.
Observe o mosaico. Perfis grandes, verificados, alinhados ideologicamente, repetindo o mesmo termo como se fosse um refrão ensaiado. Não discutem ditadura. Não falam de perseguição, censura, exílio, fome, presos políticos. Não mencionam o povo venezuelano nas ruas comemorando. O foco é outro. Petróleo. Petróleo. Petróleo.
Isso não é coincidência. É construção narrativa.
Funciona assim:
primeiro, escolhe-se um vilão externo conveniente.
depois, reduz-se um evento complexo a um único motivo econômico.
por fim, apaga-se o fator humano para preservar aliados ideológicos.
Repare no padrão. As frases mudam pouco, o enquadramento é idêntico. “Imperialismo”. “Roubo”. “Interesse no petróleo”. É a mesma tecla martelada para desviar o olhar do essencial: um regime caiu porque esmagou seu próprio povo por anos.
Quando milhões fogem de um país, a esquerda chama de “contexto”.
Quando o povo celebra o fim do jugo, a esquerda chama de “manipulação”.
Quando a ditadura perde proteção, a esquerda grita “petróleo”.
É curioso como a preocupação com soberania só aparece quando o ditador é amigo. A dor do povo nunca vira pauta. O barril, sim. O barril é sempre protagonista.
Isso não é análise geopolítica. É controle de danos.
É tentar salvar a tese quando os fatos a atropelam.
A repetição denuncia o método. Se fosse verdade, não precisaria ser repetida em coro. A verdade não precisa de megafone coordenado. A mentira, sim.
Por isso a insistência. Porque admitir que o povo comemorou seria admitir que a narrativa ruiu. E quando a narrativa cai, sobra apenas o eco vazio da palavra mágica.
Petróleo.
Enquanto isso, a realidade segue seu curso.
E realidade não se cancela.
Só se tenta abafar.
Podemos afirmar que há alguém coordenando isso ou já podemos chamar, sem rodeios, de um verdadeiro gabinete do ódio?