Estava aqui olhando pro chão do centro de distribuição e percebi uma coisa que pouca gente nota.
A maior competição dos pequenos e médios e-commerce hoje não é falta de venda. É a matemática cruel do picking.
Enquanto você paga caro pra separar cada pedido o gigante faz isso por centavos e ainda te atropela com frete grátis.
Hoje eu tenho exatamente 3500 metros quadrados vazios. São os últimos 16% da nossa capacidade antes de dobrar o tamanho da operação.
Eu tomei uma decisão. Não vou encher esse espaço com qualquer contrato.
Resolvi abrir esses metros finais pra uma modalidade nova. É quase um segredo operacional que os grandes marketplaces guardam a sete chaves.
Vou entregar pro médio e pequeno e-commerce o mesmo custo de picking e a agilidade de entrega D0 pra transportadora que só os maiores do jogo têm.
E tem mais. Gateway de pagamentos se você quiser, antecipação de recebíveis bem agressiva e ainda a possibilidade de oferecer frete grátis na sua operação.
É simples. Se eu te der a arma logística de um gigante sem os custos de um gigante você vira um gigante?
São só esses 3500 m². É o espaço que resta pra quem já cansou de perder margem e quer jogar de igual pra igual.
Depois disso o portão fecha até a expansão terminar.
Se você sente que seu negócio é um diamante bruto no meio dessa multidão o lugar é aqui. Eu não investi nessa infra à toa e você pode fazer parte dela.
Quem topa validar essa tese comigo? Manda mensagem no privado que te explico como fazemos mais de 1.8 milhão de pedidos mês e você pode pegar carona nisso aqui em Extrema - MG.
@heinekenbr@Heineken Aproveita o mkt instantâneo e já coloca pra fabricar as garrafas com os nomes: “Haignen, haikonen e verdinha”. O CMO tem que se atentar a essas oportunidades. Me chama que eu coordeno essa campanha.
Só agora que o hamburger de picanha do Mc não tem picanha, o Whopper de costela do BK não tem costela… Imagina quando descobrirem que a cerveja do Brasil não tem malte.
No #bbb22 não existe pandemia, distanciamento social nem tensão sobre desdobramentos de uma guerra na Europa. Só festas, jogos e, no extremo da hostilidade, fofocas.
Está aos poucos deixando de ser “reality show” e se tornando um show de utopia.
Que mundo triste, esse nosso.