"Os mais próximos se visitavam sem precisar de convite, para quentar uma fogueira, diziam, e sempre levavam um pedaço de bolo de puba ou um pouco de canjica pra casa". Leia a crônica de Danillo Ferreira no site. - https://t.co/AumhqDPxzY
Feirense e feminista na década de 1930. Viajou pela Europa para aprender canto lírico. Conheça no Feirenses a trajetória de Celeste de Cerqueira - https://t.co/7YmyMmvPTN
“Menos eu”, filme curta-metragem recém-lançado do cineasta feirense Daniel Sal, estreou no último sábado, dia 23 de abril. O filme mostra a relação de pai e filha, no contexto de luto após a mãe deixar a casa.
“Daniel Sal expressa com primor a solidão e o sofrimento vigente entre os personagens, abordando um drama familiar que muitos de nós conhecemos: o silêncio emocional que faz sofrer quem não ouve e quem não fala.” (por @danilloferreira)
Não devemos confundir sentimento de pertencimento com a artificial projeção de nobreza aristocrática que certos setores da elite econômica da cidade criaram em torno de si" - https://t.co/UlmMhL4QfH
"Frente a um soteropolitano gabando os coqueiros de Itapuã muitos até sentem vergonha de falar que são feirenses, que moram em Feira ou que admitem a possibilidade de viver por aqui até o fim de suas trajetórias" - https://t.co/UlmMhL4QfH
"Ter a oportunidade de cantar com Mano Brown é ver que as coisas são possíveis e que sonhos se realizam. É fruto de muito trabalho, de muita tentativa, de muita busca", disse ao Feirenses a rapper feirense:
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“Por qualquer senão, o manguá ardia no lombo da negrada”, disse em entrevista concedida à Revista Cruzeiro, uma das mais importantes do país na década de 70 - https://t.co/KvMQgIDjiM
Em 1970 vivia no distrito de Jaguara um ex-escravo que contava com 115 anos. Quando a Lei Áurea foi assinada (1888) tinha 18 anos - https://t.co/KvMQgIDjiM