PAPA FRANCISCO: Não levamos nada desse mundo, foquem se nas riquezas espirituais, as riquezas matérias quebram, ladrões podem roubar... Por isso pensem na vida eterna;
Imprensa: Papa defende ladrões
@bibblxe@FerCWB17@donairene13 Mas aí que está, a escolha de um parceiro em uma pessoa religiosa depende muito da religião (e é uma escolha individual), então talvez seja só reflexo disso. Sendo sincero, eu não levaria virgindade em consideração para um futuro casamento
@bibblxe@FerCWB17@donairene13 "padrões morais" mudam. Consequentemente, as hipocrisias de cada época mudam. Mas a moral independe de época, toda época tem seus erros, seus acertos e suas hipocrisias
@FelipeC06873482@leoworld56@DataFutebol Conhecendo o Messi, ele só deve achar legal pq o Che Guevara é argentino msm, deve nem saber o que ele fez; o Messi é muito inculto, único livro que ele leu na vida foi uma biografia do Diego Maradona
@FcbnewsBR Nessa época eu achava que o João Félix e o João cancelo iam ser ídolos do Barça... Se fossem um pouco mais dedicados, teriam sido... E se não fosse a lesão do De Jong e do Pedri nessa época
Nós sairemos vencedores em 2026. Aqueles que duvidarem da Missão sairão desmoralizados.
Leia o texto abaixo. Divulgue ele e entenda pq a Missão governará o Brasil.
Envie para seus amigos. Está começando!
Uma dica de oratória para a geração Z:
Aprenda a iniciar e encerrar frases.
As pessoas mais velhas não comete esse erro, eles conseguem encerrar um pensamento por vez, terminando a frase e iniciando outra.
...
Discordo que seja necessário "experiência prática" para evitar proferir tolices como o fez esta moça.
Digo isso porque provavelmente a maioria das pessoas que ri das bobeiras ditas pela "especialista" não tem experiência prática ou "vivência" em combate. E ainda assim sabe muito bem que a moça proferiu absurdos que não condizem com a realidade.
Eu certamente não tenho experiência prática nestes assuntos — não deve ser muito difícil de crer que eu não sei usar um fuzil e muito menos sequer operei simulacros de um fuzil em simulações de combate (exceto em videogames, né...).
Parece bem óbvio (porque é mesmo óbvio) que a "especialista" proferiu bobagens. Basta ver, por exemplo, que as facções se enfrentam sem recorrer a pedradas e estilingues para neutralizar os combatentes adversários — porque isso é ineficaz.
Basta ver que a guerra contemporânea, como na Ucrânia, foi profundamente alterada pelo uso de drones. Nesta operação, mesmo, o CV utilizou drones para "bombardear" o território. Não são brinquedos, como a "especialista" disse, nem facilmente abatidos com um tiro.
Mas a moça se diz "especialista em segurança pública", e tem um volumoso currículo acadêmico que lhe confere as credenciais que — nominalmente apenas — lhe justificam a alcunha de "especialista".
Em alguma coisa ela deve mesmo ser especialista, mas resta saber em quê. Pelos absurdos que disse, não parece que ela nutre algum interesse pessoal por conflitos históricos, táticas de combate, estratégias militares e nem que ela seja aquele tipo de pessoa profundamente conhecedora das obras de Clausewitz e afins.
Pelas bobeiras que ela disse, não parece que ela seja capaz de compreender minúcias do equipamento utilizado em operações militares e policiais. Nem parece que ela tenha interesse legítimo em violência intergrupal humana, sendo treinada em psicologia evolucionista ou antropologia física nas intersecções com esta mencionada forma de violência.
É de se duvidar que ela seja profunda conhecedora ou admiradora de um Lawrence H. Keeley, de um Ian Morris, de um Peter Turchin (que nem são especialistas em coisas militares, mas possuem ótimas obras sobre violência inter e intragrupal humana).
Pelas bobeiras que ela diz, ela estudou teóricos pós-modernos e se especializou em usar a retórica imbecilizante deles em temas que envolvem segurança pública. É assim que ela veio a ser chamada de "especialista em segurança pública", mas um título mais apropriado seria "especialista em retórica pós-moderna concernente à segurança pública".
Um William Waack da vida tem o mesmo tanto de experiência prática que ela no assunto: zero. Ele não teve treinamento militar, não é um soldado do BOPE que se tornou jornalista. Porque não é necessário sê-lo. Ele, por exemplo, não diz bobeiras como as que esta "especialista" diz por bom-senso, por não ser um "missionário" da fé desconstrutivista.
@WesJanson@Pai_estovir Esse é o tipo de pergunta inútil que Jesus repreende quem faz no evangelho, nos esforcemos para entrar e levar o máximo de pessoas conosco para o céu. Não importa quantos terão no céu
Uma criança de 14 anos estar perto de um fuzil é falha exclusiva do pai e da mãe.
Nessa ordem, inclusive.
Que sociedade é essa em que tudo é culpa de todos menos dos responsáveis diretos?