>Pedro, brasileiro, 17 anos
>enquanto a galera tava estudando pro ENEM
>funda uma agência de marketing
>do zero, sem investidor, sem mentor, sem networking
>em menos de 4 anos: R$1.5M de receita anual
>negócio consolidado, vida boa
>maioria pararia aqui
>Pedro: "e se eu começasse do zero de novo?"
>larga tudo
>olha pro mercado e vê um problema gigante:
>milhões de pessoas criam conteúdo todo dia
>quase ninguém consegue monetizar
>enquanto isso, marcas gastam fortunas em ads frios que ninguém confia
>93% dos marketeiros dizem que UGC performa melhor que ad tradicional
>78% da Gen Z compra baseado em gente real, não em propaganda
>fevereiro de 2025
>funda a Conty
>MVP sozinho, em 30 dias
>ideia: a "Uber da criação de conteúdo"
>conectar marcas a criadores reais via missões gamificadas
>qualquer pessoa pode ganhar dinheiro criando conteúdo autêntico
>não precisa ter 100k seguidores
>agosto de 2025
>começa a monetizar
>em 2 meses: R$20k MRR
>800+ criadores cadastrados
>20 marcas ativas
>R$10k+ pagos direto pra criadores
>investidor aparece
>Anderson Diehl — Investidor Anjo do Ano no Startup Awards 2024
>9 exits no currículo
>pergunta pro Pedro: "qual seu objetivo?"
>Pedro: "construir um unicórnio"
>Diehl: "então vamos juntos"
>Conty avaliada em R$2.5M
>novo anjo entra
>valuation salta pra R$14M
>iFood e Kaspersky fecham contrato
>22 anos de idade
>mercado de Creator Economy no Brasil: US$5.4B em 2025
>projeção: US$33.5B até 2034
>Brasil é o 3º maior consumidor de redes sociais do mundo
>Pedro não tá tentando surfar uma onda
>ele tá construindo a infraestrutura da onda
>"o conteúdo autêntico vai ser o maior diferencial num mundo dominado por IA"
>keep building
A história do Pedro é insana. Largou um negócio de milhões aos 21 pra construir algo que pode mudar como marcas e criadores se conectam no Brasil inteiro.
@Pedrodv e a @appconty tão só começando.
Escalar autenticidade. Essa é a missão. 🧢
$MSFT Microsoft near 200 week SMA.
It has only tested that 3 times in past 13 years.
Up 100% two years later.
Every time.
This one is to Charlie:
"High Quality stock at 200 Week Moving average"
2 centavos de quem já atuou no varejo online e na indústria dos suplementos.
90% de tudo é commodity.
Creatina? É comprar a granel e envasar.
Glutamina? Idem?
Whey Protein? Bota flavorizante, aroma e envasa.
Aliás Glanbia e Arla junstas são responsáveis por cerca de 30% da produção global de whey.
Cenários parecidos são vistos em outros produtos do setor. Quase tudo é precificado em dólar, resultado disso são margens baixas para o fabricante tradicional.
A Growth nasceu diferente, eles compravam matéria prima a granel, leia-se sacos de 20kg da Glanbia Avonlac 282 (Whey protei concentrado 80%) e Provo 292 (Whey Isolado) e distribuiam em sacos de 1kg.
No começo sem sabor naquelas embalagens laminadas, faziam isso nos fóruns de musculação da época.
Desde o início fazendo DTC (Direct to Consumer), sem atravessador, sem lojista e com margem maior.
Usando os fóruns do jeito mais útil possível, gerando autoridade com moderadores que acabavam colocando o site nas assinaturas.
Nessa época as maiores lojas online eram CorpoPerfeito e Loja do Suplemento.
Nessa época a maioria dos fabricantes não dava ainda muita bola para o digital, simplesmente não acreditavam no canal e que uma marca vinda de um fórum chegaria em algum lugar.
Os fundadores da Growth foram visionários, tinham mais margem e ainda ganhavam dos ecommerces tradicionais no preço.
O que eles não tinham no início?
O tal share of mind. O mercado brasileiro era moldado pelo norte-americano, as pessoas buscavam marcas como Optimum, Universal (quem não lembra do Animal Pak?) e EAS.
No Brasil, a Probiótica era líder absoluta, seguida por Integralmedica e Nutrilatina, todo o resto nacional era viscomo como uma "Série B".
Afinal, quem influenciava o consumidor comum era o marombeiro que consumia geralmente fóruns gringos.
Esse mesmo marombeiro era visto como um tipo estranho, que vivia numa caverna, imagem que inclusive a Universal Nutrition explorou com aquelas campanhas com o Evan Centopani, o animal.
Nessa era, veteranos como o Fernando Sardinha mal recebiam patrocínios, outros nomes que hoje são gigantes (Tipo Alex dos Anjos) subiam ao palco para ganhar apenas um pote de hiper calórico.
Era literalmente por amor.
A coisa começou a mudar por volta de 2012, quando a Eva Andressa se tornou a primeira página de Facebook a atingir 1 milhão de fãs.
Virou case global, ela explodiu e alcançou mais visibilidade que muito atleta gringo, na sequência outras figuras começam a usar estratégia parecida.
Foi o caso da Juju Salimeni na NeoNutri, mas até aí era quase tudo conteúdo estático.
O vídeo mudou as coisas lá para 2015, primeiro o Scarpelly, depois Ander e Toguro, mas tinha algo ali diferente.
Não se tratava mais de dicas técnicas, mas um tipo de entretenimento, se você assistisse a um vídeo do Cariani falando de creatina, talvez não tivesse um motivo para voltar ao canal no dia seguinte.
Mas com os outros era tipo seguir uma novela, um daily vlog.
E foi aí que a escala de verdade aconteceu, a Growth contratou o Léo Stronda, que na época era rosto da Darkness (Integral), tradiciona, mas que dependendia de lojas físicas.
A Growth por outro lado já tinha preço menor, boa variedade de produto e pouco ruído, o cliente não precisa decidir "qual marca", mas só "qual produto" comprar no site.
O termo "Whey da Growth" começou a aparecer no Google Trends e até ser procurado em lojas físicas.
A marca que antes do Stronda faturava 100mi ano que já era mais que a maioria das lojas hoje bate 2bi ano.
A fábrica de monstros ajudou a construir um monstro.
E agora? A gestão atual parece disposta a testar esses limites abrindo caminho para que outros tentem recuperar o território perdido.
Apple's genius move to win AI was... do nothing.
> didn't spend $100Bs on ai capex = saved $100Bs while their competitors burned cash in a race to zero.
> *laughs in free cash flow and positive earnings*
> pick the winning model (in this case gemini) and build the greatest AI app and hardware ecosystem the world has ever seen
> acquire whoever the fck you want because you have cash and your competitors don't
> ai siri, ai airpods and revamped ai-compatible iOS on the way this year
> still the 2nd most valuable company in the world and NONE of the risk taken.
as a former hater, im impressed.
While Brazilian large caps have broken out recently, small caps shouldn't be ignored.
Indeed, smaller firms have underperformed on a global basis over the last 15 years, similar to EM stocks.
Focusing on those 2 factors at once could indeed provide an attractive risk-reward.
As one can see below, Brazilian small caps are still in the low of a long-term cycle, and seem to be gaining momentum.
Meanwhile, their P/E remains modest at 9.8.
$EWZS taken as a proxy here
$EWZ $EEM
REITs are currently trading at their lowest valuations in decades.
The vast majority of investors are not positioned to take advantage of this historic opportunity.
🧵Here's a 'Mini Masterclass' on how to take advantage:
Bilionário fundador do maior hedge fund do mundo explica da forma mais clara possível:
“A desvalorização do dinheiro faz com que tudo pareça estar subindo”
A alta de ouro, prata, ações é ilusão
O que estamos vendo é a morte do Dólar
99% das pessoas não faz ideia disso
Brazilian stocks have finally broken out 18 years after their 2008 peak.
The P/E remains modest at 12 while the 3-month momentum turned positive.
A no brainer for me.
$EWZ
Esse é o deck que a Brex usou para captar $57M em 2019 e ele é uma aula pra todo mundo que está construindo alguma coisa com IA agora.
Vou postar e comentar todos os slides nessa thread 👇
E você? Com o Brent a U$ 64, prefere a segurança em dólar da Exxon ou o dividendo gordo da Petrobras mesmo com o risco Venezuela?
Comenta aí! 👇📈
#PETR4#Investimentos#BolsaDeValores
PETR4 em 2026: Barganha do século ou armadilha geopolítica? ⛽️🇧🇷
Com o Brent a U$ 63,97 e a Venezuela voltando ao tabuleiro global, o cenário para a Petrobras mudou. Analisei os dados de ontem (13/jan) e o resultado é impressionante. 🧵👇
Veredito 2026: A Petrobras é um excelente "Value Play" para quem foca em dividendos e aguenta a volatilidade da América Latina.
Mas o risco não é mais só interno (Brasília), agora é vizinho (Caracas) e global (Preço do barril).