@roderix1966 Acho que na advocacia irá prevalecer o sistema híbrido. Economizam gastos com o prédio e de quebra ainda ganham o funcionário disponível full time, em uma área onde estar presencialmente para o trabalho que exerce é quase indiferente (exceto o ambiente de competição entre peers).
@quadrao01@rbreia GME no começo do squeeze tinha 320% de short-float. Aqui no BR nenhuma ação tem mais de 20%. Não tem como um negócio desse funcionar, e a IRBR foi a prova hoje.
@Leoteixeira44@NicksonThayrone@rbreia Sim. Não to dizendo que o hype é injustificado, mas que existe, existe. Se a Nubank fizesse IPO te garanto que iam precificar ela muito acima do que vale (acho uma ótima empresa, mas ctz que iriam exagerar)
@divdsxorgelus @Tiagogreis Eu ficaria de olho apenas na hipótese do governo passar a taxar os dividendos, pq isso, aliado com a subida da Selic, fará com que os FIIs percam a vantagem que possuem de rentabilidade perante à RF, fazendo com que muitos migrem pra ela, oq baixaria as cotas/rendimentos dos FIIs
@NicksonThayrone@rbreia Sim, mas não com a visibilidade e hype que se tem hoje. Tanto que bancos digitais de capital aberto, como o BIDI4, já retomaram os patamares pré-COVID, enquanto os tradicionais ainda operam com um gap de 33% de queda (precisando, assim, de 50% de valorização, vide BBDC4).
@rbreia Quanto às provisões, concordo com o comentário do João e acredito que o cenário pessimista precificado não se confirma. Mas não acho que alcance valores pré-COVID, talvez um gap de 10% pela vinda das fintechs pois, mesmo que coexistam, de certo trazem um risco a mais. (2/2)
@rbreia Acredito em um medo exagerado com a vinda das fintechs, propostas um pouco diferentes dos bancos tradicionais e acredito ter espaço para a coexistência. A manutenção dos preços hoje mesmo com sinais negativos do pacote fiscal americano mostra que o pior já está precificado? (1/2)