Vencedor do Oscar faz doação para campanha de Manuela D'Ávila. Cineasta Walter Salles destinou R$ 100 mil para a ex-deputada gaúcha https://t.co/HupVIq5hB0
Toda eleição, desde a década de 1980, a mídia corporativa tenta criminalizar o Lula. De sequestro de gente poderosa, passando pelo bom e velho terror fiscal e até "mamadeira de piroca". Tentaram tudo. Agora, é o "Lulinha". Eles não se conformam. Serão derrotados novamente.
ESSA MANCHETE DA FOLHA EU TIVE QUE EMOLDURAR!!! CHORA, LULA, UM DONO DE UMA BANCA DE JORNAL DE CURITIBA NÃO VAI VOTAR EM VOCÊ!!! AGORA EU QUERO VER!!! É O FIM DO PT!!!👏
É com imenso pesar que nós, do Brasil 247 e da TV 247, comunicamos a passagem do amigo, companheiro e colega Lejeune Mirhan, polímata, sociólogo, professor e lutador do bom combate. Glória eterna a Lejeune Mirhan!
O caos hoje em Sao Paulo foi tão absurdo que até jornalistas ficaram sem palavras. Eles classificaram o que aconteceu hoje nas linhas de trem da cidade como algo inédito.
CHEGA DE TARCÍSIO DO CAOS
SP NÃO AGUENTA MAIS
Assim estava a Estação Brás ontem, aqui em São Paulo, no primeiro dia de operação privatizada das linhas 11, 12 e 13 da CPTM. Seja nos trens lotados, seja nas torneiras vazias, a visão privatista de Tarcísio faz muito mal aos paulistas.
Ele tinha 16 anos. Estava chegando para trabalhar.
Em Catalão, um jovem aprendiz foi agredido dentro do próprio trabalho por um policial militar porque, segundo o agente, teria “encarado a polícia”.
As imagens mostram tapas no rosto, o adolescente jogado ao chão, uma arma apontada para ele e ameaças de morte: “Você tem que morrer.”
Enquanto apanhava, o garoto repetia: “Eu só vim trabalhar, senhor.”
Isso não é abordagem. Não é segurança pública. É um adolescente sendo aterrorizado por quem deveria protegê-lo.
O policial foi detido. Agora, é preciso investigação rigorosa, proteção à vítima e responsabilização. Não basta divulgar uma nota e reduzir tamanha violência a um simples “desvio de conduta”.
A Polícia Militar é subordinada ao governador. Caiado usa a segurança pública como vitrine política; portanto, precisa responder também quando a farda é usada para agredir e ameaçar de morte.
Não existe segurança quando quem deveria proteger se torna a ameaça.
Nota à imprensa sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos Estados Unidos
O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável.
O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%.
O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.
Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço.
O governo do Brasil seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura.
Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.
Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República