Presidente do Brasil compara Israel a Alemanha nazista, em mais um gesto de canalhice histórica.
Lula, que gosta tanto de viajar para o exterior, deveria visitar Auschwitz para uma lição de história
O escritor português José Saramago, Nobel de Literatura, publicou em 1995 seu livro “Ensaio sobre a cegueira”. A história começa com um homem que, no trânsito, de repente fica cego. Essa cegueira é contagiosa, e, gradualmente, um grande número de pessoas na cidade também perde a visão.
Saramago era um militante “hormonal” comunista. Em 2003, ficou indignado com o regime cubano, que ele defendia, por conta da execução de três dissidentes que queriam fugir para os EUA. Publicou uma carta a Fidel Castro, começando assim: "Até aqui cheguei. De agora em diante, Cuba seguirá seu caminho, e eu fico onde estou.”
Quando Saramago escreveu sua carta, o regime cubano já havia executado cerca de 3 mil pessoas desde assumir o poder em 1959. Até 3 mil execuções, Saramago suportava. Mais três, não. Curado da cegueira ele anunciou que caia fora da torcida cubana.
Me lembrei disso por causa do massacre de civis em Israel, pelos terroristas palestinos do Hamas. Uma barbárie, sem justificativa moral, ética, humanitária ou religiosa, um crime de ódio racial que eu torcia para que não assistíssemos mais.
Lembrei de Saramago pela quantidade de gente relativizando o morticínio. Vi gente se recusando a chamar o Hamas pelo que ele é – grupo terrorista; dizendo que foi bem feito para Israel e dando piruetas retóricas para igualar moralmente a reação israelense ao ataque covarde dos terroristas. E essa gente que vi, não foram bêbados em discussão de boteco, mas autoridades políticas, influenciadores digitais e, especialmente, jornalistas.
Vivemos um ciclo de pressões angustiantes, com um clima de ameaça contínua. Era para estarmos unidos, combatendo um inimigo comum, como já fizemos em alguns momentos da história. Mas não.
Uma epidemia de cegueira moral parece que tomou conta da sociedade. Saramago precisou de 3.003 execuções de adultos para sair da cegueira moral. Você aí, que relativiza o terror vendo execuções de adultos e crianças, vai precisar de quantas?
Quem relativiza o crime, criminoso é. Quem relativiza o canalha, canalha é. Quem relativiza o terror, terrorista é. Não precisa pegar em armas e praticar o crime.
Basta ser um cego moral.
Es kursieren Hass und Hetze, die Israel für die Terror-Angriffe der Hamas verantwortlich machen.
Das ist Täter-Opfer-Umkehr der perfidesten Art.
Jedes „Ja, aber“ ist angesichts der Brutalität und Menschenverachtung der Terroristen völlig fehl am Platz.
Por que os jornais brasileiros somam os mortos dos dois lados, como se os israelenses assassinados pelos terroristas fossem iguais aos próprios terroristas?
Hoje, 07 de outubro de 2023, Israel viveu o maior atentado terrorista da sua história. A data de hoje sempre será lembrada como o “11 de setembro�� israelense.
Diante disso, tenho uma mensagem especial para você, que se considera pró-Palestina, que se preocupa com a vida dos palestinos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
Por favor, ouça com atenção.
@lucianagenro Olha, eu já te achava meio ignorante, mas nesse último parágrafo você se superou, meus parabéns. Que vergonha você ter raízes judaicas. Podia ser só burra, mesmo.