"Ellos se formaron en las academias de primer nivel, nosotros venimos de la tierra colorada".
Gustavo Alfaro, DT de Paraguay 🇵🇾, luego del histórico triunfo ante Alemania 🇩🇪
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Bom dia!
Há situações que não precisam ser vencidas, mas compreendidas. Há batalhas que se encerram quando deixamos de alimentá-las. Hoje, antes de responder, reagir ou tomar uma decisão importante, pergunte a si mesmo:
Jesús no era asquenazí.
Jesús no era sefardí.
Jesús no era talmúdico.
Jesús no era sionista.
La lengua materna de Jesús era el arameo, no el hebreo moderno.
Jesús creció en Galilea, tierra de los gentiles, no en Judea, tierra de los judíos.
Jesús, según la carne, proviene de la tribu de Judá —era un judaita—, no un edomita convertido al judaísmo rabínico, como la clase gobernante en Jerusalén y como los judíos actuales.
Los judíos de hoy no tienen absolutamente ninguna relación —étnica, y mucho menos espiritual— con Jesús de Nazaret. No pueden reclamarlo como suyo.
Jesús de Nazaret pertenece a los mansos de la tierra, a aquellos que no se jactan de la grandeza de su etnia, sino en la sencillez de su fe.
Jesús pertenece a los pobres, a los débiles, a los despreciados, a los mutilados y a los masacrados bajo los escombros; no a la falsa élite religiosa que los asesina en «nombre de ser la raza elegida de Dios».
Entienda quien pueda ...
Bom dia
Ogbe Iwori fala sobre a importância de desenvolver maturidade para compreender que nem tudo acontece no nosso tempo. Há bênçãos que amadurecem em silêncio e caminhos que exigem paciência.
O interesse dos americanos é destruir todos os aliados da China para, depois, atacar diretamente os chineses.
Quando a bazuca apontar para cá, diretamente para o nosso agro, eu quero ver os maiores financiadores da extrema direita.
Já pensou uma proibição de plantio de soja ou de determinadas culturas?
Proibição de PIX e exigência de compra de produtos americanos várias vezes mais caros?
Então pensem.
Quero desenhar um cenário hipotético para vocês.
Estamos no governo Flávio Bolsonaro.
O banqueiro X está envolvido num escândalo. Decidem ver as suas relações políticas.
Um ex-ministro de Lula, presidente de partido de esquerda, havia tentado ajudá-lo com uma emenda no Senado.
Jornal O Povo flagra momento da queda de raio em ato bolsonarista em Brasília. O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal informou que está em atendimento na região. Algumas pessoas tentavam reanimar un grupo atingido no ato, que foi convocado pelo deputado federal Nikolas Ferreira
O verdadeiro motivo da invasão americana à Venezuela remonta a um acordo que Henry Kissinger fez com a Arábia Saudita em 1974.
E vou explicar por que isso se trata, na verdade, da SOBREVIVÊNCIA do próprio dólar americano.
Não se trata de drogas. Não se trata de terrorismo. Não se trata de "democracia".
Trata-se do sistema do petrodólar que manteve os Estados Unidos como potência econômica dominante por 50 anos.
E a Venezuela acaba de ameaçar acabar com ele.
Eis o que realmente aconteceu:
A Venezuela possui 303 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo.
As maiores do planeta.
Mais do que a Arábia Saudita.
20% de todo o petróleo mundial.
Mas aqui está a parte que importa:
A Venezuela estava vendendo ativamente esse petróleo em yuan chinês. Não em dólares.
Em 2018, a Venezuela anunciou que se "libertaria do dólar".
Eles começaram a aceitar yuan, euro, rublo, qualquer moeda MENOS dólares pelo petróleo.
Eles estavam solicitando a adesão ao BRICS.
Estavam construindo canais de pagamento direto com a China que ignoravam completamente o sistema SWIFT.
E tinham reservas de petróleo suficientes para financiar a desdolarização por décadas.
Por que isso importa?
Porque todo o sistema financeiro americano é construído sobre uma única coisa:
O petrodólar.
Em 1974, Henry Kissinger fez um acordo com a Arábia Saudita:
Todo o petróleo vendido globalmente deveria ser cotado em dólares americanos.
Em troca, os Estados Unidos forneceriam proteção militar.
Esse único acordo criou uma demanda artificial por dólares em todo o mundo.
Todos os países do planeta precisam de dólares para comprar petróleo.
Isso permite que os Estados Unidos imprimam dinheiro ilimitadamente enquanto outros países trabalham para isso.
Financia as forças armadas. O estado de bem-estar social. Os gastos deficitários.
O petrodólar é mais importante para a hegemonia dos EUA do que porta-aviões.
E há um padrão no que acontece com os líderes que o desafiam:
2000: Saddam Hussein anuncia que o Iraque venderá petróleo em euros em vez de dólares. 2003: Invasão. Mudança de regime. O petróleo iraquiano voltou imediatamente a ser cotado em dólares. Saddam Hussein linchado.
As armas de destruição em massa nunca foram encontradas porque nunca existiram.
2009: Gaddafi propõe uma moeda africana lastreada em ouro, chamada "dinar de ouro", para o comércio de petróleo.
Os próprios e-mails vazados de Hillary Clinton confirmam que essa foi a PRINCIPAL razão para a intervenção.
Citação do e-mail: "Este ouro tinha como objetivo estabelecer uma moeda pan-africana baseada no dinar de ouro líbio."
2011: A OTAN bombardeia a Líbia. Gaddafi é sodomizado e assassinado. A Líbia agora possui mercados de escravos abertos.
"Viemos, vimos, ele morreu!" Clinton riu diante das câmeras.
O dinar de ouro morreu com ele.
E agora Maduro.
Com CINCO VEZES mais petróleo do que Saddam Hussein e Gaddafi juntos.
Vendendo ativamente em yuan.
Construindo sistemas de pagamento fora do controle do dólar.
Petição para ingressar no BRICS.
Parceiros: China, Rússia e Irã.
Os três países que lideram a desdolarização global.
Isso não é coincidência.
Desafie o petrodólar. Mude o regime.
Todas. As. Vezes.
Stephen Miller (conselheiro de segurança interna dos EUA) disse isso em voz alta há duas semanas:
"O suor, a engenhosidade e o trabalho árduo dos americanos criaram a indústria petrolífera na Venezuela. Sua expropriação tirânica foi o maior roubo de riqueza e propriedade americana já registrado."
Ele não está escondendo nada.
Eles alegam que o petróleo venezuelano PERTENCE aos Estados Unidos porque empresas americanas o desenvolveram há 100 anos.
Seguindo essa lógica, todos os recursos nacionalizados na história foram "roubo".
Mas aqui está o problema MAIS PROFUNDO:
O petrodólar já está morrendo.
A Rússia vende petróleo em rublos e yuans desde a Ucrânia.
A Arábia Saudita está discutindo abertamente pagamentos em yuan.
Segue…
FÉ NO MENGO!!
Chegou o tão sonhado momento de buscarmos o mundo novamente. Nada é impossível, vamos pelos nossos.
Hoje é dia de vermos o Flamengo campeão mundial novamente.
#flamengo