Eu digo mais: quem foi bem tratado, profundamente amado e mimado desde a infância pelos próprios pais, desenvolve um padrão interno tão elevado que simplesmente não consegue aceitar migalhas, desrespeito ou desvalorização. Não é orgulho, é o que se tornou normal para quem foi amado de verdade.
Sem lero-lero vitimista, até porque isso não tem uma dimensão racial, mas eu realmente acho que a mentalidade do "patrão" brasileiro é permeada de ranços escravagistas. Tem uma série de traços na maneira pela qual patrão lida com empregado que parecem derivar da era colonial.
“Um agradecimento especial ao Banco Master, que carregou nosso dinheiro e agora a gente ficou sem pra comprar ônibus”, a diva hablou bonito ao vivo na Globo DF. E pensar que teve dinheiro indo até pra financiar ‘filme’ de golpista.