Ministros do TSE avaliam que o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, entrou no segundo turno das eleições no modo “tratoraço” e deixou para trás a postura de equilíbrio que tentava cultivar. A visão é compartilhada por integrantes do STF (O Globo)
Pior que um diretor da Polícia Rodoviária fazendo blitz para impedir eleitor petista de votar é um juiz que comanda o TSE atuando para censurar a esquerda e proteger o Flávio. Pasmem, um juiz indicado pelo papai dele e suspeito de vender sentença judicial para o Flávio. Isso aqui é fraudar a eleição.
🚨 CENSURARAM E CRESCEU 🚨
Tentaram tirar o Exército do Lula do ar.
O TSE não viu desinformação no canal.
Ele continua e vai continuar.
Tinha 3 milhões.
Agora já passou de 3,7 milhões.
A tentativa de censura só fez o Exército crescer.
Se tentarem de novo, a gente dobra a meta.
#LulaComAparecida no assunto.
DEUS USA LULA no trending.
Padroeira e FLÁVIO USA DEUS no radar.
Copacabana e Marcha no scroll.
Palestina e Faltam 13 no canto.
Neste Dia e 12 de Outubro no meio.
Não adianta querer calar.
Cada tentativa de censura traz mais gente.
O Exército do Lula não para.
Quem tenta frear só acelera.
Amanhã tem Copacabana.
Hoje o canal só aumenta.
Se quiserem censurar de novo, a gente responde em dobro.
Bora.
🚨 URGENTE! Equipe técnica do TSE acaba de desmentir Nunes Marques e Flávio Bolsonaro ao afirmar que NÃO ENCONTROU desinformação no canal “EXÉRCITO DO LULA”, fundado por Janones.
Marques aceitou o pedido de Flávio sem ao menos analisar, tudo para favorecer o candidato. Absurdo!
Lula volta a criticar Nunes Marques:
“"Acho que eles estão extrapolando em algumas decisões contra a minha campanha, isso é visível e já foi denunciado. Eu não vou criar só o Exército do Lula, eu vou criar o Exército, a Marinha, a Aeronáutica do Lula no WhatsApp".
Decisões do TSE são mais rápidas para Flávio; pedidos de Lula são travados. Representações da coligação de Lula foram paralisadas por Nunes Marques e André Mendonça desde o início do segundo turno. Três são sobre ataques em rede social, travadas com pedidos de destaque em plenário virtual, e outras são ações contra desinformação, uso de inteligência artificial e redução de alcance nas plataformas digitais.a quinta (8), a chapa petista acionou o TSE dizendo que a Meta estaria promovendo uma redução ou "zeramento" artificial do alcance de conteúdos pró-Lula, além de ter desabilitado a conta oficial de anúncios. A coligação pediu tutela de urgência, e o juiz auxiliar Marco Aurélio Bellizze, designado por Nunes Marques, não a concedeu, dando prazo de 48 horas para a manifestação técnica da Meta. No mesmo dia, a coligação impetrou ação com acusação de abuso de poder econômico por Flávio Bolsonaro, o candidato a vice, Alfredo Gaspar, e Pablo Marçal. Na sexta, novo pedido: remoção de vídeo de Pablo Marçal com manipulação de áudio de Lula e Eduardo Paes de 2016 contra evangélicos. Os pedidos liminares ainda não foram analisados (uol)
ACABOU PRA VOCÊ, FLÁVIO! Juliette acaba de expor a proximidade de Flávio Bolsonaro com quem tem planos de acabar com Nossa Senhora Aparecida. E que aula essa mulher deu!
A decisão de Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, de derrubar neste domingo o canal de WhatsApp "Exército do Lula" contrasta com o entendimento do próprio ministro e do colega André Mendonça sobre os pedidos da coligação de Lula contra a chapa de Flávio Bolsonaro.
Em uma das situações, mesmo com o placar de 5 x 1 pela punição da candidatura do senador no plenário virtual, Nunes Marques optou pela mudança para o plenário físico, o que adiou a proclamação da decisão.
A ordem do ministro, que atendia a pedido feito neste sábado (10) pela campanha de Flávio, foi derrubada horas depois pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.
Corregedor do TSE e relator do pedido, Cueva trava uma queda de braço com o presidente do TSE sobre o canal. Ele havia dado, ainda no sábado, um prazo de cinco dias para apresentação de provas pela candidatura de Flávio, que pedia a derrubada do canal de André Janones (Rede-MG).
Nunes Marques atropelou o pedido do colega de TSE e deu prazo de três horas para o WhatsApp derrubar o canal, medida depois anulada por nova decisão de Cueva.
Representações da coligação de Lula foram paralisadas por Nunes Marques e André Mendonça desde o início do segundo turno. Três são sobre ataques em rede social, travadas com pedidos de destaque em plenário virtual, e outras são ações contra desinformação, uso de inteligência artificial e redução de alcance nas plataformas digitais.
Na sexta, Mendonça recusou liminarmente três processos movidos pela coligação contra publicações de Flávio Bolsonaro e de perfis bolsonaristas (como a página "Dama de Ferro" no X e postagens no Instagram).
Nunes Marques paralisou o pedido mesmo com placar de 5 x 1 a favor da coligação de Lula. Ao levar os recursos ao Plenário Virtual, cinco dos sete ministros do TSE votaram contra Mendonça e a favor do pedido de Lula para determinar a remoção imediata dos vídeos. Quando o placar já estava em 5 a 1 para derrubar os conteúdos de Flávio Bolsonaro, Nunes Marques apresentou pedido de destaque e transferiu o julgamento para o plenário, adiando o cumprimento da decisão.
Representações da campanha de Lula não obtiveram decisões liminares imediatas ou foram postergadas. Na quinta (8), a chapa petista acionou o TSE dizendo que a Meta estaria promovendo uma redução ou "zeramento" artificial do alcance de conteúdos pró-Lula, além de ter desabilitado a conta oficial de anúncios. A coligação pediu tutela de urgência, e o juiz auxiliar Marco Aurélio Bellizze, designado por Nunes Marques, não a concedeu, dando prazo de 48 horas para a manifestação técnica da Meta.
No mesmo dia, a coligação impetrou ação com acusação de abuso de poder econômico por Flávio Bolsonaro, o candidato a vice, Alfredo Gaspar, e Pablo Marçal. Segundo a campanha petista a chapa adversária faz o pagamento de apoiadores com ativos virtuais e venda irregular de produtos de campanha. O pedido não foi deferido, e ação foi direcionada para a fase de instrução e coleta de provas, sem efeito prático liminar até o segundo turno. Na sexta, novo pedido: remoção de vídeo de Pablo Marçal com manipulação de áudio de Lula e Eduardo Paes de 2016 contra evangélicos. Os pedidos liminares ainda não foram analisados. (Uol)