Comentando política 🇧🇷, futebol ⚽️, cultura 📖 e o mundo 🌍 | Pensamento crítico💡| Coautor de livro sobre Gestão do Conhecimento 📚 | Reflexões independentes
Aí fica difícil vencer. Seu irmão já chega desgastado pelo caso Vocaro e, mesmo assim, quer escolher uma vice sem projeção nacional, quando existem outras mulheres de direita com muito mais experiência e capacidade de agregar votos. Parece uma decisão que facilita o caminho do principal adversário em vez de fortalecer a própria candidatura.
Aí é pedir para perder a eleição. Com o desgaste que seu irmão já enfrenta por causa do caso Vocaro, escolher uma vice sem expressão nacional, diante de tantas opções mais competitivas na direita, é um erro estratégico difícil de entender. Em vez de ampliar apoio, a decisão corre o risco de afastar eleitores independentes e fortalecer o adversário.
Tem gente comemorando pesquisa eleitoral a quatro meses da votação como se já tivesse ganho a eleição. A memória é curta ou esqueceram quantas vezes o cenário mudou completamente nos meses finais da campanha?
@CNNBrasil Pesquisas a quatro meses da eleição dizem pouco sobre o resultado final. Boa parte do eleitorado ainda muda de opinião conforme os acontecimentos da campanha. Os movimentos mais decisivos costumam aparecer nos meses finais, especialmente a partir de setembro.
Pesquisas realizadas a quatro meses da eleição devem ser analisadas com cautela. O eleitorado considerado "independente" costuma ser mais volátil e sensível aos acontecimentos do momento, o que pode provocar mudanças significativas nas intenções de voto ao longo da campanha. Historicamente, os movimentos mais relevantes costumam ocorrer nos meses finais, especialmente a partir de setembro.
@JornalOGlobo Pesquisas a quatro meses da eleição dizem pouco sobre o resultado final. Boa parte do eleitorado ainda muda de opinião conforme os acontecimentos da campanha. Os movimentos mais decisivos costumam aparecer nos meses finais, especialmente a partir de setembro.
Pesquisas realizadas a quatro meses da eleição devem ser analisadas com cautela. O eleitorado considerado "independente" costuma ser mais volátil e sensível aos acontecimentos do momento, o que pode provocar mudanças significativas nas intenções de voto ao longo da campanha. Historicamente, os movimentos mais relevantes costumam ocorrer nos meses finais, especialmente a partir de setembro.
Isso parece seguir a lógica de que o Estado sabe melhor do que o cidadão o que ele pode ou não consumir. Na prática, o governo arrecada mais enquanto o consumidor paga a conta.
Quem bebe uma cerveja no fim de semana ou toma um refrigerante não deixa de consumir por causa de impostos mais altos, apenas gasta mais do próprio bolso. Enquanto isso, a carga tributária continua crescendo sem que os serviços públicos melhorem.
Se o objetivo fosse apenas saúde pública, a prioridade deveria ser educação, prevenção e conscientização. Não ficar aumentando impostos.