Findei hoje pela manhã a primeira versão do meu 1° romance. Agora vem a segunda parte: burilar obsessivamente, como um condenado.
Se eu fumasse, acenderia um cigarro, grato por poder estar vivo. Como não fumo, bebo uma coca, enquanto penso: a vida pode ser boa.
O que gosto desses jogos em que o Brasil vence com imensa dificuldade um adversário igualmente ruim é que soa como se eu estivesse preso a uma distopia em q todos acordassem numa bela manhã torcendo para o Santa Cruz futebol clube, me despertando um misto de catarse e ciúmes
Anos sem assistir TV, noto q os comerciais acompanharam a mentalidade geral: funk, favelização da cultura, populismo exagerado. Sdds do comercial sutil, a contar historinhas, com a marca surgindo só no último segundo. Decaímos até no q há de mais pobre num país: sua publicidade.
Sou tão notavelmente não poliglota que agr o Twitter traduz até do mais trivial inglês como se dissesse: vamos tornar este site acessível a qualquer imbecil que a concorrência está aumentando a cada dia
@perdidoemsonora@suspiria000 sim. e de certo modo, a despeito da minha grosseria, reforça o que tuitei inicialmente, meio a sério meio brincando: o amarelado dos livros demonstra uma relação diferente, de fato, com a leitura
Uma coisa curiosa no Estadão bibliotecas, é que todos os livros apresentados são novíssimos. Curiosa relação, essa, com livros, em que pessoas de cinquenta anos não possuem livros gastinhos, surrados pela lida e releituras, e com amarelados de trinta anos atrás
@suspiria000 confesso que debochei e paguei a língua. assisti hj. e a parte do filho do Plínio Marcos me arrancou umas lágrimas (besteira, eu sei, mas me pegou). abs.
Vejo nortes da bola (Romário, Bebeto) tomando cuidado ao detonar a seleção. Também afeto confiança, torço, mas é curioso como até futebolistas percebem q a sinceridade custa um preço alto, então, mentem. Quem quer se manter incluído, precisa aprender a mentir com convicção.
Sempre que vejo um vídeo da Maria Ribeiro, lamento não termos um Porta dos Fundos à direita. É triste desperdiçamos uma esquete ambulante, aquela figura meio forçada que ama a tudo e a todos e fez do elogio exagerado uma maneira de jamais sair dos holofotes (cont)