O mundo se divide entre aqueles que entendem que uma sociedade só cresce por meio do trabalho e aqueles que acham que trabalho é uma opressão que os impede de desfrutar a vida e que merecem ser financiados pelo esforço alheio.
@folha No STF temos 2 casos.
E tem o caso do Ministro do STF que absolveu um certo presidente e que depois virou Ministro da Justiça do presidente absolvido.
Loucura né não?
Não.
Você exclui da participação qualquer pessoa que não esteja 100% alinhada com a pauta identitária ou com as pautas progressistas.
A parada é LGBT, não parada “progressista”.
A partir do momento que você insere questões políticas que nada têm a ver com o movimento, você perde adeptos.
E, também, ao colocar pautas que não têm a ver com o movimento, você obrigatoriamente homogeneiza o pensamento, não admitindo lgbts que não sigam a cartilha 100%.
Então é, sim, uma pena.
Eu não vou porque misturam pautas absolutamente alheias aos direitos lgbt e tratam qualquer divergente como inimigo.