@coachdavesetups@ReizaStudios Did the subscription yesterday and already cancelled. No really reference laps, driving line does not show the track like advertised in a video... So yeah maybe in the future, but right now there are free solutions achieving very close ou similar
Q: Was there any temptation at any point when that red flag came out to think, if I just go off and just stop somewhere, I'm going to be on pole tomorrow?
Carlos: Did it go through my head? Yes. But I remember what I stand for, which is values and fair competition.
And trust me, it's super easy to fake an accident, especially today in Baku. I knew going out I was also one of the first cars so I could have perfectly done that, but your values is what defines you in the future and in your career and I think today was a day to, if there was anyone out there better than me, let them beat me.
I knew they were out there are a couple of guys with three to five tenths quicker car that probably were anyway going to beat me, and in the end it was only one which was Max and yeah, very proud of today's quali because every time we had a good chance to put a good lap, we put it on the board.
The team executed a very strong quali also in terms of run plan and execution and together we did a very strong quali.
Presidente Lula (@LulaOficial),
Acabei de ler o artigo da The Economist sobre você. O título? “Faded Dreams”. E não poderia ser mais apropriado. É exatamente isso que você representa hoje: um sonho desbotado, um Brasil envergonhado, uma liderança que não inspira mais nada além de constrangimento.
A matéria começa com o absurdo da posição do Itamaraty, sob sua orientação, condenando veementemente os EUA por atacarem instalações nucleares iranianas. Nenhuma outra democracia ocidental fez isso. Só você. Só o Brasil. A política externa brasileira virou alinhamento com regimes como o Irã, um dos maiores patrocinadores do terrorismo no mundo. Um tapa na cara de quem luta pela liberdade e de quem apoia Israel.
E a vergonha continua: você vai sediar a cúpula do BRICS no Rio em julho, com o Irã, agora membro oficial, à mesa. Você preside um bloco que virou instrumento para a China impor sua política externa e para a Rússia tentar legitimar a guerra na Ucrânia. E ainda tem coragem de dizer que o Brasil é “não-alinhado”? A quem você acha que engana?
A própria The Economist diz que seus diplomatas tentam fazer controle de danos, fugindo de temas delicados e empurrando pautas neutras como saúde e meio ambiente, só para não irritar Trump ou atrair mais atenção negativa. Até seus diplomatas admitem que vocês estão mais apagando incêndios do que propondo qualquer coisa útil.
Sua “estratégia” internacional é incoerente, fora da realidade e ultrapassada. Desde que Trump assumiu, você não construiu nenhuma relação com ele. Nunca se encontraram. Nenhum gesto institucional. O Brasil é hoje a maior economia cujo líder não falou com o presidente dos EUA. Isso é diplomacia? Isso é liderança?
Em vez disso, você corre para abraçar Xi Jinping. Foram dois encontros só no último ano. Depois, apareceu em Moscou, em plena guerra, como o único líder democrático relevante a prestigiar a parada militar de Putin. Tentou se vender como mediador de paz e, como era previsível, ninguém levou a sério. Nem mesmo Putin.
E nem na América Latina você tem relevância. Ignora o presidente da Argentina por divergências ideológicas, mas abraçou Maduro mesmo após mais uma eleição roubada. O Haiti está dominado por gangues, e o Brasil, que já liderou uma missão da ONU lá, agora finge que não vê. Sobre imigração e as deportações em massa promovidas por Trump? Silêncio. Apatia. Falta de liderança.
O artigo também mostra que sua queda de influência internacional acompanha sua impopularidade no Brasil. Você foi empurrado de volta ao poder, mas o país mudou. Está mais à direita, mais conectado ao mundo, menos tolerante com discurso ideológico mofado. Sua aprovação mal passa dos 40%. Só 28% apoiam seu governo. Em junho, foi humilhado no Congresso com a rejeição do decreto para aumentar impostos — algo que não acontecia há mais de 30 anos.
Você está isolado, enfraquecido e fora de sintonia com o Brasil real. O país cresceu. Mas você ainda tenta governar como se fosse 2003. O Brasil hoje é evangélico, é agro, é empreendedor, é digital. E a direita também faz política social. Você perdeu o monopólio da narrativa popular.
E pra fechar: a The Economist diz que Trump, mesmo sendo um presidente que critica tudo e todos, não diz uma palavra sobre o Brasil. E sabe por quê? Porque o “seu” Brasil não importa mais. Nas palavras da revista: o país, sob sua liderança, é “geopoliticamente inerte”.
Essa é a sua marca atual: irrelevância.
Você poderia ter reposicionado o Brasil no mundo. Em vez disso, virou figurante entre ditadores e peso morto para quem ainda acredita em democracia, liberdade e comércio justo.
Você não representa o Brasil.
Você representa o atraso, o cinismo e a vergonha.
Ilustração: Lehel Kovács