Conheci o Sérgio Cauã em Sergipe e, desde então, tenho levado o recado dele aos jovens de todo o Brasil: estudem.
A educação transforma vidas, amplia horizontes e abre portas que ninguém pode fechar. Investir no conhecimento é investir no próprio futuro.
Que a história e a mensagem do Sérgio inspirem cada vez mais jovens a acreditarem no poder da educação.
🎥 @ricardostucket
O que os Bolsonaro tentam esconder, Octavio Guedes escancarou. 4 anos de mandato e zero ação efetiva contra o crime organizado. Enquanto isso, as explicações sobre os vínculos com a milícia nunca vieram.
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
Jorge Jesus estará no Maracanã neste sábado para acompanhar Flamengo x Coritiba.
O treinador desembarcará no Rio de Janeiro na sexta-feira, e no sábado assistirá ao jogo em um camarote do clube carioca.
🗞️ @PabloRaphaelRUA
📸 Alexandre Vidal/CRF
#JorgeJesus
VITÓRIA! Aprovada a PEC 383. Agora o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) está na Constituição. A Câmara acaba de aprovar percentual mínimo de 1% para a assistência social na União, Estados e Municípios. É o maior avanço desde a aprovação do SUAS em 2005. Isso tudo seria impossível sem a sensibilidade do presidente Lula que sempre apostou na assistência social como mecanismo de cidadania e emancipação social. Viva o SUAS. Viva os trabalhadores e trabalhadoras da assistência social!
A Polícia Federal deflagrou nesta terça duas grandes operações de combate ao crime: uma contra um esquema bilionário no porto do Rio de Janeiro e outra, de dimensão internacional, contra o abuso sexual de crianças e adolescentes.
Em ação conjunta da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, são cumpridos 45 mandados de busca e apreensão para desarticular um esquema de facilitação de contrabando e liberação irregular de mercadorias importadas, que movimentou mais de R$ 86 bilhões. Dezessete auditores fiscais e oito analistas tributários foram afastados. Também há bloqueio de bens e restrições a atividades de nove despachantes.
Já na operação em defesa de crianças e adolescentes, mais de 500 policiais federais atuam em todos os estados e em articulação com forças de segurança estaduais e de outros 15 países. São 159 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão preventiva, com foco na identificação e prisão de autores de crimes de abuso sexual, muitos deles potencializados pelo ambiente digital. Só em 2026, a Polícia Federal já cumpriu mais de 450 mandados de prisão contra foragidos por crimes sexuais.
Por ações como esta que nós fortalecemos a PF. Na última semana, anunciamos a contratação de 1000 novos policiais. Seguimos firmes no enfrentamento ao crime e na proteção da sociedade brasileira.
Mais um golpista preso pela força da lei! A PF prendeu Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, após ordem de Moraes. A prisão preventiva foi decretada porque ele descumpriu as condições de sua prisão domiciliar. Ele foi condenado por participar da trama golpista.
O governo encaminhará voto contra o projeto de lei que reduz as penas aplicadas pelo STF aos condenados pela tentativa de golpe de Estado, que culminou na invasão e depredação da praça dos Três Poderes em 8 de janeiro.
É muito grave este retrocesso na sequência de um julgamento histórico, que pela primeira vez condenou os chefes de um atentado contra a democracia, incluindo um ex-presidende e oficiais generais.
O projeto contraria uma decisão em que o STF e o Brasil mostraram independência e soberania, além de fragilizar a legislação que protege a democracia contra tentativas futuras de golpe.
O mesmo texto que propõe endurecer a progressão de pena para uma série de crimes concede um benefício para criminosos políticos já condenados.
Um arranjo político não pode fragilizar uma legislação tão importante para a democracia e o país.
As agressões sem precedentes contra parlamentares, jornalistas e servidores na Câmara marcaram, na noite de ontem, a aprovação pela maioria de um grave retrocesso. O chamado projeto da dosimetria fragiliza a legislação de defesa da democracia e desafia as decisões do STF no julgamento dos golpistas, que ainda nem foi concluído. Este é o resultado de interesses políticos entre a família Bolsonaro e os caciques da oposição ao governo. E quem vai pagar o preço dessa grande chantagem é o país, nossas instituições e nossa democracia, mais uma vez ameaçada pelo golpismo.
Tarcísio Freitas e seu chefe Bolsonaro sempre defenderam a privatização de serviços essenciais, como energia e saneamento, mas agora o governador de São Paulo quer jogar a crise da Enel no colo do governo federal. Não é ele o “refém” do contrato da Enel, é a população que foi lesada ao longo de décadas. E não adianta falar agora em intervenção federal, porque Bolsonaro privatizou a Eletrobrás, tirando da União a única empresa que poderia assumir a distribuição de energia em São Paulo.
A retirada das sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes é uma grande vitória do Brasil e do presidente Lula.
Foi Lula quem colocou esta revogação na mesa de Donald Trump, num diálogo altivo e soberano.
É uma grande derrota da família de Jair Bolsonaro, traidores que conspiraram contra o Brasil e contra a Justiça.
O editorial do Estadão considera que é “indecente” o governo fazer o possível para garantir recursos do Orçamento para programas sociais e investimentos públicos. Mas considera “lícito” que grandes empresas façam manobras contábeis para fugir da nova tributação de lucros e dividendos. De fato, temos visões muito diferentes sobre as prioridades do país.
As ruas do país falaram alto outra vez neste domingo: Sem Anistia! Sem redução de penas! Quem foi condenado por atentar contra a democracia tem de pagar por seus crimes. O Brasil não quer andar pra trás.
Recebi com profunda consternação a notícia do brutal atentado terrorista ocorrido neste domingo na Austrália, que tirou a vida de 15 pessoas e deixou dezenas de feridos.
É inaceitável que atos de ódio e extremismo ceifem a vida de pessoas inocentes e atentem contra valores de paz, coexistência pacífica e respeito.
Manifesto a mais sincera solidariedade às famílias das vítimas, à comunidade judaica, ao governo e ao povo australiano. O Brasil reitera o seu compromisso inabalável com a defesa da vida, da tolerância e da liberdade religiosa.
Em entrevista à Folha que merece leitura atenta, o filósofo Jason Stanley, referência mundial em estudos sobre fascismo, coloca o Brasil na liderança da defesa da democracia no mundo.
Afirma que o país se destacou por ter condenado Bolsonaro e seus golpistas, numa prova da resistência das instituições e da sociedade às coações dos EUA.
É esta referência muito positiva do país que está sendo colocada em risco pelo projeto da redução de penas, uma anistia disfarçada para os golpistas.
O Brasil não pode recuar. Sem anistia e sem perdão para os crimes contra a democracia.
Não há nenhuma negociação ou acordo no Senado envolvendo o projeto de lei da redução de penas para os golpistas condenados pelo STF. O governo é contra essa proposta e orienta sua base a votar contra, por razões já conhecidas: quem atentou contra a democracia tem de pagar por seus crimes e, além disso, o projeto aprovado na Câmara beneficia condenados por vários outros crimes.
A redução das penas de Jair Bolsonaro e demais golpistas, aprovada agora à noite no Senado, é um desrespeito à decisão do STF e um grave retrocesso na legislação que protege a democracia. A condução desse tema pela liderança do governo no Senado na CCJ foi um erro lamentável, contrariando a orientação do governo que desde o início foi contrária à proposta. O presidente @LulaOficial vetará esse projeto. Condenados por atentar contra a democracia têm de pagar por seus crimes.