Cada Dia que passa eu quero mais ser medíocre. Acho que a mediocridade é pouco valorizada. É tão bom ser mediana e não ter que superar expectativas absurdas nas costas. Isso pesa pra kralho. Antes eu lutava pra não ser medíocre, mas hoje aceitando a mediocridade como uma benção
vi o vídeo da cantora, achei a música forte voz dela muito bonita . Mas o que tava por traz de todo o discurso ficou camuflado, para mim, nisso e daí o algoritmo começou a trabalhar por si só. procurei mais sobre o assunto e tinha um emaranhado de fake news sobre o assunto..
Bora entender qual a relação da extrema-direita com o vídeo que viralizou da Aymée e o pânico que criam em torno do Marajó para enriquecer (mais ainda) uma franquia evangélica.
Na foto é a cantora que "viralizou"com um pastor chamado Lucas Hayashi, líder da Zion Church, entre os trabalhos dessa igreja está exatamente o de coletar doações e fundos para "missões" de evangelização. A música da cantora reascendeu uma mobilização que favorece bastante essa igreja há anos, qual será o interesse econômico dessas missões no marajó?
Se liga na lapada que o governo da Namíbia deu na Alemanha há duas horas:
"A Namíbia rejeita o apoio da Alemanha ao intento genocida do Estado racista de Israel contra os civis inocentes em Gaza
Foi em território namibiano que a Alemanha cometeu o primeiro genocídio do século XX, entre 1904 e 1908, no qual dezenas de milhares de namibianos inocentes foram mortos sob as condições mais desumanas e brutais. O governo alemão ainda não se desculpou propriamente pelo genocídio que cometeu em solo namibiano.
Portanto, à luz da incapacidade da Alemanha de tirar lições da sua própria história horrorosa, o Presidente Hage Geingob manifesta profunda preocupação com a decisão chocante comunicada ontem, 12 de janeiro de 2024, pelo governo da República Federal da Alemanha, na qual rejeitou a acusação moralmente correta apresentada pela África do Sul perante o Tribunal Internacional de Justiça de que Israel está cometendo genocídio contra os palestinos em Gaza.
É preocupante que, ignorando as mortes violentas de mais de 23.000 palestinos em Gaza e vários relatórios das Nações Unidas que destacam de forma perturbadora o deslocamento interno de 85% dos civis em Gaza, em meio a uma escassez aguda de alimentos e de serviços essenciais, o governo alemão tenha optado por defender no Tribunal Internacional de Justiça os horrendos atos genocidas do governo israelense contra civis inocentes em Gaza e nos Territórios Palestinos Ocupados.
A Alemanha não pode expressar moralmente o compromisso com a Convenção das Nações Unidas contra o genocídio, incluindo a expiação pelo genocídio na Namíbia, ao mesmo tempo que apoia algo análogo a um Holocausto e genocídio em Gaza. Várias organizações internacionais, como a Human Rights Watch, concluíram, de forma assustadora, que Israel está perpetrando crimes de guerra em Gaza.
O Presidente Geingob reitera o seu apelo feito em 31 de Dezembro de 2023: “Nenhum ser humano amante da paz pode ignorar a carnificina travada contra os palestinos em Gaza”. Nesse sentido, o Presidente Geingob apela ao governo alemão para que reconsidere a sua decisão inoportuna de intervir como terceiro em defesa e apoio aos atos genocidas de Israel perante o Tribunal Internacional de Justiça."