@Engcivilbarbos@GloboNews@CandiceCarvalh0 voce e mal informado ou mal intencionado. Putin, Ghadaffi, milícias socialistas do Congo...todos com mandado de prisão emitido. então....sim ne, mas você, como bonequinha de gringo burro, so repete as asneiras...
#US tariffs have been revived. So what does recent experience and research tell us about how #tariffs have affected the cost of everything from sofas to toothbrushes? https://t.co/pOOytkSAYi
México debería leer con cuidado lo que señala la revista @TheEconomist, y que refiere lo que está pasando en América Latina. No porque venga “la derecha”, sino porque viene algo más peligroso: el político que entiende que el miedo da votos, que la rabia organiza multitudes y que la inseguridad puede convertir a la Constitución en estorbo.
Cuando el ciudadano ve extorsión, homicidios, cobro de piso, desapariciones y fiscalías que no investigan, empieza a escuchar con otros oídos al candidato que promete “orden” sin explicar límites. Ahí nace el riesgo: que la gente, cansada de tanta impunidad, termine pidiendo cárcel, Ejército y castigo antes que pruebas, jueces y debido proceso.
La lección es brutal: si México no construye un Estado que proteja de verdad, tarde o temprano alguien va a ofrecer protección a cambio de libertades. Y ese día el problema ya no será sólo el crimen; será haber entregado la democracia al primer caudillo que supo administrar nuestro miedo.
Não é alucinação. Três procuradores do TCE-RJ ficaram milionários da noite para o dia
- Henrique Cunha de Lima recebeu R$ 3,59 milhões
- Vittorio Constantino Provenza recebeu R$ 3,70 milhões
- Sergio Paulo de Abreu Martins recebeu R$ 3,72 milhões
Os tribunais de contas, volto a repetir, têm como missão fiscalizar a aplicação legal, econômica e transparente dos recursos públicos
O Rio de Janeiro se encontra em Regime de Recuperação Fiscal
É tudo uma enorme piada
@petereharrell Claiming to target corruption, environmental damage and censorship is a pretext. The "proposal" comes in the middle of ongoing negotiations with BR government.
Decore, como eu, o seguinte texto quando for viajar e use em caso de overbooking:
"Sem problemas. Exijo, como determina a resolução 400 da ANAC, a declaração de preterição de embarque e o cumprimento de todos os meus direitos legais".
Grave a si mesmo fazendo o pedido ao funcionário da companhia aérea se puder. Se houver qualquer descumprimento dos seus direitos você tem uma causa ganha na justiça na sua mão.
OLHA, VAMOS SER HONESTOS SOBRE O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI.
Não estamos falando de suposições. Estamos falando de uma sequência de coincidências tão improváveis que, se você visse num filme, ia achar que o roteirista exagerou.
Vamos começar pelo básico: o advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro movimenta dezenas de milhões de reais. Pare. Respire. Leia de novo.
O cara que é pago para resolver o visto do Eduardo, essa função específica, burocrática, de preencher formulário e falar com a embaixada, esse mesmo homem administra um fundo que recebeu R$ 61 milhões de um banqueiro preso por fraude bilionária. Isso não é normal.
Advogado de imigração não faz isso. Ninguém chama o mesmo cara que cuida do visto para gerir dezenas de milhões em estruturas financeiras offshore. Ninguém. A menos que o visto seja só o cartão de visita.
COINCIDÊNCIA Nº 1
O fundo que comprou a casa, Mercury Legacy Trust, foi registrado no mesmo endereço físico do Havengate Development Fund, que é o fundo que recebeu o dinheiro de Vorcaro. Mesmo endereço. Em Dallas, Texas. Dois fundos “distintos”, diz Eduardo. Certo. Mas registrados na mesma sala. Com o mesmo administrador. Com dinheiro da mesma origem suspeita. É a distinção jurídica mais conveniente do século.
COINCIDÊNCIA Nº 2
A casa foi comprada em Arlington, a cidade onde Eduardo mora. Não em Houston. Não em Austin. Não em Miami. Em Arlington. Onde ele vive. R$ 3,6 milhões. Por uma estrutura gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio. E a resposta oficial é que não tem nada a ver com ele. Perguntaram quem seria o verdadeiro beneficiário do imóvel. A resposta foi: “esta informação não é de interesse público.” Isso é uma resposta que inocenta alguém? Não. Isso é a resposta que implode qualquer pretensão de transparência.
COINCIDÊNCIA Nº 3
O STF bloqueou as contas de Eduardo no Brasil. Logo depois, florescem no Texas estruturas financeiras em nome do seu advogado e do seu ex-sócio, financiadas com dinheiro que veio do Brasil via banqueiro investigado. A sequência temporal é: bloqueio judicial, abertura de fundos no exterior, compra de imóvel de R$ 3,6 milhões, Eduardo mora na mesma cidade. Chame isso do que quiser. A PF chama de hipótese de burla a determinação judicial. E não é uma hipótese absurda.
O ato mais estranho de todos? Ninguém responde nada.
Eduardo não respondeu à Folha. Paulo Calixto não respondeu. A secretária disse que ele “não concederia entrevistas”. Porciuncula respondeu que é privado. Quem não tem nada a esconder não some. Quem não tem nada a esconder não diz que o nome do beneficiário de um imóvel de R$ 3,6 milhões “não é de interesse público”. Isso não é discrição. Isso é um muro.
Eduardo diz que seu status migratório impediria receber dinheiro via fundos de investimento. Perfeito. Então para que serve a casa? Para que serve um imóvel de R$ 3,6 milhões comprado por uma trust gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio na sua cidade, se nada disso tem qualquer relação com ele? Qual é a explicação alternativa? Que Paulo Calixto, o advogado de imigração, lembre-se, simplesmente decidiu investir em imóvel residencial em Arlington por pura iniciativa empresarial? Usando uma estrutura registrada no mesmo endereço de um fundo investigado pela PF?
Não estamos falando de prova de crime. Estamos falando de que cada elemento desta história aponta para o mesmo ponto. O mesmo advogado. O mesmo endereço. A mesma cidade. O mesmo ex-sócio. O mesmo dinheiro com origem suspeita. O mesmo silêncio. Quando você tem tantas coincidências apontando para a mesma direção, em investigação criminal, isso tem um nome técnico.
Chama-se indício.
E Eduardo disse que não há “o mínimo indício”.
Há, no mínimo, sete.
Tariffs rose sharply in 2025, but they have not been the main obstacle to trade over recent decades.
The latest Global Trade Update shows non-tariff measures drive trade costs for most economies, exceeding tariffs in 88% of cases.
Map disclaimer: https://t.co/ahLDFQYFbq
🚨 ALERTA: NOVO PENDURICALHO DO JUDICIÁRIO
No mês passado, o STF definiu quais são as verbas indenizatórias que podem fugir do teto constitucional. Entre elas, existe a chamada gratificação de magistério. Então, de uma hora para outra, o que o TJPR decidiu? Que agora todo magistrado é professor!
É sério. Segundo resolução do Tribunal de Justiça do Paraná, publicada esta semana, todo magistrado que tiver um estagiário ou residente jurídico em seu gabinete será considerado um tutor, um supervisor ou um formador – ou mesmo os três ao mesmo tempo! E essas ‘atividades’ contarão como horas de aula
Na prática, tarefas como orientar minutas, revisar peças e discutir casos, inerentes ao funcionamento de qualquer gabinete, foram subitamente reclassificadas como atividades de ensino
Vamos a um exemplo conservador: um juiz, sem mestrado ou doutorado, com um estagiário e um residente jurídico em seu gabinete, poderá contabilizar com facilidade 50 horas de aula, entre tutoria, supervisão e formação. Considerando a tabela da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, sua hora vale no mínimo R$ 265, ou seja, ele receberá R$ 13.250 a mais no fim do mês
Isento de IR, obviamente, por ser uma verba indenizatória de magistério
Não se espantem caso essa nova prática se espalhe pelos tribunais país afora. A ousadia da magistocracia, definitivamente, não conhece limites
1991. Nova York. Crime violento começou a despencar.
Homicídios caíram 50%. Roubos despencaram.
Todo mundo tinha uma explicação:
“Foi a polícia mais dura.”
“Foi a economia melhorando.”
“Foi mais prisões.”
Políticos tomaram crédito.
Rudy Giuliani foi eleito celebrando a vitória.
Até que Steven Levitt, economista de Chicago, fez uma pergunta:
“E se todos estiverem errados?”
Levitt analisou os dados.
Mais polícia? Ajudou pouco.
Economia? Crime caiu mesmo em recessão.
Mais prisões? Impacto mínimo.
Nada explicava a magnitude da queda.
Então ele olhou 20 anos para trás.
1973. Roe vs Wade.
Suprema Corte legalizou aborto nos EUA.
Milhões de mulheres em extrema pobreza puderam interromper gestações indesejadas.
Levitt fez a conexão:
Menos crianças indesejadas nascidas em extrema pobreza = menos criminosos 20 anos depois.
A matemática fechava.
Estados que legalizaram aborto antes de Roe vs Wade?
Crime começou a cair antes.
Estados que resistiram mais?
Crime demorou mais para cair.
A correlação era impossível de ignorar.
2001: Levitt publicou o estudo.
Explodiu.
Grupos pró-vida atacaram.
Grupos pró-escolha também criticaram.
Levitt respondeu:
“Não estou fazendo julgamento moral. Estou mostrando dados.”
Economistas tentaram refutar. Falharam.
Replicaram em outros países:
Romênia proibiu aborto em 1966. Crime explodiu 20 anos depois.
A teoria resistiu.
Virou capítulo mais polêmico do Freakonomics.
A lição?
Consequências de decisões aparecem décadas depois.
Sociedade nunca conecta causa e efeito com lacuna de 20 anos.
Políticos tomam crédito por coisas que não fizeram.
E as respostas mais verdadeiras são sempre as mais desconfortáveis.
Levitt não disse que aborto é bom ou ruim.
Disse que escolhas têm consequências de longo prazo.
Mesmo quando ninguém quer admitir.
@madeiradez Há muitas críticas a serem feitas a Israel e à legalidade das suas ações. Nenhuma envolve listar nome de pessoas que nada tem a ver com o conflito, somente por serem judeus. Texto lamentável, preconceituoso e ressentido. Triste fim.